<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566</id><updated>2012-02-22T20:06:58.833-02:00</updated><category term='animais'/><category term='psicose'/><category term='sociedade'/><category term='psicopatas'/><category term='trauma'/><category term='experimento'/><category term='artes'/><category term='psicopatia'/><category term='desenho'/><category term='viagem'/><category term='ética'/><category term='livro'/><category term='Educação'/><category term='mídia'/><category term='adolescência'/><category term='pesquisa'/><category term='racismo'/><category term='publicidade'/><category term='incesto'/><category term='relacionamentos'/><category term='bullying'/><category term='psicologia'/><category term='preconceito'/><category term='violência'/><category term='condicionamento'/><category term='infância'/><category term='política'/><category term='nazismo'/><category term='liberdade de expressão'/><category term='teatro'/><category term='Programa'/><category term='famosos'/><category term='fuga de idéias'/><category term='obediência'/><category term='Oscar'/><category term='filosofia'/><category term='deficiência'/><category term='série'/><category term='empatia'/><category term='Colômbia'/><category term='manipulação'/><category term='pedagogia'/><category term='velhice'/><category term='censura'/><category term='filme'/><category term='solidariedade'/><category term='utopia'/><category term='espiritismo'/><title type='text'>Fuga de idéias</title><subtitle type='html'>Artes, sociedade, indivíduos, psiquismo… idéias saltando súbita e sistemicamente de um tema ao outro</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>142</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3581055502334293459</id><published>2011-09-28T10:55:00.000-03:00</published><updated>2011-09-28T10:55:21.523-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade de expressão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manipulação'/><title type='text'>"O jornalista e o assassino", de Janet Malcolm (continuando...)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://companhiadasletras.com.br/images/livros/80175_gg.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://companhiadasletras.com.br/images/livros/80175_gg.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Continuando a &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2011/09/o-jornalista-e-o-assassino-de-janet.html"&gt;resenha &lt;/a&gt;do livro "O jornalista e o assassino", de Janet Malcom&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Palavra ação&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A leitura do livro de Janet Malcolm deixa claro que, após o lançamento da biografia de MacDonald, muitas pessoas passaram a ter uma opinião absolutamente negativa sobre ele baseada exclusivamente nas palavras de McGuinnis. Algumas dessas pessoas chegavam mesmo a expressar as suas opiniões para o próprio MacDonald, através de cartas enviadas ao seu endereço na penitenciária. Em uma dessas cartas, reproduzida integralmente no livro de Janet Malcolm, o autor afirmava que, após ler o livro, tinha certeza de que MacDonald era “culpado”, “louco”, “tão doente, demente e sórdido”, “mentiroso de proporções ultrajantes”, “um lixo”, “um homossexual latente”, “veado impotente” e “maníaco pervertido”. Janet Malcolm teve oportunidade de conversar com MacDonald a respeito desse tipo de correspondência que ele recebeu diversas vezes enquanto durou o sucesso do livro e MacDonald afirmou que&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Isso faz parte do impacto negativo do livro de McGinniss. As pessoas que o leram acham que me conhecem, que entraram na minha cabeça. É nisso que está a maldade – não conheço outra palavra – do roteiro fabricado por ele [McGinniss]. Ele o moldou muito bem, e parece ser muito profundo. Mas ele estava moldando os fatos para adequá-los a uma opinião. Não estava moldando a opinião dele para adequá-las aos fatos. &amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MacDonald apontou para um importante fato nesta fala: o impacto das palavras escritas no imaginário social. Um roteiro de um livro possui um poder de impacto muito maior sobre as pessoas do que uma pintura ou música sobre a mesma temática. Tal como Sartre nos lembra em seu texto “Que é a literatura”, trabalhar com palavras é bem diferente que trabalhar com cores e sons, posto que esses não são signos, ou seja, “não remetem à nada que lhes seja exterior”. Ainda que fosse feita uma representação imagética do julgamento de MacDonald, o autor desse quadro continuaria sendo “mudo”, para usar uma analogia de Sartre, ele nos apresentaria ao julgamento, mas teríamos uma abertura muito maior para interpretarmos aquela imagem do que os signos, que remetem a um significado próprio. “Não se pintam significados”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, um escritor de prosa invariavelmente trabalha com os significados – e por isso as suas palavras agem no mundo. “A palavra é ação”, afirma Sartre, “[o escritor ‘engajado’] sabe que desvendar é mudar e que não se pode desvendar senão tencionando mudar”. Sartre afirma que as palavras são “pistolas carregadas” que quando falamos, atiramos. Uma vez que livremente tenhamos nos decidido por usar das palavras, assumimos também a responsabilidade pelas consequências de nossas palavras. Ainda a respeito do poder da palavra, o filósofo existencialista André Barata, em sua leitura sobre a temática da palavra literária, também esclarece que “a literatura, a palavra literária, não é simplesmente signo, instrumento de qualquer coisa que não ela. [...] Antes substitui o real na qualidade de ela mesma ser realidade a ser representada [...] a literatura tem valor de realidade”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, Sartre atentou para a responsabilidade do escritor para/com as suas palavras, posto que suas palavras agem no mundo. Mesmo um escritor medíocre deve se perguntar “o que aconteceria se todo o mundo lesse o que eu escrevo?”. No caso do livro de McGinniss, que, de acordo com o entendimento de seu entrevistado-protagonista, se trata de uma ficção apresentada como não-ficção, as inverdades foram tomadas como verdades e as suposições, como fatos. Afinal, tal como nos atentou André Barata , é justamente “a literatura com valor e pretensão de realidade” que possui o maior potencial para agir e modificar o mundo. Dessa forma, a reivindicada liberdade de expressão dos comunicólogos deve ser analisada sob o prisma das circunstâncias que envolvem o ato de comunicar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A LIBERDADE DE EXPRESSÃO SITUADA: OS COMPROMISSOS DE UM JORNALISTA&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Liberdade, deixe as asas abertas sobre nós.” Essa frase foi o lema do IV Congresso Brasileiro de Publicidade, ocorrido em 2008 e motivado por diversos projetos de leis que tramitam no Congresso Nacional visando restringir as campanhas publicitárias. Na época, os publicitários argumentavam que não havia motivos para impor restrições às “comunicações mercadológicas”, posto que elas não causavam mal nenhum ao seu público-alvo. “O IV Congresso denuncia e repudia: a) todas as iniciativas de censura à liberdade de expressão comercial, inclusive as bem-intencionadas”. Diversos são os movimentos que, tal como o IV Congresso Brasileiro de Publicidade, defendem que a liberdade de expressão nos meios midiáticos devem ser irrestritas e que a mídia não pode ser responsabilizada pelas diversas influências negativas que suas mensagens possam causar no público.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É fato que, conforme o comunicólogo Martín-Barbero pontua bem em seus trabalhos, o receptor das mensagens não é um ser passivo e ilhado, pronto para ser facilmente corruptível, porém um ser em sociedade e com uma história pessoal, elementos que influenciam na decodificação das mensagens que recebe. No entanto, não podemos esquecer que, tal como Jean Paul-Sartre coloca bem em sua filosofia da liberdade, “ser livre é ser responsável”, ou seja, ter liberdade para comunicar da forma que quiser o que quiser implica numa responsabilidade pelas consequências dos seus atos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A liberdade defendida por Sartre &amp;nbsp;é uma liberdade absoluta e a responsabilidade atribuída ao homem é total. A liberdade é sinônimo de compromisso com a liberdade dos outros. Ser livre é estar lançado no mundo, responsável por tudo aquilo que se faz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo assim, o homem sartreano é aquele que escolhe livremente, que cria a si mesmo. No entanto, ao surgir o outro, esse homem que escolhe identifica no outro um limite à sua liberdade; o outro é um problema, pois nos impede de fazer o que desejamos. Somos tão responsáveis pelo outro como o somos por nós mesmos. A minha liberdade depende da liberdade dos outros, pois o homem existe em comunicação com os outros, como historicidade profunda. Ser-no-mundo e ser-com-os-outros é o existencial humano, posto que a liberdade exige a responsabilidade de cuidar do mundo e dos outros. É esse o ponto inicial da moral sartreana: o fato de nos sermos responsáveis por nossa liberdade. Para Sartre, a responsabilidade é tão absoluta e esmagadora como a liberdade. Assim como a liberdade, a responsabilidade também se situa numa moral de situação e de atividade: em cada situação há um ato novo. Estamos exercendo constantemente liberdade e responsabilidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando-se, portanto, que a noção de liberdade não exclui a responsabilidade pelo que se faz, o importante é realmente se comunicar, independentemente do conteúdo? A comunicação pode ser exercida de maneira livre?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, nenhuma liberdade pode ser tomada como uma liberdade no sentido mais amplo do termo, pois sempre será necessário observar o próximo, para que ele também possa fazer as suas escolhas de forma livre. Tal como nos lembra Paulo Perdigão, “a liberdade humana está na autonomia da escolha. Não consiste em poder fazer o que se quer, mas em querer fazer o que pode.”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma vez que o homem seja livre – e, segundo Sartre, todos os homens o são – ele se torna responsável por tudo aquilo que se faz, pelas consequências dos seus atos – e essa responsabilidade, assim como a liberdade, nenhum homem pode abdicar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao ler o livro de Janet Malcolm, tive clareza de que ela atentou para pelos menos três compromissos indissolúveis do escritor de não ficção: compromisso para/com a verdade, compromisso para/com as pessoas envolvidas (personagens), compromisso para/com os leitores. Esses compromissos, que atravessam-se mutuamente, remetem a ética necessária ao jornalista.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma vez que, como já mencionado anteriormente, o escritor de não ficção possui, de antemão, um crédito maior dos leitores, que esperam ali encontrar relatos fieis aos fatos, “o escritor de não ficção tem que ser meticuloso na entrega da mercadoria pela qual o leitor pagou adiantado com a sua indulgência.” Em um trabalho feito a partir de entrevistas, é evidente a necessidade de adaptação das falas dos entrevistados a fim de tornar a leitura mais fluida. A esse respeito, Janet Malcolm afirma que&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Quando um jornalista se propõe a citar alguém a partir de uma entrevista gravada, ele tem para com o entrevistado, não menos que o leitor, o dever de traduzir a fala para a prosa. Só um jornalista muito pouco piedoso (ou muito impotente) mantém as palavras literais do entrevistado e deixa de fazer aquela espécie de edição e reescritura que, na vida real, os nossos próprios ouvidos fazem automática e instantaneamente.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, a necessidade de adaptação do conteúdo falado para o conteúdo escrito não oferece ao jornalista a possibilidade de manipulação das informações. Tal como o comunicólogo Philippe Breton defendeu em seu livro “A manipulação da palavra”, as técnicas de argumentação não são equivalentes das técnicas de manipulação. Enquanto o uso das técnicas de argumentação consiste em apresentar as informações ao seu interlocutor de forma que ele tenha condições de analisar mais amplamente a situação, as técnicas de manipulação consistem na “redução mais completa possível da liberdade de o público discutir ou de resistir ao que lhe é proposto”. As informações a serem transmitidas são trabalhadas de tal forma que conduza o leitor ao erro ao mesmo tempo em que não deixa espaço para a dúvida da veracidade da informação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda a respeito das técnicas literárias utilizadas pelos escritores de não ficção, Janet Malcolm considera que “a tarefa relativamente menor de traduzir do gravadorês para a nossa língua e a importante responsabilidade da citação fidedigna não são de modo algum antagônicas; de fato [...] elas são, de maneira fundamental e decisiva, complementares.” Podemos compreender essa afirmação da seguinte maneira: uma vez que o compromisso do jornalista em um trabalho de não ficção é para com os personagens, a verdade e os leitores, algumas vezes é necessário fazer ajustes na palavra falada para que, escrita, ela ainda tenha a mesma coerência, coesão e impacto que teve quando falada, de forma que o significado da mensagem a ser passada seja mais facilmente compreendido e sem perder, é claro, a “integridade essencial” dos fatos, tal como diriam os advogados de MacDonald.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;IV Congresso Brasileiro de Publicidade. &lt;b&gt;Tese Geral do IV Congresso Brasileiro de Publicidade&lt;/b&gt;. 16 de julho de 2008. Disponível em: &lt;http: abap="" techengine?sid="abap&amp;amp;command=mainSite" www.congressodepublicidade.com.br=""&gt;. Acesso em: 28 abril 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BARATA, André. &lt;b&gt;A literatura como escolha filosófica&lt;/b&gt;. In: Les siècles de Sartre, um philisophe dans La literature. [s.l.] : 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRETON, Philippe. &lt;b&gt;A manipulação da palavra&lt;/b&gt;. São Paulo: Editora Loyola, 1999.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comissão de Liberdade de Expressão Comercial do IV Congresso. &lt;b&gt;Liberdade, deixe as asas abertas sobre nós!&lt;/b&gt; 2008. Disponível em: &lt;http: 0027="" 07="" 2008="" comunicacao="" www.portaldapropaganda.com=""&gt;, acesso em 12 de dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTÍN-BARBERO, Jesús. &lt;b&gt;América Latina e os anos recentes&lt;/b&gt;: o estudo da recepção em comunicação social. IN: SOUSA, Mauro Wilton (org.). Sujeito, o lado oculto do receptor. São Paulo: Editora Brasileinse, 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SARTRE, Jean-Paul. &lt;b&gt;O Ser e o Nada&lt;/b&gt;. Ensaio de ontologia fenomenológica. &amp;nbsp;16 ed. Petrópolis: Vozes, 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________. &lt;b&gt;Que é a literatura&lt;/b&gt;. Tradução de Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Ed. Ática, 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________. &lt;b&gt;O existencialismo é um humanismo&lt;/b&gt; &lt;i&gt;in &lt;/i&gt;O existencialismo é um humanismo; A imaginação; Questão de método. São: Paulo: Abril Cultural, 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MALCOLM, Janet. &lt;b&gt;O jornalista e o assassino&lt;/b&gt;: uma questão de ética. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                &lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/http:&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3581055502334293459?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3581055502334293459/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/09/o-jornalista-e-o-assassino-de-janet_28.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3581055502334293459'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3581055502334293459'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/09/o-jornalista-e-o-assassino-de-janet_28.html' title='&quot;O jornalista e o assassino&quot;, de Janet Malcolm (continuando...)'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8955158144391303719</id><published>2011-09-14T10:43:00.000-03:00</published><updated>2011-09-14T10:43:14.276-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='liberdade de expressão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mídia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='manipulação'/><title type='text'>"O jornalista e o assassino", de Janet Malcolm</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://companhiadasletras.com.br/images/livros/80175_gg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://companhiadasletras.com.br/images/livros/80175_gg.jpg" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Juro, no exercício das funções de meu grau, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação. Juro empenhar todos os meus atos e palavras, meus esforços e meus conhecimentos para a construção de uma nação consciente de sua história e de sua capacidade. Juro, no exercício do meu dever profissional, não omitir, não mentir e não distorcer informações, não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais o direito do cidadão à informação.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &amp;nbsp;citação de abertura deste post, o juramento dos profissionais de jornalismo, traz em seu bojo o ideal de integridade para com a verdade, a informação e os cidadãos que todo jornalista deve seguir. A princípio, a tarefa parece ser simples: basta “não omitir, não mentir e não distorcer informações, não manipular dados e, acima de tudo, não subordinar em favor de interesses pessoais o direito do cidadão à informação”. Entretanto, a prática da profissão mostra que nem sempre é tão simples trazer verdades sem manipulações e sem ferir o direito à informação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A” verdade nem sempre está tão evidente; algumas vezes ela nem pode ser encontrada. Veja, por exemplo, o caso de um culpado por crime de assassinato não confesso e sem testemunhas. Alguém morreu – isso é um fato. Sob quais circunstâncias? Sendo um crime sem testemunhas, é imprescindível a investigação, que analisará prováveis vestígios e possíveis autores do crime (atente para os prováveis e possíveis, por favor). Aquele suspeito que tiver maior probabilidade de ser o culpado será julgado por um júri de cidadãos comuns, que ouvirão tanto os argumentos da defesa quanto da acusação e  decidirão (por totalidade dos votos) pelo veredicto final. O júri decide pela punição do réu. Crime julgado, réu, culpado, assassino, condenado – mesmo alegando a sua inocência. Seria esse réu realmente culpado? Não temos como afirmar categoricamente que sim ou que não. Tal como Sartre nos mostra, “o ser de um existente é exatamente o que o existente aparenta. [...] O que o fenômeno é, é absolutamente, pois se revela como é. Pode ser estudado e descrito como tal, porque é absolutamente indicativo de si mesmo. [...] Tudo está em ato.” Se utilizarmos essa linha de pensamento para analisarmos o exemplo em questão, teremos clareza de que somente podemos afirmar categoricamente que o réu foi condenado por um crime, sem podermos utilizar da mesma certeza para analisarmos se a condenação, no que se refere a autoria do crime, foi justa ou não, uma vez que não podemos ter acesso a esse fenômeno (o ato criminoso) senão através de abstrações.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine, agora, a seguinte situação: esse mesmo réu contrata um jornalista para escrever a sua biografia e dá acesso total a todas as pessoas e informações referentes a sua vida (inclusive, é claro, as referentes ao assassinato). O jornalista torna-se parte observadora de todas as discussões sobre a defesa do réu, bem como acaba por se tornar uma pessoa íntima do réu. Compartilham muitos momentos informais juntos, trocam cartas pessoais durante quatro anos. O jornalista se diz pessoalmente abalado pela condenação injusta do réu. Eis que é publicada a biografia tão aguardada (pelo público e pelo réu): doutor MacDonald “é um ser muito doente”, um “narcisista patológico” que matou sua esposa e suas duas filhas à sangue frio. Esta é a história real relatada pela jornalista norte-americana Janet Malcolm em seu livro “O jornalista e o assassino – uma questão de ética” (2011), no qual a autora busca abordar, com o máximo de compromisso para com os fatos, a ética jornalística a partir do processo movido pelo doutor MacDonald contra seu biógrafo Joe McGuiniss, por faltar com a “integridade essencial” da sua biografia. MacDonald sustentou durante o processo judicial que seu biógrafo usou de mentiras para ter acesso a informações sobre a sua vida que foram destorcidas de forma a concluir categoricamente que ele havia assassinado a sua família – uma ideia que ele sempre afirmou ser mentirosa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REVELAR A VERDADE OU CRIAR A VERDADE?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando ao juramento de colação de grau dos jornalistas, vemos que os jornalistas se comprometem a ter uma conduta íntegra durante a condução do seu trabalho em busca da verdade. Para a também jornalista Janet Malcom, essa tarefa certamente é fadada ao fracasso, posto que “qualquer jornalista que não seja demasiado obtuso ou cheio de si para perceber o que está acontecendo sabe que o que ele faz é moralmente indefensável”. Isso porque, na concepção da autora (e também jornalista), os jornalistas (sobretudo os biógrafos) dificilmente estão interessados na pessoa sobre quem escrevem, o interesse (e compromisso) deles é resguardado aos personagens e histórias que estão construindo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem sempre a vida tal como ela é se faz atraente quando posta em uma folha de papel; às vezes é necessário usar certas artimanhas literárias para fazer os fatos ganharem a graça de uma ficção. Wambaugh, escritor de não ficção entrevistado por Janet Malcolm, chama a isso propriamente de escrever em “estilo romanceado”, dando vida aos personagens. A partir desse momento em que se decide dar vida aos personagens, o foco do trabalho do jornalista é não permitir que o entrevistado-personagem atrapalhe o término do trabalho, ainda que seja preciso deixar que o entrevistado-personagem se iluda sobre a natureza da relação jornalista-entrevistado (ou amigo-amigo, como alguns jornalistas fazem parecer e muitos entrevistados acreditam) e sobre as reais intenções do jornalista (um livro redentor ou um livro acusador?). Tudo isso respaldado no compromisso com a verdade que o público “tem o direito de saber”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para alcançar essa verdade, os jornalistas tentam desvelar a essência oculta dos fenômenos através de diversas interpretações dos fenômenos que aparecem a eles. Porém, é interessante lembrar mais uma vez que, conforme nos mostra Sartre, “a” verdade é aquela que se desvela em sua própria aparição, e não algo a ser desvelado por trás da aparência. O homem, entretanto, é livre para fazer o que quiser, inclusive para buscar a essência por trás das aparências, se assim o desejar. De fato, não podemos esquecer que o fazemos constantemente ao ler um romance, por exemplo, onde estamos sempre buscando interpretar aquelas palavras escritas no papel que, a princípio, revelam as suas essências por si próprias. Janet Malcolm reproduziu em seu livro um trecho da transcrição do julgamento de McGinniss que ilustra bem essa ideia, no qual o jornalista é interrogado pelo advogado de defesa de MacDonald sobre as suas intenções para/com MacDonald:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;P: O senhor disse ontem... considerando as cartas dos primeiros seis ou nove meses após o julgamento, [que] nunca teve a intenção de enganá-lo... Depois dos primeiros seis ou nove meses, o senhor tinha a intenção de enganá-lo?&lt;br /&gt;R: Bom, houve um momento, certamente, em que eu passei a estar disposto a deixar que ele continuasse acreditando no que queria, de maneira que ele não tentasse me impedir de terminar o meu trabalho, sim, senhor.&lt;br /&gt;P: Então a resposta é sim?&lt;br /&gt;R: Suponho que a resposta possa ser interpretada desse modo.&lt;br /&gt;P: Por alguém que lesse as cartas por exemplo.&lt;br /&gt;R: Bom, estou certo de que o senhor as interpretaria assim. Não sei... outras pessoas poderiam interpretá-las de outro modo.&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A liberdade de cada um é um dos principais motivos das inúmeras percepções distintas sobre um mesmo texto. Entretanto, o jornalista que defina o seu trabalho como inteiramente compromissado com a verdade e, no entanto, utilize de sua própria imaginação para encontrá-lo recai no erro que Nietzsche já nos alertava sobre “a ilusão dos trás-mundo”. O compromisso, neste caso, está mais para/com a sua própria liberdade do que com a verdade. Contudo, isso não significa dizer que a história tal como contada pelo jornalista seja necessariamente mentirosa, caluniosa, tal como doutor MacDonald sustentou em seu processo contra o seu biógrafo McGinniss. “A essência da mentira, de fato, implica que o mentiroso esteja completamente a par da verdade que esconde”, afirma Sartre. No caso de McGinniss, ele não tinha o total conhecimento dos fatos referentes ao assassinato pelo qual MacDonald foi condenado. Tal como foi revelado em outra transcrição do mesmo julgamento, ele não pôde falar com ninguém que afirmasse saber quem foi o autor do crime, posto que as vítimas estavam mortas e MacDonald afirmava não ser ele, porém McGinniss sabia, “em seu coração”, que MacDonald havia cometido o assassinato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entretanto, McGinniss parece ter se esquecido que é justamente na diferença entre expor fatos e imaginar fatos que residem os gêneros literários de ficção e não-ficção. Janet Malcolm lembra no pósfacio de seu livro que “o escritor de ficção tem direito a mais privilégios”. Por ser uma história inventada e que é apresentada como tal, ele possui plena liberdade para fazer dela o que quiser. Já o escritor de não-ficção, tal como McGinniss, “tem com o leitor um contrato que o obriga a limitar-se a eventos que ocorreram de fato e às personagens que tenham equivalentes na vida real, e que não permite que ele enfeite a verdade sobre tais eventos ou personagens.”. Caso o escritor de não-ficção se distancie muito dos fatos, ele pode acabar cometendo um “assassinato da alma”, tal como MacDonald colocou em seu julgamento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A temática “ética nos meios de comunicação” costuma sempre ser palco para grandes debates. De um lado, há aqueles profissionais da área que defendem o uso de meios eticamente condenáveis para chegar ao seu fim, tal como McGuinnis, que justificou ter deixado o seu entrevistado, contratante e protagonista se enganar a respeito das suas verdadeiras intenções (quando não o conduziu ao erro) objetivando “chegar até a verdade, com o propósito de contar uma história coerente”. De outro lado, há aqueles profissionais de comunicação que, mesmo sabendo que o seu trabalho envolve essencialmente algumas condutas “moralmente indefensáveis”, como afirma Janet Malcolm, tal como o de construir uma relação de confiança com o entrevistado para que ele lhe conte a sua vida e depois simplesmente sumir, tentam agir da melhor forma possível visando causar danos menores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O livro de Janet Malcolm nos colocou dentro desse cenário da melhor forma possível: partindo de um processo judicial inédito nos Estados Unidos onde um personagem, criminalmente condenado, processou o seu biógrafo por fraude e quebra de contrato, subsidiando-se nas inúmeras cartas que atestavam que a “integridade essencial” da biografia (uma das cláusulas presentes no contrato profissional entre MacDonald e McGuinniss) seria mantida – leia-se: que a alegada inocência de MacDonald seria preservada. Através de diversos relatos de fatos e transcrições de documentos, temos acesso às justificativas dadas pelos profissionais para permitir algumas atitudes antiéticas, o impacto que as palavras dos jornalistas causam nos seus leitores e a ética presente na relação jornalista-entrevistado(personagem).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande questão que o livro de Janet Malcolm nos deixa no final é como o jornalista pode realizar o seu trabalho de maneira ética, sem precisar manipular os entrevistados-personagens, os leitores e a informação. Alguém se arriscar a esboçar uma resposta?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-8955158144391303719?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/8955158144391303719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/09/o-jornalista-e-o-assassino-de-janet.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8955158144391303719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8955158144391303719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/09/o-jornalista-e-o-assassino-de-janet.html' title='&quot;O jornalista e o assassino&quot;, de Janet Malcolm'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-728340130519037285</id><published>2011-08-04T15:03:00.000-03:00</published><updated>2011-08-04T15:03:26.094-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Habitantes de Nuxémera podem ter tido a sua primeira experiência de passagem dia/noite</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/StzZjK486lI/AAAAAAAAKws/tsJV3rBq5FU/s200/sistema_solar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="227" src="http://3.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/StzZjK486lI/AAAAAAAAKws/tsJV3rBq5FU/s320/sistema_solar.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao ler a notícia recente de que o Nuxémera completou a sua primeira volta em torno de si desde que foi descoberto (há mais de um século atrás), dei-me conta de que, se eu morasse em Nuxémera, talvez estivesse diante do meu primeiro anoitecer ou amanhecer. Isso porque parece que o dia em Nuxémera dura aproximadamente 165 anos, ou seja, o período de sol e lua deve durar em torno de 80 anos cada um – com sorte poderia presenciar esse raro momento no fim dos meus 24 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fiquei pensando em como seria estranho morar em um lugar que tivesse um dia tão longo que durasse mais que uma vida – acho que ganha até do inverno dos Starks, porque eles pelo menos têm dia e noite ainda (para quem não sabe do que estou falando, vai um link pra trilogia “As crônicas de gelo e fogo”). Vivendo em Nuxémera não teria mais um período padronizado de descanso e outro onde convencionalmente a vida acontece. Suas noites de sonos (digo, momentos de sono) poderiam conflitar perfeitamente com os momentos festivos de seus vizinhos e não haveria nada de errado nisso – afinal, não haveria mais o toque de recolher e o imperativo do silêncio durante as noites para prezar a boa saúde das pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pensei também como seria uma coisa mágica planejar uma viagem baseando-me nos melhores momentos para apreciar a passagem do dia. Poderia querer visitar o alto de uma montanha para ver um pouco do nascer do Sol (que, a julgar pela quantidade de anos contida em um dia, deve demorar) ou escolher uma praia qualquer só para ver o pôr-do-Sol. De repente poderia até dar uma volta no planeta de avião só para ter a sensação do amanhecer, mesmo que entre nuvens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que viver em Nuxémera não deve ser tão interessante, mas com certeza uma viagenzinha até lá seria uma baita experiência antropológica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: Nuxémera não existe (até onde se sabe...).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS2: Post inspirado na primeira volta em torno do Sol de Netuno desde que ele foi descoberto. :)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-728340130519037285?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/728340130519037285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/08/habitantes-de-nuxemera-podem-ter-tido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/728340130519037285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/728340130519037285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/08/habitantes-de-nuxemera-podem-ter-tido.html' title='Habitantes de Nuxémera podem ter tido a sua primeira experiência de passagem dia/noite'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_n9_vdklTM9c/StzZjK486lI/AAAAAAAAKws/tsJV3rBq5FU/s72-c/sistema_solar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7114502091440584826</id><published>2011-08-03T16:36:00.001-03:00</published><updated>2011-08-03T16:36:55.101-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicose'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='famosos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Psicose à luz da psicanálise: biografia de John Nash (estudo de caso)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.clipp.org.br/images/xul_solar.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="112" src="http://www.clipp.org.br/images/xul_solar.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Motivada pela popularidade do meu &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/uma-mente-brilhante-biografia-de-john.html"&gt;post contendo a biografia do matemático John Nash&lt;/a&gt;, resolvi complementá-lo postando também o estudo do caso a partir da biografia. Esse estudo foi feito à luz da teoria psicanalítica com na história de John Nash tal como descrita por ele mesmo em sua autobiografia e também no livro de Sylvia Nasar sobre o matemático. Algumas informações talvez sejam acadêmicas demais, mas nada que o google não resolva.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Abraços,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;PS: Registre-se que se trata, na verdade, de um esboço ou ensaio de estudo de caso, posto que, por razões óbvias, jamais tive acesso à John Nash a não ser através das leituras indicadas no final do texto.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_wtXbnQdZUa8/R1ATOVgn4vI/AAAAAAAABC0/VwBO0TnMNGo/s320/000mente-brilhante-poster01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://bp2.blogger.com/_wtXbnQdZUa8/R1ATOVgn4vI/AAAAAAAABC0/VwBO0TnMNGo/s320/000mente-brilhante-poster01.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CASO JOHN NASH: Ponto de produção da crise&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o entendimento dos psiquiatras e psicanalistas que acompanharam o desencadeamento da primeira crise psicótica de John Nash, o principal fator associado ao desencadeamento da psicose foi a gravidez de sua mulher. Pode-se considerar tal conclusão compatível com a teoria de Lacan, segundo a qual &amp;nbsp;o apelo à função paterna é impossível de significar&amp;nbsp;devido à foraclusão do Nome-do-Pai.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nash passou a considerar-se o centro dos olhares, estando na mira do Outro, uma vez acometido pelos fenômenos de auto-referência mórbida e de emergência do olhar no campo do Outro. O fato de o nascimento do filho não ter sido afirmado como algo existente, não ter tido o peso do real, indica a sua dificuldade em significar a função paterna, consequência da foraclusão do Nome-do-Pai.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Produções sintomáticas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_7s1rCM0miec/Sevrnt45jRI/AAAAAAAAAG8/9HlDC4yz0As/s320/Delirio.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_7s1rCM0miec/Sevrnt45jRI/AAAAAAAAAG8/9HlDC4yz0As/s320/Delirio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes mesmo do desencadeamento da crise Nash já demonstrava certos indícios de estrutura psicótica. Quando criança, Nash sempre foi tratado como um adulto em miniatura por seu pai. Preferia brincar sozinho e ler a brincar com outras crianças. Gostava de torturar pequenos animais e de explodir bombas caseiras. Certa vez, chegou a construir uma cadeira de balanço ligada a uma corrente elétrica, a fim de fazer com que sua irmã se senta-se nela. Foi treinado pelo pai a manusear armas para se defender de possíveis ataques. Para Freud na paranóia os sujeitos reconstroem em seus delírios os personagens da infância, no caso de John Nash, a psicose foi uma reconstrução do delírio paranóico paterno que ele introjetou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na idade adulta, mais precisamente na época em que era aluno na universidade de Princeton, Nash buscou aliar ao seu autodidatismo as maneiras excêntricas de se comportar – maneiras essas que, até certo ponto, faziam parte da cultura universitária da faculdade de matemática, onde se costumava associar inteligência elevada a excentricidades. Porém, as excentricidades de John Nash logo se revelaram acima do tolerável. Nash, por exemplo, costumava caminhar com o dedo no sulco da parede entre o azulejo e o reboco como fazia Wiener, sendo que este era terrivelmente míope. Cabe ainda dizer que a conduta autodidata que Nash apresentava era caracterizada pela arrogância, pretensão e enfatuação, de acordo com o psicanalista Antônio Quinet. Nesse caso, o autodidatismo é uma forma de estar fora do discurso como laço social, pois não há aqui mestre nem aluno.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fenômenos delirantes e corporais relacionados à esquizofrenia surgem quando John Nash voltou a residir com a mãe. Dizia-se um refugiado palestino, depois imaginava seu corpo como um tabuleiro de jogo de quatro lados, um mapa geográfico. Também afirmava apelidos associados à idéia de superioridade, como “Príncipe da Paz”, “Imperador da Antártida”. Tais apelidos tinham um caráter megalomaníaco, o designavam como o Um, mas não para os outros. O seu trabalho com a matemática passou a fazer parte do seu delírio. Como o exercício simbólico da matemática, criou uma equação pessoal, forma que encontrou para esvaziar o imaginário do delírio e simbolizar o Real.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A operação de retenção, Verhaltung, ocorreu quando elegeu um significante-mestre ao se definir como refugiado. Esse significante permitiu que ele se representasse e se relacionasse com os outros. Contudo, ao se representar na condição de refugiado, significado de fuga do Outro, se colocou numa condição paranóica, pois os significantes do Outro passaram a ser apreendidos não mais como puros significantes, mas cada um como um símbolo que oferece perigo, que pode mentir e que é falso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No seu trabalho matemático-delirante, desenvolveu uma equação pessoal e, nesse exercício, chegou a um registro Simbólico no qual foi possível construir um mundo e viver com os outros, dando conta do furo da foraclusão do Nome-do-Pai e de sua disposição fora- do-discurso. Desta forma,             John Nash realizou a cura e a entrada nos laços sociais através do trabalho com os números. A “reconstrução do mundo”, mencionada por Freud ao estudar o delírio de Schreber, foi feita por Nash com a matemática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Entendimento do caso&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Freud (1923), a frustração de algum desejo infantil implicaria em psicose, ocorrendo a desestabilização do ego. Este, deixando-se dominar pelo Id, passa a ter suas relações com o mundo externo abaladas. O delírio é a produção sintomática da psicose, uma tentativa de restabelecer uma ponte para compensar o distanciamento que surge entre o ego e o mundo externo. A alucinação também é uma tentativa de reconciliação, porém projetivamente vinda de fora, sendo os dois processos, delírio e alucinação, complementares. Os símbolos presentes na produção sintomática da psicose (delírios e alucinações) são significados a partir da história psíquica do indivíduo e suas experiências anteriores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zYnlP2iHbJc/TaXhcMP1kPI/AAAAAAAAAJg/nbZ8SnNl4R0/s1600/Faceless_Composition_by_larafairie.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://3.bp.blogspot.com/-zYnlP2iHbJc/TaXhcMP1kPI/AAAAAAAAAJg/nbZ8SnNl4R0/s320/Faceless_Composition_by_larafairie.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A concepção de estágio de espelho (1949) elaborada por Lacan também contribui para o entendimento da constituição da psicose, a partir da análise psicanalítica da experiência infantil de observar seu próprio corpo no espelho. Ao identificar-se com sua própria imagem, interpretando-a como outro, toma-a como objeto de inveja e admiração. Na psicose ocorre certa estagnação no estádio do espelho, havendo um estranhamento em relação ao próprio corpo devido a uma fixação no outro especular. Em momento de crise o psicótico tem a visão de seus membros separados, sente seu corpo despedaçado, vindo de fora. Nash, durante o desencadeamento de novos fenômenos delirantes (após voltar a residir com sua mãe), sentia-se como um mapa geográfico com peças de xadrez. Estímulos incontroláveis o faziam sentir como se fosse um tabuleiro de jogo de quatro lados, Los Angeles, Boston, Seattle e outro local.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O egocentrismo característico da psicose pode ser identificado em Nash no seu autodidatismo e envaidecimento de sua capacidade intelectual. Seu sentimento de superioridade também aparecia nas suas idéias anti-semitas. Todas essas características são explicadas pelo fato de que, naquele estágio de desenvolvimento da psicose em que Nash se encontrava, o conhecimento se estrutura como paranóico. Daí a necessidade de reconhecimento sempre estar associada à produção de conhecimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nash teve uma relação distante com o seu pai. Enquanto psicótico, para Nash o Nome-do-Pai é foracluído, o que resulta na ausência de um saber que sirva de significante organizador, saber este fundamental para o entendimento do mundo. A falta da inscrição do Nome-do-Pai não permite espaço para a dúvida quanto aos delírios e alucinações. A forma de reconstrução do mundo que John Nash desenvolveu foi através das fórmulas matemáticas, onde ele significou a si próprio, ao Outro e conseguiu estabelecer uma ponte com o Real.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Bibliografia&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NASAR, Sylvia. &lt;b&gt;Uma mente brilhante&lt;/b&gt;. Tradução de Sérgio Moraes Rego. 4ª. Edição. Rio de Janeiro: Record, 2002.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NASH, John. &lt;b&gt;Autobiography&lt;/b&gt;. In &lt;a href="http://nobelprize.org/nobelfoundation/publications/lesprix.html"&gt;Les Prix Nobel&lt;/a&gt;. The Nobel Prizes 1994, Editor Tore Frängsmyr, Stockholm: Nobel Foundation, 1995. Disponível em: &amp;lt;&lt;a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1994/nash-autobio.html"&gt;http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1994/nash-autobio.html&lt;/a&gt;&amp;gt;, acesso em 25 de fevereiro de 2009.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUINET, Antonio. O refugiado dos símbolos falsos &lt;i&gt;in &lt;/i&gt;QUINET, Antonio, &lt;b&gt;Psicose e laço social&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7114502091440584826?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7114502091440584826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/08/psicose-luz-da-psicanalise-biografia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7114502091440584826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7114502091440584826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/08/psicose-luz-da-psicanalise-biografia-de.html' title='Psicose à luz da psicanálise: biografia de John Nash (estudo de caso)'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_wtXbnQdZUa8/R1ATOVgn4vI/AAAAAAAABC0/VwBO0TnMNGo/s72-c/000mente-brilhante-poster01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3725992024556525995</id><published>2011-07-31T20:03:00.002-03:00</published><updated>2011-08-06T20:00:48.966-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Mais considerações sobre o mundo intelectual... Entrevista de Luiz Felipe Pondé à Veja</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Li recentemente na Veja uma entrevista com o filósofo Luiz Felipe Pondé, cujo trabalho e vida desconheço, que, não obstante, me interessou bastante devido a sua crítica à elite intelectual brasileira.&amp;nbsp;Reproduzo aqui a entrevista na íntegra.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogdokimos.com/entrevista-de-luiz-felipe-ponde-a-veja/luizfelipe-300x225" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2011/07/luizfelipe-300x225.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Luiz Felipe Pondé (foto), 52, é um raro exemplo de filósofo brasileiro que consegue conversar com o mundo para além dos muros da academia. Seja na sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, seja em livros como o recém-lançado O Catolicismo Hoje (Benvirá), ele sabe se comunicar como o grande público sem baratear suas ideias. Mais rara ainda é sua disposição para criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. Pondé é um crítico da dominância burra que a esquerda assumiu sobre a cultura brasileira. Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, Pondé, em seus ensaios, conseguiu definir ironicamente o espírito dos tempos descrevendo um cenário comum na classe média intelectualizada: o jantar inteligente, no qual os comensais, entre uma e outra taça de vinho chileno, se cumprimentam mutuamente por sua “consciência social”. Diz Pondé: “Sou filósofo casado com psicanalista. Somos convidados para muitos jantares assim. Há até jantares inteligentes para falar mal de jantares inteligentes. Estudioso de teologia, Pondé considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular. Eis um pensador capaz de surpreender quem valoriza o rigor na troca de ideias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas nas Dinamarca do Século 19, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migrou de um cenário no qual o cristianismo era base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Como assim?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Quais são os temas mais comuns da conversa em um jantar desses?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Filhos são um tema recorrente. Todos falam de como seus filhos são diferentes dos outros porque frequentam uma escola que cobra R$ 2.000 por mês, mas é de esquerda e estuda a sério o inviável modelo econômico cubano. Ou dizem que a filha já tem consciência ambiental e trabalha e uma ong que ajuda as crianças da África. Também se fala sempre de algum filme chatíssimo de que todos fingem ter gostado para mostrar como têm repertório. Mais timidamente, há certa preocupação com a saúde e o corpo. Reciclar lixo, e mais recentemente, andar de bicicleta também são temas valorizados. Sempre se fala mal dos Estados Unidos, mas Barack Obama é um deus. Fala-se mal de Israel, sem conhecer patativa da história do conflito israelo-palestino. Mas, claro, é obrigatório enfatizar que você é antissionista, mas não antissemita, pois em jantar inteligente muito provavelmente haverá um judeu – apesar de serem muitas vezes judeus em crise consigo mesmos, o que é bem típico dos judeus.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Que assuntos são tabus?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine dizer em uma reunião na Dinamarca luterana de Kierkegaard que algumas mulheres são infelizes porque não chegam ao orgasmo. Seria um escândalo. Simetricamente, hoje é um escândalo dizer que as mulheres emancipadas e donas de seu nariz estão mesmo é loucas de solidão. No jantar inteligente, você tem sempre de dizer que a emancipação feminina não criou problemas para as mulheres, que os homens aprenderam a ser sensíveis e que uma mulher nunca vai dar um pé no homem que se mostre sensível demais. Os jantares inteligentes misturam cardápios interessantes — pratos peruanos ou, sei lá, vietnamitas – como papo-cabeça, mas servem à mesma função que os jantares dos pais dessas pessoas cumpriam: passar o tempo. Os problemas amorosos, sexuais e profissionais são os mesmos, mas todos se acham bem resolvidos. Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, o que deve ser uma excitação tremenda. Hoje, todos mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com o seu parceiro ou parceira. Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Quando começaram os jantares inteligentes?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A matriz histórica são os filósofos da França pré-revolucionária. Os saraus, os jantares em casa de condessas e marquesas eram então uma atividade da burguesia, ou de uma aristocracia falida, aburguesada. Eram uma das formas que a burguesia usava para constituir sua identidade, para mostrar que tinha cultura e opiniões. Mas era um grupo de vanguarda, que discutia a fratura e crises do pensamento. Nos jantares de hoje, a inteligência tem a mesma função do vinho chileno.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Não há lugar para um pensamento alternativo nem na hora da sobremesa?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não. A gente anos de ditadura no Brasil. Mas, quando ela acabou, a esquerda estava em sua plenitude. Tomou conta das universidades, dos institutos culturais, das redações de jornal. Você pode ver nas universidades, por exemplo, cartazes de um ciclo de palestras sobre o pensamento de Trotsky e sua atualidade, mas não se veem cartazes anunciando conferência sobre a crítica à Revolução Francesa de Edmund Burke, filósofo irlandês fundamental para entender as origens do conservadorismo. Não há um pensamento alternativo à tradição de Rousseau, de Hegel e de Marx. Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: “Ele não matou muita gente?” A professora se vira para a menina e responde: “O seu pai também mata muita gente de fome”. O que autorizou uma professora usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão e legitima esse tipo de julgamento moral sumário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Como essa tendência se manifesta na universidade?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O mundo das ciências humanos, em que há pouco dinheiro e se faz pouca coisa, é dominado pela esquerda aguada. Há muitos corporativismo e a tendência geral de excluir, por manobras institucionais, aqueles que não se identificam com a esquerda. Existe ainda a nova esquerda, para a qual não é mais o proletariado que carrega o sentido da história, como queria Marx. Os novos esquerdistas acreditam que esse papel hoje cabe às mulheres oprimidas, aos índios, aos aborígenes, aos imigrantes ilegais. Esses segmentos formariam a nova classe sobre a qual estaria depositada a graça redentora. Eu detesto política como redenção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por que a política não pode ser redentora?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Ao lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem se responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo. Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O senhor acredita em Deus?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Por que o senhor deixou de ser ateu?&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3725992024556525995?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3725992024556525995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/mais-consideracoes-do-mundo-intelectual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3725992024556525995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3725992024556525995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/mais-consideracoes-do-mundo-intelectual.html' title='Mais considerações sobre o mundo intelectual... Entrevista de Luiz Felipe Pondé à Veja'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-1101092847197027898</id><published>2011-07-29T12:09:00.000-03:00</published><updated>2011-07-29T12:09:19.218-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>DITADOS POPULARES (VERSÃO ACADÊMICA)</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Amigos, amigos, bolsas à parte.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Projeto fraco em editais duros tanto se envia até que é aprovado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Antes só do que mal orientado.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.posgraduando.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/aprovacao_pelo_orientador.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://www.posgraduando.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/aprovacao_pelo_orientador.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A pressa é inimiga da pesquisa-ação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.posgraduando.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/einstein.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://www.posgraduando.com/blog/wp-content/uploads/2011/03/einstein.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ppgcom.espm.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/charge_01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://ppgcom.espm.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/charge_01.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A recurso aprovado não se olha a fonte.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Diga-me qual teu grupo de pesquisa e te direi quem és.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_8Us7czZwmqg/TF3CPkG7daI/AAAAAAAADVw/IbwBYGQm5fo/s1600/Charge2010-labrinto-pesquisas.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="228" src="http://1.bp.blogspot.com/_8Us7czZwmqg/TF3CPkG7daI/AAAAAAAADVw/IbwBYGQm5fo/s320/Charge2010-labrinto-pesquisas.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para bom pesquisador meia referência basta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;8.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não adianta chorar sobre o edital vencido.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bike.snu.ac.kr/~senator/wp-content/uploads/conflict-of-interest-for-publication.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://bike.snu.ac.kr/~senator/wp-content/uploads/conflict-of-interest-for-publication.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em terra de mestres quem tem doutorado é rei.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. As capas das teses enganam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. A ocasião faz a comissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bike.snu.ac.kr/~senator/wp-content/uploads/paper_accepted2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" src="http://bike.snu.ac.kr/~senator/wp-content/uploads/paper_accepted2.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. O laboratório do vizinho é sempre melhor equipado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;13. O protocolo é o pai de todos os vícios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ppgcom.espm.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/charge_02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://ppgcom.espm.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/charge_02.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;14.&amp;nbsp;&amp;nbsp;É melhor um artigo publicado do que dois no prelo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. As más noticias chegam via protocolo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Azar no CNPq, sorte na FAPERGS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17.&amp;nbsp;Antes tarde do que perder o edital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;18. Artigos passados não movem o Lattes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;(Autor desconhecido)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-1101092847197027898?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/1101092847197027898/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/ditados-populares-versao-academica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1101092847197027898'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1101092847197027898'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/ditados-populares-versao-academica.html' title='DITADOS POPULARES (VERSÃO ACADÊMICA)'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_8Us7czZwmqg/TF3CPkG7daI/AAAAAAAADVw/IbwBYGQm5fo/s72-c/Charge2010-labrinto-pesquisas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3567751665865143750</id><published>2011-07-14T12:18:00.000-03:00</published><updated>2011-07-14T12:18:37.888-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pedagogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='condicionamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>BEHAVIORISMO EM CENA: As práticas pedagógicas behavioristas no filme "Tropa de Elite 1”</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Behaviorismo, do inglês bahavior (comportamento), é, como a própria análise etimológica deixa claro, uma teoria centrada no comportamento. Os primeiros estudos para uma ciência pautada na análise do comportamento remetem ao século XIX, quando o americano Thorndike e o russo Pavlov publicaram as suas primeiras pesquisas, nas quais atestavam a existência do condicionamento operante. No entanto, foram os estudos do psicólogo americano Watson sobre a análise do comportamento deram mais visibilidade para o behaviorismo, sobretudo aplicado aos seres humanos. Watson formulou o que chamamos de behaviorismo clássico, um behaviorismo cuja principal premissa afirma que a finalidade da psicologia é prevê e controlar o comportamento de todo e qualquer individuo. Esse objetivo seria conquistado através da preparação de um ambiente propício para a aprendizagem onde se controlariam os estímulos e as respostas necessárias para a mudança de comportamento do indivíduo. Repara-se que, até este momento, o behaviorismo interessava-se apenas por aquilo que é observável, deixando de lado tudo o que não era observável, como pensamentos, crenças e sentimentos. Foi somente com a formulação behaviorista de Skinner que esse quadro começou a mudar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-L_p3nVe5Wqc/Taz13t5ktAI/AAAAAAAAACo/ZLRkpo4pTRU/s1600/skinner.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="197" src="http://1.bp.blogspot.com/-L_p3nVe5Wqc/Taz13t5ktAI/AAAAAAAAACo/ZLRkpo4pTRU/s200/skinner.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Skinner considerava que a terminologia “comportamento” englobava todas as atividades de um organismo, inclusive as que se encontram “por debaixo da pele”. A proposta de behaviorismo de Skinner não centrou-se em experimentos, conforme as demais até então, mas sim numa reflexão filosófica sobre a questão. Skinner, não obstante confirmasse a existência de processos comportamentais “por debaixo da pele”, afirmava que, por uma questão de método, para eles não importavam muito a análise do comportamento, uma vez que os eventos mentais eram de natureza comportamental – e não causadores de comportamentos, como se poderia supor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Skinner teceu, ao longo de sua obra, diversas considerações sobre as questões que atravessam a educação, como a aprendizagem, o método de ensino e a própria escola. Algumas dos principais conceitos do ensino/aprendizagem behaviorista são resumidamente abordados abaixo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A aprendizagem segundo Skinner&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_jjyPOKCiZug/TNCCMSyN70I/AAAAAAAAADA/LHQKsjtAeeM/s1600/como-motivar-funcionarios.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_jjyPOKCiZug/TNCCMSyN70I/AAAAAAAAADA/LHQKsjtAeeM/s200/como-motivar-funcionarios.jpg" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Condicionamento operante&lt;/i&gt;: segue o modelo Sd-R-Sr, onde estímulo discriminativo aumenta a probabilidade de ocorrência de uma resposta se, após a resposta, for apresentado um estímulo reforçador.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Reforçamento&lt;/i&gt;: é o ato de reforçar determinado comportamento com a presença de uma determinada consequência que interfere na probabilidade da futura resposta frente ao mesmo estímulo. O reforçamento pode ser proveniente de um reforço positivo, negativo ou de uma punição.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Reforço positivo&lt;/i&gt;: é a presença de um estímulo agradável ao organismo após ele dar a resposta que se quer reforçar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Reforço negativo&lt;/i&gt;: é a retirada de um estímulo desagradável do ambiente após o organismo dar a resposta que se quer reforçar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Punição&lt;/i&gt;: e a apresentação de um estímulo após uma resposta indesejada para que ela cesse. Assim como o reforço, a punição pode ser positiva ou negativa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/09/puni%C3%A7%C3%A3o-300x240.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="160" src="http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2009/09/puni%C3%A7%C3%A3o-300x240.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;Punição positiva&lt;/i&gt;: apresenta-se um estímulo desagradável após a resposta que se deseja inibir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Punição negativa&lt;/i&gt;: retira-se um estímulo agradável após a resposta que se deseja inibir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Discriminação&lt;/i&gt;: manipula-se o ambiente de forma que um comportamento específico seja reforçado, diante de determinados estímulos, e não de outros, para um dado estímulo esperado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Generalização&lt;/i&gt;: o comportamento desejado é reforçado diante de vários estímulos diferentes ou semelhantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Aproximação sucessiva&lt;/i&gt;: consiste num método de aprendizagem e ensino individualizado, onde a informação é dividida em pequenas etapas e o aluno participa ativamente da sua própria aprendizagem, podendo controlar a progressão ou não às etapas seguintes, conforme vai acertando as respostas e sendo reforçado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ufrgs.br/psicoeduc/imagens/maquina-de-ensinar/figura11.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="186" src="http://www.ufrgs.br/psicoeduc/imagens/maquina-de-ensinar/figura11.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Avaliação&lt;/i&gt;: é fundamental para que o professor possa estabelecer estratégias para atingir os objetivos; possa controlar e replanejar a aprendizagem e verificar se os resultados desejados foram obtidos. Entretanto, Skinner preconizava que ela deveria ser individual e que o próprio aluno deveria ter o controle de suas avaliações e o feedback de suas respostas. Nesse sentido, a avaliação skinneriana é formativa, ou seja: um estímulo, uma orientação para que os alunos se empenhem mais nos estudos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Máquina de ensinar&lt;/i&gt;: dispositivo mecânico que funcionava com roldanas e fichas, onde o aluno rolava um texto recheado com questões e à medida que as respondia acertadamente seguia adiante, sendo esse feedback imediato um estímulo para o reforço do acerto e a correção dos erros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Interdisciplinaridade&lt;/i&gt;: seguindo a concepção de discriminação e generalização, diferentes disciplinas de conhecimento devem se integrar em um todo, respeitadas as suas diferenças, haja visto que o que é ensinado na verdade são comportamentos, e não conhecimentos de diversos tipos diferentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ensino de competências&lt;/i&gt;: o que é ensinado não são conhecimentos abstratos, mas, sim, mudanças de comportamento, através da mobilização de recursos teóricos, práticos e atitudes necessárias.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UL0-21ynuGA/TgsSyNyMf4I/AAAAAAAAAAM/fNED90Qadw0/s320/skinner.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="190" src="http://4.bp.blogspot.com/-UL0-21ynuGA/TgsSyNyMf4I/AAAAAAAAAAM/fNED90Qadw0/s200/skinner.bmp" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Aprendizagem em ciclos&lt;/i&gt;: é reflexo do ensino individualizado. Skinner entendia que o se deveria respeitar o ritmo de aprendizagem de cada aluno.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Escola&lt;/i&gt;: locais agradáveis, que, da mesma forma que lojas bem-administradas, restaurantes, teatros, devem ser bonitas e atraentes, para onde os alunos irão não por medo de serem punidos, mas porque desejam estar nela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Papel do professor&lt;/i&gt;: devem se aproximar mais dos alunos, conversar, dar conselhos, provavelmente ficando em contato com seus estudantes por mais de um ano e conhecendo-os melhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Sobre a escolha do filme “Tropa de Elite”&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A escolha de um filme centrado nas atividades militares para ilustrar as práticas pedagógicas behaviorista se deve às poucas opções de filmes centrado no cotidiano escolar onde impera o behaviorismo. De fato, podemos encontrar alguns exemplos de práticas behavioristas em diversos filmes, tais como “A sociedade dos Poetas Mortos”, “A experiência”, “&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/onda.html"&gt;A onda&lt;/a&gt;”, “Um tira no Jardim de infância” e mesmo o documentário “&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/olhos-azuis-o-experimentodocumentario.html"&gt;Blue eyes&lt;/a&gt;”, porém em nenhum deles as práticas behavioristas possuem tanto destaque quanto no filme Tropa de Elite.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, no filme “Tropa de Elite” o behaviorismo aparece basicamente como meio de reforçamento e punição como forma de manter o controle e atingir os objetivos. Embora esses elementos estejam presente na teoria behaviorista, que inclusive permeiam o imaginário social, devemos atentar para o fato de que o behaviorismo é uma teoria muito mais ampla do que a que é apresentada no filme. Embora no filme o behaviorismo apareça enquanto teoria que dá suporte inclusive a práticas traumáticas como forma de aprendizagem, o behaviorismo aplicado às práticas escolares tal como formulado por Skinner ia para o outro oposto, sendo, acima de tudo, uma teoria que possibilitaria os seres humanos desenvolverem plenamente as suas habilidades e tornarem-se pessoas melhores, tornando a vida em sociedade a melhor possível, tal como o próprio Skinner ilustrou no livro “&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/walden-ii.html"&gt;Walden II: uma sociedade do futuro&lt;/a&gt;”, seu projeto utópico de sociedade ideal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de um mundo no qual as pessoas convivem pacificamente, se mantêm produzindo o necessário a sua sobrevivência, divertem-se através de atividades culturais e jogos, consomem apenas uma parte razoável dos recursos do mundo, reduzem ao máximo possível à sua poluição, têm somente o número de filhos que podem criar decentemente, possuem uma excelente qualidade de vida, continuam a explorar o mundo ao seu redor e a descobrir modos melhores de lidar com ele e vem a se conhecer com precisão, e, portanto, controlam-se efetivamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A possibilidade de se garantir a sobrevivência de Walden II encontra-se        diretamente relacionada à possibilidade de desenvolver um ambiente social repleto de reforçadores selecionados de forma que façam com que o comportamento não apenas seja controlado pelas suas conseqüências imediatas, como também pelas conseqüências em longo prazo. É uma sociedade caracterizada por uma maleabilidade que permita a ela identificar e solucionar seus problemas, de forma eficaz, e até mesmo ser capaz de antever seu futuro. Para isso, foi necessário criar e cultuar práticas sociais que levassem em consideração o controle do ambiente físico e do ambiente social sobre o comportamento humano. Foi preciso também que tais práticas considerassem as suas próprias conseqüências, para os indivíduos, a comunidade e o ambiente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As técnicas da “engenharia comportamental” eram utilizadas desde cedo nos habitantes de Walden II. São impostos às crianças obstáculos, cuja dificuldade aumenta gradativamente e conseqüências são previsíveis, visando auxiliá-las a desenvolver um maior autocontrole sobre seus pensamentos, comportamentos e suas emoções. Tais obstáculos abrangem desde orientar as crianças a não lamberem um pirulito até tirar a sorte na moeda para ver qual das duas crianças que chegaram a casa após um longo passeio, cansadas e famintas, desfrutará do almoço imediatamente e qual terá que esperar cinco minutos em silêncio para fazê-lo. No último exemplo, se existir alguma emoção negativa, ela deverá ser dirigida contra a moeda lançada e não contra o seu próximo. Através de várias técnicas da “engenharia comportamental”, sentimentos como inveja, desconfiança e aborrecimento são neutralizados ainda na infância, a fim de facilitar a vida em comunidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://static.sftcdn.net/br/scrn/68000/68966/tropa-de-elite-3.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://static.sftcdn.net/br/scrn/68000/68966/tropa-de-elite-3.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa aplicação do behaviorismo em prol da construção e uma sociedade idílica não será vista em “Tropa de Elite”. “Tropa de Elite” é um filme brasileiro produzido por José Padilha em 2007, que tem como temática central a violência urbana no Rio de Janeiro e as ações do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). Eis a sinopse oficial do filme:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nascimento, capitão da Tropa de Elite do Rio de Janeiro, é designado para chefiar uma das equipes que tem como missão “apaziguar” o Morro do Turano por um motivo que ele considera insensato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas ele tem que cumprir as ordens enquanto procura por um substituto. Sua mulher, Rosane, está no final da gravidez e todos os dias lhe pede para sair da linha de frente do Batalhão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pressionado, o capitão sente os efeitos do estresse. Neste clima, é chamado para mais uma emergência num morro. Em meio a um tiroteio em um baile funk, Nascimento e sua equipe têm que resgatar dois aspirantes a oficiais da PM: Neto e Matias. Ansiosos para entrar em ação e impressionados coma eficiência de seus salvadores, os dois se candidatam ao curso de formação da Tropa de Elite.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;O behaviorismo em “Tropa de Elite”&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento: Alinha todo mundo aqui na minha frente. Vou perguntar uma vez só: quem tá com a carga? Quem tá com a carga? Quem tá com a carga?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: Não sei, não.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Quem tá com a carga? Quem tá com a carga?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: não sei, não. Eu sou estudante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Você é o quê?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: Eu sou...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Você é estudante? Bota a cara aí. (Pega o estudante brutamente e encosta o rosto dele no rosto de um baleado.) Tá vendo isso? Aqui. Tá vendo esse buraco aqui? (E. acena que sim com a cabeça.) Quem matou esse cara aqui?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: Eu não vi.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Quem matou esse cara aqui?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: Eu não vi.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Você viu. Quem matou? Pode falar. (Dá um tapa no rosto de E.) Quem matou? (Dá outro tapa no rosto de E.) Fala! (Dá outro tapa no rosto de E.) Fala! (Dá outro tapa no rosto de E.) Fala! (Dá outro tapa no rosto de E.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E: Foram vocês.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Vocês é o caralho, vocês é o caralho. Quem matou esse cara aqui foi você, seu viado. É você que financia (dá um tapa no rosto de E) essa merda aqui, seu maconheiro, seu merda. A gente vem aqui pra desfazer a merda que você faz. É você que financia essa merda, seu viado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Punição pela resposta errada&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “estudante” foi punido até falar a resposta esperada pelo Capitão Nascimento, ou seja, enquanto não falava a resposta correta ele apanhou e só parou quando respondeu corretamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;--------------------------------------&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.confrariadecinema.com.br/img/cena/grande/Tropa-de-Elite-11.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://www.confrariadecinema.com.br/img/cena/grande/Tropa-de-Elite-11.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento: Acha que ninguém aqui sabe que você recebe dinheiro do tráfico? Acha que ninguém aqui sabe que você recebe dinheiro do jogo do bicho? O senhor saber porque o número do senhor é 01? É porque o senhor vai ser o primeiro a desistir e eu vou fazer o senhor desistir. Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair. Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Capitão Nascimento dá um tapa no rosto de 01.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair. (Capitão Nascimento dá outro tapa no rosto de 01.) Pede para sair. (Capitão Nascimento dá um tapa no rosto de 01.) Pede para sair. Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não, senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Capitão Nascimento dá outro tapa no rosto de 01.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Capitão Nascimento dá outro tapa no rosto de 01.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pede para sair.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Vou te encher de porrada...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Capitão Nascimento bate repetidas vezes em 01, aumentando a intensidade e diminuindo os intervalos, e outros policiais se junto ao Capitão para também agredir o 01.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01: Eu desisto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Coro de policiais festejando.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Punição pela resposta errada&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto não deu a resposta desejada pelo Capitão Nascimento, o aspirante recebeu punições até dizer a resposta esperada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Generalização&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento estimulou o 01 (com agressões) até conseguir o seu objetivo: fazer com o que o aspirante desista de participar do treinamento, atingindo o comportamento adequado do Capitão Nascimento&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Reforço positivo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A comemoração dos policiais do BOPE após a desistência do aspirante 01 foi o estímulo apresentado no ambiente após a resposta correta dada pelo 01.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;--------------------------------------&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento: O conceito de estratégia, em grego, Στρατηγική, em latim, strategy, em francês, stratégie... Os senhores estão anotando?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coro: Sim, senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Vou pedir isso na prova. Em inglês, strategy, em alemão, strategie, em italiano, strategia, em espanhol...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comandante: Senhor coordenador?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Pois não, senhor comandante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comandante: O5 está dormindo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Senhor 05?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;05: Sim senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Tenha bondade. (Entrega uma granada nas mãos do aluno e tira o pino.) Senhor 05, se o senhor deixar essa granada cair o senhor vai explodir o turno inteiro, o senhor vai explodir os seus colegar, o senhor vai explodir os meus auxiliares, o senhor vai me explodir. O senhor vai dormir, senhor 05?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;05: Não senhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Estamos todos confiando no senhor. (pausa) Eu vou retomar o raciocínio. O conceito de estratégia [...]&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Prova como instrumento de controle e estímulo a aprendizagem&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando Capitão Nascimento diz que vai pedir na prova, ele usa esse método para todos os aspirantes prestem atenção no que ele está dizendo, evitando que conversem entre si, pois estão avisados que o conceito irá ser cobrado na prova.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Punição&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao perceber que o aspirante 05 estava dormindo, o Capitão Nascimento o expôs para todo turno, dando lhe uma granada e avisando caso deixe cair, ele irá matar o turno inteiro. Dessa forma, a punição foi usada para que o 05 não faça isso novamente e transformou-o em um exemplo para os outros aspirantes para que não repitam o que 05 fez.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-------------------------------------&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;André: Cadê o baiano?&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;M: Não sei.&lt;br /&gt;André: Cadê o baiano?&lt;br /&gt;M: Não sei.&lt;br /&gt;(André bate do rosto de M)&lt;br /&gt;André: Cadê o baiano?&lt;br /&gt;M: Não sei.&lt;br /&gt;(André bate novamente do rosto de M)&lt;br /&gt;André: Fala! Cadê o baiano?&lt;br /&gt;M: Não sei.&lt;br /&gt;André: Bota no saco.&lt;br /&gt;(Os demais policiais colocam o rosto de M num saco plástico até ele quase sufocar)&lt;br /&gt;André: Cadê o baiano? Cadê a porra do baiano, filho da puta?&lt;br /&gt;M: Não sei, não.&lt;br /&gt;Capitão Nascimento: Tira a calça dele.&lt;br /&gt;(Capitão Nascimento pega uma vassoura que estava na mata. M. protesta aos berros.)&lt;br /&gt;André: Tu vai falar, filho da puta.&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;- Punição pela resposta errada&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;A resposta dada pelo menino não foi a que o Capitão Nascimento esperava. Então, foi aplicada uma punição (tapas, uso do saco pra prender a respiração e a vassoura) até receber a resposta adequada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Generalização&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após vários estímulos provocados por Capitão Nascimento e André (agressões), o menino retornou um comportamento esperado pelos policiais do BOPE: enfim ele disse a resposta correta&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-----------------------------------------&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Capitão Nascimento narra sobre a Conduta de patrulha onde ele       não admite erro, enquanto o Neto e o André fazem patrulha juntos por entre conteiners.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Quando farda preta entra na favela entra para matar nunca para morrer"&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Neto está entrando na favela tendo o Capitão Nascimento como parceiro)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;M: Porra mané sujo, sujo, corre...(e os meliantes correm)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Entra, entra" (Neto mandando uma senhora entrar em casa)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento narra: "quem fosse me substituir tinha que saber disso (está se referindo à conduta de patrulha)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neto: Capitão, o fogueteiro corre para lá.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: é um só?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neto: tá sozinho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: é um só?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neco: vou pegar. (e corre para dentro da favela sem ir com a cobertura, em meio a troca de tiros)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: pera ai, porra, pera ai caralho, volta porra! Volta! Volta!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Neto entra na favela sozinho e passa por uma área aberta cercada de casas, começa um foguetório e aparecem vários bandidos que começam a atirar na direção do Neto)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Capitão Nascimento espera cobertura e vai em busca do Neto. Aproximando-se de onde o Neto está (atrás de uma pilha de entulho).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Lá na laje, na laje. (aponta para sua cobertura a posição de um dos Meliantes.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/10/15/15_MHG_rio_tropa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2007/10/15/15_MHG_rio_tropa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: volta porra, volta caralho, volta! Volta! Volta!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(Neto volta, o Capitão Nascimento agarra-o pela gola da farda)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CN: Tira essa roupa preta, tira essa roupa preta que você não merece usar. Você não é caveira, você é muleque!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;(aplica-lhe um tapa no rosto).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Avaliação&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento levou seus homens para a favela e assim avaliar quem era o melhor para poder ocupar o seu lugar no comando do grupo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Punição&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A desobediência do Neto causou a irritação do Capitão Nascimento e como conseqüência quase causou a sua expulsão do mesmo do grupo de elite da polícia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Generalização&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Capitão Nascimento criou diversos estímulos para que, enfim, Neto comportasse de acordo com o seu desejo, obedecendo a sua vontade de voltar ao grupo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Considerações Finais&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podemos perceber características diversas características do Behaviorismo Skinneriano no filme “Tropa de Elite”, tais como punição, reforçamento, prova como instrumento de controle e aprendizado, etc. No filme, o Capitão Nascimento ocupa o cargo de controlador, responsável por criar estímulos de aprendizado e punições de acordo com a resposta apresentada. Em sala de aula, esse papel é destinado aos professores e administradores da escola. No entanto vale destacar que ao contrário do que o filme mostra e tal como pontuamos anteriormente, o Behaviorismo pode ser aplicado sem gerar grandes traumas nas pessoas. No filme, como se trata de um treinamento militar de elite (onde somente os mais aptos devem resistir), as técnicas behavioristas são aplicadas de forma muito agressiva e conquistam os resultados desejados. Porém a ideia utópica de ensino behaviorista skinneriano envolvia a aplicação das técnicas behavioristas de forma bem mais suave e individualizada, respeitando o tempo e as idiossincrasias de cada aluno para atingir o resultado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Referências bibliográficas&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;BANACO, Roberto Alves. Emoção e ação pedagógica na infância: contribuições da psicologia comportamental. Temas psicol.,  Ribeirão Preto,  v. 1,  n. 3, dez.  1993.   Disponível em &lt;http: pepsic.bvsalud.org="" scielo.php?script="sci_arttext&amp;amp;pid=S1413-389X1993000300008&amp;amp;lng=pt&amp;amp;nrm=iso"&gt;. acesso em  10  jun.  2011.&amp;nbsp;&lt;/http:&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Camargo, Eder Pires de &amp;amp; Angélico, Antonio Paulo. O desenvolvimento e a aprendizagem: diferentes abordagens que visam auxiliar  o professor em sua prática pedagógica. Revista Humanidades. , v.6, p.51 - 77, 2004. Disponível em: &lt;www.dfq.feis.unesp.br ...="" artigo21-desenvolvimentoeaprendizagem.doc=""&gt;. acesso em  10  jun.  2011.&amp;nbsp;&lt;/www.dfq.feis.unesp.br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PICADO, Luís. A indisciplina em sala de aula: uma abordagem comportamental e cognitivista. 2009. Disponível em: &amp;lt;&lt;a href="http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A0484.pdf"&gt;http://www.psicologia.com.pt/artigos/textos/A0484.pdf&lt;/a&gt;&amp;gt;. acesso em  10  jun.  2011.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;http://www.tropadeeliteofilme.com.br/&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3567751665865143750?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3567751665865143750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/behaviorismo-em-cena-as-praticas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3567751665865143750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3567751665865143750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/07/behaviorismo-em-cena-as-praticas.html' title='BEHAVIORISMO EM CENA: As práticas pedagógicas behavioristas no filme &quot;Tropa de Elite 1”'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-L_p3nVe5Wqc/Taz13t5ktAI/AAAAAAAAACo/ZLRkpo4pTRU/s72-c/skinner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4446762288710605713</id><published>2011-05-27T16:20:00.000-03:00</published><updated>2011-05-27T16:20:47.229-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia – Dia 8</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje ficamos passeando pela cidade murada, olhando as lojinhas (carinhas) que tem por lá (basicamente vendendo as mesmas coisas pelos mesmos preços), circundando a cidade novamente e tal. Fomos ao museu da inquisição, que tem uma parte bem interessante sobre onde são expostos diversos equipamentos antigos de tortura. Lá também descobrimos que a cidade entrou em processo de reforma há poucos anos e que talvez seja esse o motivo terem um colorido tão bonito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-x31fYiv3JGI/Td_3VfWLhBI/AAAAAAAACHE/UXOYHloKAe0/s1600/DSC02329.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-x31fYiv3JGI/Td_3VfWLhBI/AAAAAAAACHE/UXOYHloKAe0/s320/DSC02329.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1X93DNM2YX4/Td_2yo4C9dI/AAAAAAAACHA/9ZF1WUtiUXM/s1600/DSC02327.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-1X93DNM2YX4/Td_2yo4C9dI/AAAAAAAACHA/9ZF1WUtiUXM/s320/DSC02327.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois fomos ao museu do ouro, que fica praticamente em frente ao museu da inquisição. Ele é bem interessante, conforme íamos vendo os artefatos que os indígenas de lá faziam me deu uma certa vergonha dos nossos artefatos indígenas. Lá eles faziam peças em ouro minuciosamente trabalhadas, muito bonitas. Detalhe para o guarda do museu, que acompanha a libertadores e sabe sobre diversos times brasileiros. Almoçamos num lugar próximo ao museu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BiqrYd5KxDU/Td_4Dnmxz4I/AAAAAAAACHI/5f1sV3UZyVs/s1600/DSC02334.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-BiqrYd5KxDU/Td_4Dnmxz4I/AAAAAAAACHI/5f1sV3UZyVs/s320/DSC02334.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Para descansar, decidimos fazer igual ao pessoal local e ficar sentados descansando, papeando em um dos diversos buracos existentes na muralha. Como foi difícil achar um buraco vago para chamar de nosso! Quando achamos, entendemos porque eles são tão competidos: o lugar é perfeito para passar o horário de maior sol em Cartagena – na muralha, com vista para o mar, aproveitando a brisa fresquinha e na sombra. Um verdadeiro charme!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LoOdIJahoSs/Td_4xoZT6DI/AAAAAAAACHQ/r0Jf4V1vhMc/s1600/DSC02338.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-LoOdIJahoSs/Td_4xoZT6DI/AAAAAAAACHQ/r0Jf4V1vhMc/s320/DSC02338.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após, voltamos ao hotel para pegarmos as malas. :(&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para voltarmos ao Rio, tivemos que pegar um vôo no simpático aeroporto de Cartagena com destino à Bogotá, onde pegamos outro com destino a São Paulo e depois, Rio.&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vYreQqsxfpc/Td_4eihAwnI/AAAAAAAACHM/aFr4afkp4Gc/s1600/DSC02335.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-vYreQqsxfpc/Td_4eihAwnI/AAAAAAAACHM/aFr4afkp4Gc/s320/DSC02335.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aeroporto de Cartagena&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4446762288710605713?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4446762288710605713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-8.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4446762288710605713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4446762288710605713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-8.html' title='Colômbia – Dia 8'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-x31fYiv3JGI/Td_3VfWLhBI/AAAAAAAACHE/UXOYHloKAe0/s72-c/DSC02329.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8110125649162424951</id><published>2011-05-27T16:05:00.000-03:00</published><updated>2011-05-27T16:05:11.491-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia – Dia 7</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5xCto9YFfGA/Td_yDZmcffI/AAAAAAAACGw/W2Ig6XwozEM/s1600/DSC02316.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-5xCto9YFfGA/Td_yDZmcffI/AAAAAAAACGw/W2Ig6XwozEM/s320/DSC02316.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;O nosso passeio de hoje começa com a ida ao Castelo São Felipe, que é bem próximo do nosso hotel. Apesar de meio caro (cerca de R$ 16,00 – sem o áudio), vale cada centavinho gasto. Muito bom! O castelo foi construído aos poucos para ser a última resistência de Cartagena contra os piratas que constantemente invadiam a cidade para saquear. Todo de pedra, ele está mais para um forte, na verdade, pois o seu interior é composto somente de túneis, alguns pequenos, outros grandes, outros gigantescos e todos sem mapas – ou seja, você entra sem ter a mínima noção de onde vai dar. E em alguns locais do castelo só dá para chegar através dos túneis – qual, só testando para ver. Em alguns trechos o túnel fica sem iluminação, então tem que ir tateando para se guiar, sendo que algumas vezes você acha que o túnel dobra mas na verdade é apenas um dos refúgios para atirar de dentro do castelo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZkeJbXyHXIA/Td_wsCX1sDI/AAAAAAAACGg/UBuBgFsLfxc/s1600/DSC02275.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZkeJbXyHXIA/Td_wsCX1sDI/AAAAAAAACGg/UBuBgFsLfxc/s320/DSC02275.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hzB6nmiCmAs/Td_wTCf0YSI/AAAAAAAACGc/PsU_mxUz5_E/s1600/DSC02272.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-hzB6nmiCmAs/Td_wTCf0YSI/AAAAAAAACGc/PsU_mxUz5_E/s320/DSC02272.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hlquSwm4Y7s/Td_v_dPiESI/AAAAAAAACGY/0t-DtgFylRc/s1600/DSC02269.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-hlquSwm4Y7s/Td_v_dPiESI/AAAAAAAACGY/0t-DtgFylRc/s320/DSC02269.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após aquelas andanças de ontem sob o sol que me deixaram com os ombros ardidos, hoje me rendi ao guarda-chuva. Nas ruas eu observei que são os turistas que costumam usar chapéus, o uso de guarda-chuva é prática comum dos locais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s5WOPQKR9AM/Td_w0tjf2qI/AAAAAAAACGk/8yXP1qBrVxo/s1600/DSC02277.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-s5WOPQKR9AM/Td_w0tjf2qI/AAAAAAAACGk/8yXP1qBrVxo/s320/DSC02277.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos túneis em que entramos, que provavelmente era o maior, era cheio de curvas e terminava em uma descida muito íngreme e sem luz na maior parte do tempo. O final dessa descida dava em um corredor que devia ser imenso para os dois lados, absolutamente não iluminado. Quando a descida terminou que desci o degrau que dava nesse corredor, meus pés sentiram a presença de algo gelado. Mesmo com o imenso receio de que provavelmente era esgoto, ainda me arrisquei a andar um pouquinho para o lado esquerdo do corredor, quando, com a iluminação do flash da câmera, avistamos uns canos jogados no chão. Eu, que já estava achando aquilo tudo muito estranho e só ficava imaginando a anaconda saindo daqueles corredores e vindo me pegar, dei meia volta na mesma hora e fiz todo o percurso de volta. (Até porque já estávamos quase sem bateria na câmera e não poderíamos usar o seu flash para iluminar o caminho.) Esses túneis são a maior diversão, da próxima vez que for a Cartagena levarei todo o kit de Indiana Jones só e tirarei o dia só para ficar explorando o lugar – sem parar nos canos, é claro. O meu palpite é que acabaria em algum esgoto ou rio da cidade, mas enfim.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Blgys6sUqLE/Td_xCD_uMhI/AAAAAAAACGo/jYNQx7odyE8/s1600/DSC02287.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-Blgys6sUqLE/Td_xCD_uMhI/AAAAAAAACGo/jYNQx7odyE8/s320/DSC02287.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sRoqrY9tQoQ/Td_xaWfJsDI/AAAAAAAACGs/l7mrmAPNjVY/s1600/DSC02309.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-sRoqrY9tQoQ/Td_xaWfJsDI/AAAAAAAACGs/l7mrmAPNjVY/s320/DSC02309.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Conseguiu visualizar o final do túnel?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-akPJfWdXID4/Td_yrDf0MuI/AAAAAAAACG8/VYCIxbj_39w/s1600/DSC02325.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-akPJfWdXID4/Td_yrDf0MuI/AAAAAAAACG8/VYCIxbj_39w/s320/DSC02325.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o almoço voltamos para o hotel para pegar uma piscininha para me curar da insolação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À noite fomos para um restaurante chique na cidade murada e depois de volta pra casa – digo, pro hotel. Amanhã será o último dia na Colômbia... :(&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-lhT8Zncu59k/Td_ye58NduI/AAAAAAAACG4/IAqOh6TAlzM/s1600/DSC02324.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-lhT8Zncu59k/Td_ye58NduI/AAAAAAAACG4/IAqOh6TAlzM/s320/DSC02324.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-8110125649162424951?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/8110125649162424951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-7.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8110125649162424951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8110125649162424951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-7.html' title='Colômbia – Dia 7'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5xCto9YFfGA/Td_yDZmcffI/AAAAAAAACGw/W2Ig6XwozEM/s72-c/DSC02316.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4605705080138621475</id><published>2011-05-27T15:31:00.002-03:00</published><updated>2011-05-27T16:04:43.616-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia – Dia 6</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-6OTgu9SlzUE/Td_nCqDNWRI/AAAAAAAACFs/LTp6w7jBEA4/s1600/DSC02218.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-6OTgu9SlzUE/Td_nCqDNWRI/AAAAAAAACFs/LTp6w7jBEA4/s200/DSC02218.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-LxMZfDhMAXU/Td_l2uIKDcI/AAAAAAAACFc/K_1mHFeouss/s1600/DSC02209.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-LxMZfDhMAXU/Td_l2uIKDcI/AAAAAAAACFc/K_1mHFeouss/s200/DSC02209.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-dx69ZCQI5Es/Td_k0I-6nAI/AAAAAAAACFQ/C9Caxa-vjjo/s1600/DSC02167.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-dx69ZCQI5Es/Td_k0I-6nAI/AAAAAAAACFQ/C9Caxa-vjjo/s200/DSC02167.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Etk2ftZELa8/Td_llXTMH-I/AAAAAAAACFY/ifSlWS4nwIw/s1600/DSC02191.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-Etk2ftZELa8/Td_llXTMH-I/AAAAAAAACFY/ifSlWS4nwIw/s320/DSC02191.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira impressão da cidade murada foi péssima. Assim que passos pelos portões da entrada principal nos deparamos com um sem-número de turistas e um outro sem-número de vendedores nos abordando. Abstraindo isso, logo no início já percebemos que a cidade é realmente muito bonita, toda colorida, reformada. Dá para circundar a cidade murada quase toda por cima dos próprios muros, que são bastante largos. Esse percurso dura cerca de uma hora. De lá de cima temos uma vista privilegiada tanto das cores da cidade quando do mar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-co1U92ABAa0/Td_lIDzcmyI/AAAAAAAACFU/zVvosguFJmY/s1600/DSC02188.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-co1U92ABAa0/Td_lIDzcmyI/AAAAAAAACFU/zVvosguFJmY/s200/DSC02188.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5JLk7Sl-YbA/Td_mrYn5f4I/AAAAAAAACFo/XMA9ulWpt7o/s1600/DSC02215.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-5JLk7Sl-YbA/Td_mrYn5f4I/AAAAAAAACFo/XMA9ulWpt7o/s320/DSC02215.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentro da cidade murada existem basicamente estabelecimentos comerciais – muitas lojas e restaurantes e alguns museus e igrejas. As igrejas mais famosas cobram uma fortuna pela visitação – uns R$ 15. Não fomos a nenhuma dessas, somente aquelas que conseguimos visitar durante as missas. As igrejas eram bonitas, mas nada de muito especial – exceto pelo teto de uma igrejinha nem tão famosa, que era todo de madeira trabalhada, se não me engano – para os que se interessaram, essa é a tal que o Lonely Planet afirma possuir uma bala de canhão em alguma parte dela (não conseguimos achar essa tal bala, diga-se de passagem).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BBXIErUtnOU/Td_oRVNazBI/AAAAAAAACGE/My6WGFaNvuI/s1600/DSC02247.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-BBXIErUtnOU/Td_oRVNazBI/AAAAAAAACGE/My6WGFaNvuI/s320/DSC02247.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-sB8bV47zesA/Td_okYcmJRI/AAAAAAAACGI/PnZ8M2pszps/s1600/DSC02248.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-sB8bV47zesA/Td_okYcmJRI/AAAAAAAACGI/PnZ8M2pszps/s320/DSC02248.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LTXcaZ0xsdI/Td_meKU57CI/AAAAAAAACFk/K5n6dt1CyiE/s1600/DSC02213.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-LTXcaZ0xsdI/Td_meKU57CI/AAAAAAAACFk/K5n6dt1CyiE/s320/DSC02213.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O quiosque do Sancocho.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fomos almoçar um prato típico da região, ceviche de camarão, lá na região hoteleira de Cartagena – que fica numa praia bem feinha, para falar a verdade. Andamos à beça da cidade murada até lá e debaixo de um sol escaldante. Na hora nem achei que o tal do sancocho valeu a pena, mas agora estou buscando algum lugar no Rio que venda esse negócio. Muito bom!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sFG6DlJQ8t0/Td_mI2Uw7gI/AAAAAAAACFg/guoABe-CAe4/s1600/DSC02212.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-sFG6DlJQ8t0/Td_mI2Uw7gI/AAAAAAAACFg/guoABe-CAe4/s320/DSC02212.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Praia de Cartagena&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SvttdNMuo78/Td_nw89kNMI/AAAAAAAACF4/fSLLpdjpsrU/s1600/DSC02235.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-SvttdNMuo78/Td_nw89kNMI/AAAAAAAACF4/fSLLpdjpsrU/s320/DSC02235.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois voltamos para a cidade murada, ficamos nos perdendo lá pelas ruas coloridas. À tarde a turistada já tinha sumido e os vendedores também, de forma que a caminhada pela cidade foi muito agradável. Por fim, assistimos o pôr-do-sol em cima da muralha. Fantástico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kUVYnw4j7eU/Td_n4c1OwkI/AAAAAAAACF8/P85lXyGFHfs/s1600/DSC02239.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-kUVYnw4j7eU/Td_n4c1OwkI/AAAAAAAACF8/P85lXyGFHfs/s200/DSC02239.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W1tWaEieHi4/Td_oA0ImH_I/AAAAAAAACGA/cX4lTsXWHBE/s1600/DSC02245.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://4.bp.blogspot.com/-W1tWaEieHi4/Td_oA0ImH_I/AAAAAAAACGA/cX4lTsXWHBE/s200/DSC02245.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CJFnIsnViDU/Td_oy_LApII/AAAAAAAACGM/IqzEHXCPbGs/s1600/DSC02262.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-CJFnIsnViDU/Td_oy_LApII/AAAAAAAACGM/IqzEHXCPbGs/s320/DSC02262.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Krioula qualquer-coisa&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À noite fomos jantar num restaurante bem bacana lá da cidade murada (Krioula alguma coisa), porém muito caro para o que serve. Imagine você pagar 40 pratas por um prato com 5 camarões com rabo e cabeça?! Valeu mais pelo clima do lugar, que era superbacana. (Uma pequena observação: alguns locais não acrescentam o imposto de 16% no preço do cardápio, de forma que você pode ter uma surpresa na conta se não se informar primeiro).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_x4ZpX0q0Eg/Td_o_m57uXI/AAAAAAAACGQ/iR02lbwqUXk/s1600/DSC02265.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-_x4ZpX0q0Eg/Td_o_m57uXI/AAAAAAAACGQ/iR02lbwqUXk/s200/DSC02265.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;5 camarões...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois voltamos andando até o hotel. A cidade me passou a sensação de segurança, porém muitas prostitutas ficam nas esquinas dos arredores da entrada principal da muralha, o que dá uma enfeiada no local quando anoitece.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4605705080138621475?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4605705080138621475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-6.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4605705080138621475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4605705080138621475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-6.html' title='Colômbia – Dia 6'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-6OTgu9SlzUE/Td_nCqDNWRI/AAAAAAAACFs/LTp6w7jBEA4/s72-c/DSC02218.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8492461844579816298</id><published>2011-05-26T20:48:00.007-03:00</published><updated>2011-05-26T20:48:49.775-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia – Dia 5</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kYaNJwE99xw/Td7eGxxKgHI/AAAAAAAACFA/gtV8IDPKWXU/s1600/DSC02157.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-kYaNJwE99xw/Td7eGxxKgHI/AAAAAAAACFA/gtV8IDPKWXU/s320/DSC02157.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Finalmente saímos para conhecer a “cidade branca”. Na verdade, ela só é branca no centro histórico, como era de se imaginar. É interessante a sensação de se estar numa cidade onde as paredes são todas brancas, a privação sensorial faz parecer que estamos em um manicômio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As maioria das igrejas elencadas pelo Lonely Planet só abrem para as missas, por isso só visitamos 2 igrejas. A primeira delas foi logo no início da nossa caminhada pelas ruas do centro histórico – vazias às 10 da manhã. A cidade já é branca, agora parecia fantasma, sem ninguém nas ruas exceto o exército colombiano fortemente armado, sobretudo ao redor da praça principal. Entramos em uma igreja e... Tcharã!!!! Encontramos o que até então parecia ser toda a população local lá dentro, celebrando uma missa de ordenação. Assistimos um pouquinho dessa missa e depois fomos procurar algo para ver além da branquidão dos muros.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De alguma forma chegamos ao inicio de um caminho que dava numa igrejinha que parecia ter uma vista interessante. Uma senhora que morava em uma das últimas casas antes do início do caminho para a igreja nos alertou para não ficarmos com a câmera nas mãos, pois o caminho até a igreja tinha muito assalto. Após esse aviso da moradora local, imagine como subimos até a igrejinha...&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WVK38Hlnz-I/Td7eXjN4ikI/AAAAAAAACFE/P_CLEdjErhM/s1600/DSC02159.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-WVK38Hlnz-I/Td7eXjN4ikI/AAAAAAAACFE/P_CLEdjErhM/s320/DSC02159.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os cachorrinhos deram uma corzinha a esta casa...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabou que não aproveitamos nada do caminho até a igreja, que na minha opinião era a parte mais bonita do passeio. E por conta do alerta da senhora, não tenho nenhuma fotinha para mostrar a beleza do caminho de pedra envolto por plantas e com esculturas representando o que eu nem tive tempo de olhar para identificar no meio do caminho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1-R2GIupoTc/Td7fDluyW3I/AAAAAAAACFM/ctuQiw2TYuc/s1600/DSC02163.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-1-R2GIupoTc/Td7fDluyW3I/AAAAAAAACFM/ctuQiw2TYuc/s320/DSC02163.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;A vista não era tão boa assim porque a igreja não era tão alta e as árvores precisavam ser podadas. A igreja também não tinha nada de muito especial. Após 3 horas de visita à cidade e com a sensação de já ter visto tudo, sentamos na escadaria da igreja e ficamos conversando. Foi aí que ocorreu algo muito engraçado: um senhor, que estava acompanhado de sua esposa, começou a olhar me encarando, e eu sem entender nada. Aí ele vai subindo a escadaria de forma a passar bem do meu lado, para, me encara mais um pouco com uma cara de raiva e pergunta: “és francesa?”. Que ótimo, né? Tenho muita cara de francesa! Rs Disse que era do Brasil, do Rio e ele “oh, Carnaval!” Depois perguntou se eu tinha achado a igreja bonita e eu falei que sim – quis ser simpática com aquela população que me devolvia a pátria, mesmo achando o local muito chato.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mecR_6wcKD0/Td7er-SlpwI/AAAAAAAACFI/59RKUWZ0348/s1600/DSC02161.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-mecR_6wcKD0/Td7er-SlpwI/AAAAAAAACFI/59RKUWZ0348/s320/DSC02161.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"É francesa?"&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois almoçamos em um restaurante próxima a igreja, caro e com comida ruim e fomos em direção à praça central da cidade velha passar mais uma horinha. Porém, após apenas 30 minutos sentados na praça e muitos pedidos de esmola, decidimos voltar para o hotel mais cedo. (Aliás, cabe destacar que às 14 horas a cidade já estava bem movimentada.)&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qpuTeJNxEdQ/Td7do9tQ8WI/AAAAAAAACE8/2J6X6AZLt64/s1600/DSC02154.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-qpuTeJNxEdQ/Td7do9tQ8WI/AAAAAAAACE8/2J6X6AZLt64/s320/DSC02154.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;A praça principal de Popayan - ao fundo, a catedral.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do hotel, partimos direto para a rodoviária para tentar descolar um lugar num ônibus decente até Cali. As passagens para Cali não são vendidas antecipadamente, de forma que tivemos que procurar lá na hora as empresas que faziam transporte para Cali, preços, horários de saída e, é claro, boas condições – nada de ônibus furreca de novo. Foi difícil achar uma empresa que oferecesse um ônibus grande e minimamente confortável para Cali.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após bastante procura, conseguimos um ônibus bem confortável para Cali, da empresa Galaxy, que sairia dali a 5 minutos. A estrada para Cali continuava com paisagens bem bonitas, mas agora sem o balançar da estrada ruim (ela era asfaltada - :D). Continuamos vendo um policiamento ostensivo na estrada. O nosso ônibus foi parado e, enquanto cada passageiro era revistado, questionado, percebi que a revista de um dos carros parados do outro lado da pista incluía até a desmontagem do para-choque, fuxicos embaixo do carro, etc. E tudo isso para não achar nada. O dono do carro me pareceu bem tranquilo, no final até ajudou os policiais a arrumarem o carro dele. Mas nervosa mesmo fiquei eu, quando o policial me pediu o passaporte e depois me perguntou onde estava o carimbo da alfândega que ele não estava achando. E pior que até eu demorei para achar, porque o cara carimbou lá no meio do passaporte. Imagina se eu não tivesse achado o carimbo ou, muito pior, se não tivesse levado o passaporte, ido somente com a identidade, conforme o acordo entre os países do Mercosul permite. Meu palpite é que eu estaria ferrada, pois o policial não iria querer saber sobre o tal acordo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, a rodoviária de Cali fica situada em um local bem feio, muito pior que a Novo Rio. De lá, conseguimos facilmente uma van para nos levar até o aeroporto de Cali – onde a nossa mala foi amarrada em cima da van. O motorista dirigia loucamente e sintonizou o rádio numa estação em que só tocava música local, é claro. Após uns 20 minutos chegamos no aeroporto, um lugar bem pequeno, sem bons locais para comer e com muito barulho de avião.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nosso vôo de uma hora até Cartagena (Copa Airlines) atrasou uma hora. Chegamos em Cartagena já após meia-noite. O aeroporto de Cartagena é muito simpático – na postagem sobre o último dia na Colômbia colocarei uma foto para vocês terem uma noção de como ele é.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após essa ótima primeira impressão, pegamos um táxi até o nosso hostel, situado dentro da primeira muralha. O táxi em Cartagena é bem barato, mesmo de madrugada. O nosso hotel era simpático, e o atendente da madrugada era bem simpático, até carregou a nossa mala escada acima. Apesar de o nosso quarto ser no segundo andar e de frente para a rua, à noite não tinha muito barulho, de forma que pudemos dormir bem para no dia seguinte conhecermos a famosa “ciudad amurallada”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-8492461844579816298?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/8492461844579816298/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-5_26.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8492461844579816298'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8492461844579816298'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-5_26.html' title='Colômbia – Dia 5'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kYaNJwE99xw/Td7eGxxKgHI/AAAAAAAACFA/gtV8IDPKWXU/s72-c/DSC02157.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7047799265032230731</id><published>2011-05-26T19:58:00.002-03:00</published><updated>2011-05-27T22:49:06.057-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia – Dia 4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje pela primeira vez desde que chegamos à Colômbia tivemos uma lembrança do Brasil, vinda de um... holandês. Pois é, o cara estava passando pelo “restaurante” do nosso hotel calçando uma havaiana com bandeira brasileira. Eu, é claro fui logo perguntando se ele tinha estado por aqui. O simpático holandês respondeu que não, porém as nossas havaianas são superpopulares por lá e eles pagam a bagatela de $25 por elas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tomamos o nosso último café-da manhã no hotel e partimos para a “rodoviária” (leia-se: “loja da empresa”). Chegando lá, a secretária informou que, como só nós dois iriamos para Popayan naquele dia, a empresa pagaria um táxi até uma parada na estrada onde o ônibus nos esperaria. Ok, já estava decidido, não havia muito o que fazer para mudar. Mas logo imaginei o que ela quis dizer com “táxi”: o nosso amarelinho (que também existe aos montes por lá) ou a famosa chicha colombiana – para quem não conhece, aí vai uma imagem tirada do &lt;a href="http://www.google.com.br/imgres?imgurl=http://v.i.uol.com.br/album/sanagustin_f_025.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://viagem.uol.com.br/album/sanagustin_album.jhtm%3Fabrefoto%3D24&amp;amp;usg=__jTunFqqDSlKFtCdkMrBCKpMS5Dg=&amp;amp;h=500&amp;amp;w=750&amp;amp;sz=199&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=3&amp;amp;sig2=wwS5BvDjtUSoI03WyOoSow&amp;amp;zoom=1&amp;amp;um=1&amp;amp;itbs=1&amp;amp;tbnid=7lFwIN62IalgbM:&amp;amp;tbnh=94&amp;amp;tbnw=141&amp;amp;prev=/search%3Fq%3Donibus%2B%2522san%2Bagustin%2522%2Bcolombia%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26biw%3D1600%26bih%3D775%26ndsp%3D21%26tbm%3Disch&amp;amp;ei=n9jeTajjHIS2tweAmKXrCQ&amp;amp;biw=1600&amp;amp;bih=732"&gt;google &lt;/a&gt;que, segundo as minhas próprias experiências, condiz e muito com a realidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RbLVoiH29Hk/Td7aA2flxII/AAAAAAAACE4/UXYlettldw0/s1600/sanagustin_f_025.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="298" src="http://4.bp.blogspot.com/-RbLVoiH29Hk/Td7aA2flxII/AAAAAAAACE4/UXYlettldw0/s320/sanagustin_f_025.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, a nossa foi um pouco mais humilde, não era um ônibus, somente uma picape velha com bancos na traseira. Sabe aquela coisa que cansamos de ver no Brasil de gente ajudando a subir mala, descer mala, equilibrar mala nos ônibus? Esqueça! Lá é cada um por si, se virando com a sua própria troxinha – que pode ser sacões de batata, tomate e o que mais você imaginar. Uma senhora entrou que também entrou na parte de trás do “táxi” estava carregando uma panela gigantesca com coisas dentro, um balde enorme com coisas dentro e um sacão de batata – tudo isso sozinha. E ainda se virou para colocar as coisas dentro do “táxi’.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hFoSSF7bbm0/Td7NeGhIWvI/AAAAAAAACEg/xAfce8g-tQc/s1600/DSC02135.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-hFoSSF7bbm0/Td7NeGhIWvI/AAAAAAAACEg/xAfce8g-tQc/s320/DSC02135.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Repare na quatidade de sacos em cima do carro.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Q2_AL9laQEU/Td7OPIDXQzI/AAAAAAAACEo/0QotBK6WGOU/s1600/DSC02137.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-Q2_AL9laQEU/Td7OPIDXQzI/AAAAAAAACEo/0QotBK6WGOU/s320/DSC02137.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Sim, é uma moto em cima do carro&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegando a tal parada no meio da estrada – que eu, muito inocentemente estaca imaginado algo próximo de um Graal da vida – descobrimos que na verdade a parada era um casebre com mesinha do lado de fora lá do outro lado da estrada, após a curva e uma bifurcação. Sorte que a tal estrada não era movimentada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah! E a tal senhora desceu com a gente, então perguntamos se ela queria ajuda para levar as coisas dela lá para o outro lado depois da bifurcação onde era a parada de ônibus. Acredite se quiser, mas precisamos nós dois nos unir para carregar somente uma das panelas que a mulher carregava sozinha junto com o balde e o saco. Supervovó! Agora imagine a cena cômica: dois perdidos no meio da estrada do interiorzão colombiano, atravessando estrada e além dela, suando para carregar mochilas, arrastar mala e unindo forças para carregar uma das panelas da vovó, enquanto ela ia tranquila na frente carregando um baldão e um sacão de batata. :/&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-LB8zEkNCI4Y/Td7N8UYNDGI/AAAAAAAACEk/9PVrNmzodQs/s1600/DSC02136.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-LB8zEkNCI4Y/Td7N8UYNDGI/AAAAAAAACEk/9PVrNmzodQs/s320/DSC02136.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, chegando a “parada de ônibus”, também descobrimos que não havia como saber se o ônibus já havia passado ou não. Perdidos no meio da estrada desconhecida, sem telefone – e mesmo se tivesse não saberíamos para quem ligar. O cara que estava sentado na tal “parada” disse que “achava” que o ônibus ainda não havia passado. A solução para isso foi rir e esperar pelo melhor.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VwEJ80ivj6I/Td7Oiuw6hhI/AAAAAAAACEs/8YKmUmQ-Svg/s1600/DSC02138.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-VwEJ80ivj6I/Td7Oiuw6hhI/AAAAAAAACEs/8YKmUmQ-Svg/s320/DSC02138.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis que veio o ônibus! Um micro-ônibus, sem ar – é claro -, nem encosto descente, nem o mínimo conforto. Colocamos a mala chique no bagageiro entre os sacos de feijão e batata e fomos em direção à estrada “mais bonita da Colômbia”. Ok, a estrada de San Agustín-Popayan pode até der muito bonita, com belas paisagens e tal, mas dou apenas um conselho aos que pretendem se aventurar por ela: tragam a sua própria pá. É, pá, pois a estrada é toda de terra batida que quando chove vira lama pura para os carros atolarem. E, é claro, não tem iluminação nenhuma, placa nenhuma, ninguém no meio da estrada, poucos carros transitando por ela e é mão dupla mas quem olha pensa que só tem uma pista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8xjRiPrxfIw/Td7PEMz7RkI/AAAAAAAACE0/KRmdpkENiEg/s1600/DSC02143.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-8xjRiPrxfIw/Td7PEMz7RkI/AAAAAAAACE0/KRmdpkENiEg/s320/DSC02143.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;Pois é, um ônibus atolou na direção contrária a que estávamos indo e impediu a passagem para ambos os lados. E nenhum dos cerca de 10 carros – entre ônibus, caminhões e carros de passeio – que estavam parados na estrada tinha uma mísera pá para resolver esse tipo de problema que deve ser ultra-comum por lá. A minha resposta imediata a isso foi soltar, em alto e bom som: “gente burra!”, ficar parados na estrada por um tempo indeterminado só porque ninguém tem uma pá, um pedaço de madeira, nada! Pela reação das pessoas imagino que eles, apesar da imensa dificuldade para compreender o português, entenderam o que eu quis dizer por “gente burra”. Ficamos presos por uma hora na estrada só porque estavam catando pedrinhas para tapar os buracões na lama para os ônibus poderem passar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passado o sufoco, vale dizer que a estrada é ultra-policiada pelo exército colombiano, e nós inclusive tivemos que descer do ônibus para nos revistarem. Definitivamente não dá para sentir insegurança com tantos homens armados de fuzil pela estrada. A nota cômica desta viagem fica por conta da presença de um galo como companheiro de viagem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após 6 horas de viagem, chegamos à Popayan – a famosa cidade branca, uma das cidades coloniais mais bem conservadas da América Latina, segundo não-sei-qual ranking. O nosso hostel (cujo nome eu já nem me lembro) era bom, quarto bem arrumadinho e tal. O atendente dessa pousada era bem simpático – e sabia onde era o Brasil e entendia o português!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jBlZ-zz31lU/Td7OvPq5__I/AAAAAAAACEw/-9g3kvZ6DDI/s1600/DSC02140.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-jBlZ-zz31lU/Td7OvPq5__I/AAAAAAAACEw/-9g3kvZ6DDI/s320/DSC02140.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Bem, após essa exaustiva viagem sem parada para almoço, lanche ou coisa parecida, só deixamos as coisas no hotel, tomamos banho (frio) e fomos procurar um lugar para jantar. Aqui já aparecem vestígios de cidade urbanizada – até porque de fato, é. Já se tem facilidade para encontrar câmbio, lugares para comer e tal – pelo menos no centro da cidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jantamos num restaurante italiano bom e simpático, no qual o garçom, ao nos ver falando em português, nos perguntou se éramos do Brasil e depois se éramos do Rio. “Simmmm!!!” Que felicidade enorme não ser mais apátrida! De fato, acho que o desconhecimento em relação ao Brasil era só do interiorzão da Colômbia, no resto as pessoas já tem alguma outra referência que não o Pelé e Ronaldo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem, jantamos a nossa comidinha italiana por 20.000 pesos cada e fomos para o hotel satisfeitos. Até tentamos dar uma volta na cidade, mas às 20 horas a cidade antiga já estava praticamente deserta e deu um certo receio de ficar me aventurando pelo desconhecido em Popayan após eu ter lido diversos relatos de assaltos por lá. Tendo isso em mente e mais o frio que fazia (chutaria uns 10 graus), resolvemos dormir cedo para amanhã efetivamente conhecermos a “cidade branca”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7047799265032230731?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7047799265032230731/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7047799265032230731'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7047799265032230731'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-4.html' title='Colômbia – Dia 4'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-RbLVoiH29Hk/Td7aA2flxII/AAAAAAAACE4/UXYlettldw0/s72-c/sanagustin_f_025.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-22189849070319075</id><published>2011-05-05T16:48:00.000-03:00</published><updated>2011-05-05T16:48:41.090-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia - dia 3</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após tomarmos o nosso café-da-manhã na pousada, conhecemos os outros moradores do local: uma família de 10 cachorrinhos - 8 deles, filhotes. Bastou dar uma atençãozinha aos simpáticos e brincalhões para eles não desgrudarem mais da gente: nos acompanharam até o chalé, do chalé à cozinha e da cozinha até o Jipe do passeio que havíamos acertado no dia anterior com o Pacho, um guia-turístico que costuma ficar na Finca el Maco. Isso porque existem muitas ruínas e pontos turísticos em San Agustín e nas cidadezinhas próximas que não dá para chegar à pé, de ônibus ou táxi, sendo necessário adquirir um desses pacotes de passeio. Um dos pacotes inclui um passeio à cavalo, com Pacho e sua turma, que demora cerca de 4 horas e nos leva para ver as ruínas arqueológicas mais próximas da pousada: La Chaquira, El tablón, granada, La Pelota e El Purutal. Já o outro é um passeio de jipe, com a turma do Pacho (ele não dirige, pelo que entendi), que pode ser feito em grupo ou individualmente (pagando por todas as cabeças que caberiam no grupo, é claro) e demora cerca de 6 horas. Após muita reflexão, optamos por fazer o passeio de jipe e reservá-lo só para a gente porque não queríamos a turistada toda na nossa cola o dia inteiro. Certamente foi a melhor opção, pois o dia amanheceu chovendo e os locais que fomos me parecem ser mais legais do que os do passeio à cavalo - isso sem contar que eu sou contra utilizar o cavalo como meio de transporte, sobretudo esses que não sei como são tratados.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-H2Npk8W4PpE/TcL9uoxhR1I/AAAAAAAACDE/UP24I_gKbKI/s1600/mapa+san+agustin0001.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="498" src="http://3.bp.blogspot.com/-H2Npk8W4PpE/TcL9uoxhR1I/AAAAAAAACDE/UP24I_gKbKI/s640/mapa+san+agustin0001.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Mapa com os pontos turísticos da região.&lt;br /&gt;Aqueles que estão marcados em laranja são os que visitamos no passeio de Jipe.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após esse breve explicação, voltamos ao relato daquele dia:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o Jipe deu ré para sair escutamos somente aquele latido estridente e contínuo de choro. "Atropelou? PUTA-QUE-PARIU, MATOU O CACHORRO!", a minha reação imediatíssima foi só vomitar essas palavras, enquanto o motorista dava claros indícios corporais de que não estava nem aí e se não fosse pelos meus gritos seguiria o roteiro tranquilamente. E eu, pensando, é claro, em como iria ficar a minha situação. Eu, que não ando nem à cavalo por pena do bichinho, indo para um passeio com um assassino de cachorrinhos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas aí o motorista abriu a porta do carro e foi lá ver como estava o cachorrinho. Voltou dizendo que estava bem, que não tinha quebrado nada. Eu, é claro, ainda fiquei meio desconfiada. Aí seguimos o nosso caminho e vi pelo vidro traseiro os cachorrinhos voltaram para a pousada, seguidos pelo cachorrinho "quase" atropelado mancando um pouquinho. Enfim, parece que, afora o caráter duvidoso do nosso guia-motorista (que deve refletir a cultura local, de certo), estava tudo relativamente bem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para quem pensa em fazer o passeio de jipe por San Agustin, a minha dica é: feche o passeio só para você e seu grupo. Não caia nesse papo de que cabem até 7 pessoas no jipe, porque isso só ocorrerá se forem pessoas na mala e espremidas no banco de trás. Do contrário, cabe 4 pessoas no máximo - fora o motorista. Aliás, por falar em motorista, cabe a nota trágica da ignorância local aqui: ao falarmos que somos brasileiros, o guia perguntou "onde fica o Brasil?" Onde fica o brasil?! Como assim, meu povo? Somos o gigante da América do Sul! (Ainda bem que não sou americana, né?)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dwL0-oKQKvE/TcLacl1I8zI/AAAAAAAACBw/gawHNkVtKA8/s1600/DSC02021.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-dwL0-oKQKvE/TcLacl1I8zI/AAAAAAAACBw/gawHNkVtKA8/s320/DSC02021.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Lama pouca é bobagem!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pegamos a estrada de terra/lama, cheia de barrancos, sem sinalização alguma, com mão-dupla mas que na verdade mal passa um carro e fomos em direção a&amp;nbsp;nossa primeira parada, "&lt;a href="http://www.colombia.com/turismo/sitio/sanagustin_1/html/atract/atract02/atract02_3.asp"&gt;La Chaquira&lt;/a&gt;". Paramos o carro na estrada e fomos andando até o local. Aliás, cabe ressaltar que, embora pareça geograficamente perto &amp;nbsp;da pousada, na prática o local é bem distante e impossível de se chegar sem a orientação local.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-dSi6Bm_gcTE/TcLcxbhyRII/AAAAAAAACB4/0p5MIGW3o6I/s1600/DSC02034.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-dSi6Bm_gcTE/TcLcxbhyRII/AAAAAAAACB4/0p5MIGW3o6I/s320/DSC02034.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;La Chaquira&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após meia hora desviando de bostas de origem diversas e tentando não cair no imenso lamaçal que estava a estradinha, chegamos ao penhasco no qual se situava o monumento. O local é realmente muito bonito. A vista para as montanhas e o rio que separa as montanhas era encantadora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--FC5Njll6cE/TcLb-k8buNI/AAAAAAAACB0/14aiYrSRxqk/s1600/DSC02029.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/--FC5Njll6cE/TcLb-k8buNI/AAAAAAAACB0/14aiYrSRxqk/s320/DSC02029.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Que vista!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aXw4cv8XI1I/TcLeignId-I/AAAAAAAACCA/GXQt1j1yntw/s1600/DSC02020.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-aXw4cv8XI1I/TcLeignId-I/AAAAAAAACCA/GXQt1j1yntw/s320/DSC02020.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Andanças pelas propriedades alheias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na volta decidimos tentar escapar do lamaçal caminhando por dentro dos sítios - segundo o nosso guia, essa prática é comum e não há riscos de sermos recepcionados com uma salva de chumbo em algum ponto do caminho. Que bom! Mas as bostas continuaram lá, e até em maior quantidade (embora no momento da foto surpreendentemente não houvesse nenhuma para corroborar a minha versão dos fatos). Devo ressaltar até que era muita bosta para nenhum animal - mas devia ser por conta da chuva. Passamos duas vezes pelo meio da cerca de arame farpado e retornamos ao jipe sãos e salvos - e com alguns quilos a mais nos pés (era impossível não grudar lama no tênis).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tyFfiKn_FP8/TcLiPcqyz-I/AAAAAAAACCQ/51fczzFC0P8/s1600/DSC02047.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-tyFfiKn_FP8/TcLiPcqyz-I/AAAAAAAACCQ/51fczzFC0P8/s320/DSC02047.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Segunda parada: "&lt;a href="http://www.colombia.com/turismo/sitio/sanagustin_1/html/atract/atract05.asp"&gt;El Estrecho&lt;/a&gt;". Se você está em dúvida entre o circuito feito à cavalo e o passeio de jipe, esse lugar resolve todos os seus problemas: vá de jipe, com certeza! Esse é o único meio de chegar a esse lugar magnífico, que a gente julga só existir em filmes. Deixamos o jipe na venda que existe no local e descemos a escada de pedras rumo ao ponto onde o Rio Magdalena fica com a sua menor extensão: apenas 2 metros de distância entre as bordas, mas, segundo o nosso guia, mais de 30 de profundidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-I00HhmQPR1Q/TcLgoLQNx3I/AAAAAAAACCE/g2f4emcv8Hc/s1600/DSC02043-%25282%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-I00HhmQPR1Q/TcLgoLQNx3I/AAAAAAAACCE/g2f4emcv8Hc/s320/DSC02043-%25282%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Os rios da Colômbia são muito bonitos, sobretudo &lt;br /&gt;aqueles que são margeados por pedras.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NuBWYEHy888/TcLhFfnD8CI/AAAAAAAACCI/a9h5pmEdTaQ/s1600/DSC02045.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-NuBWYEHy888/TcLhFfnD8CI/AAAAAAAACCI/a9h5pmEdTaQ/s320/DSC02045.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;PS: Nesse momento eu já tinha esquecido completamente &lt;br /&gt;dos cachorros...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-in04Z9cFHQE/TcLhgn4-H5I/AAAAAAAACCM/Vs2g6t_s_DE/s1600/DSC02046.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-in04Z9cFHQE/TcLhgn4-H5I/AAAAAAAACCM/Vs2g6t_s_DE/s320/DSC02046.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fósseis nas pedras do rio.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Q7WBz5mhnq0/TcLmPRRSyoI/AAAAAAAACCU/ZE8045pG_WE/s1600/DSC02058.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-Q7WBz5mhnq0/TcLmPRRSyoI/AAAAAAAACCU/ZE8045pG_WE/s320/DSC02058.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Não foi tão divertido como poderia ter sido.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguindo o caminho, paramos em "&lt;a href="http://www.colombia.com/turismo/sitio/sanagustin_1/html/atract/atract06.asp"&gt;Obando&lt;/a&gt;", um pequeníssimo sítio arqueológico formado por cinco tumbas escavadas, sendo possível entrar em duas delas. Esse lugar foi um pouco decepcionante, pois são poucas tumbas e elas são muito pequenas. Se algum dia eles já foram tumbas para rituais de segundo ou quinquagésimo enterro - sei lá, hoje são basicamente buracos na terra, envoltos por concreto, que dá para entrar. Francamente, eles poderiam ter ao menos utilizado madeira ou pedras para fazer as contenções e manter o mínimo clima de sítio arqueológico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rumamo com destino ao "&lt;a href="http://www.colombia.travel/en/international-tourist/sightseeing-what-to-do/history-and-tradition/archaeological-tourism/archaeological-parks-alto-de-los-idolos-and-alto-de-las-piedras"&gt;Alto de los ídolos&lt;/a&gt;", nossa quarta parada do dia. O parque arqueológico é muito bom: espaçoso, com muitas ruínas grandes e grama verdinha e cortada, parece até um campo de golfe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6GJUuMgoKmA/TcLpQSRtSRI/AAAAAAAACCc/j-13UjYoK3Y/s1600/DSC02075.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-6GJUuMgoKmA/TcLpQSRtSRI/AAAAAAAACCc/j-13UjYoK3Y/s320/DSC02075.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3XQ08AG2l_g/TcLphlxjQQI/AAAAAAAACCg/fy1GijJC95c/s1600/DSC02081.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-3XQ08AG2l_g/TcLphlxjQQI/AAAAAAAACCg/fy1GijJC95c/s320/DSC02081.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-f79yRZn_zBw/TcLsF8MSLPI/AAAAAAAACCk/SdsotD5NoWY/s1600/DSC02072.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/-f79yRZn_zBw/TcLsF8MSLPI/AAAAAAAACCk/SdsotD5NoWY/s320/DSC02072.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Alguém tem um taco?&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Paramos para almoçar num local ironicamente chamado "Los turistas", supostamente de comida boa e rápida, e fomos em direção às nossas últimas paradas. No decorrer do passeio, o nosso guia foi se soltando e conversou mais com a gente. Ele parece ser uma pessoa bem legal. Nos explicou inclusive que os guerrilheiros daqueles locais estavam inativos, mas que eles nunca prejudicavam turistas, porque sabiam que o turismo era uma fonte de renda importante para a população local. Contou inclusive umas histórias envolvendo turistas e guerrilheiros muito engraçadas, mas que, pela segurança do pobre guia, não vou postar aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguimos em direção ao "&lt;a href="http://www.colombia.travel/en/international-tourist/sightseeing-what-to-do/history-and-tradition/archaeological-tourism/archaeological-parks-alto-de-los-idolos-and-alto-de-las-piedras"&gt;Alto de Las Piedras&lt;/a&gt;", um sítio arqueológico muito bem conservado, porém pequeno se comparado aos demais. Mas, ainda assim, vale a visita. Ele tem muitas tumbas escavadas também, o que o diferencia dos demais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mdZ7f_fFU_I/TcLsRzezQqI/AAAAAAAACCo/53U_LMbr2LE/s1600/DSC02105.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-mdZ7f_fFU_I/TcLsRzezQqI/AAAAAAAACCo/53U_LMbr2LE/s320/DSC02105.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-sfkpHlTBT64/TcLsluCkV1I/AAAAAAAACCs/UnFhTqqSHys/s1600/DSC02108.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-sfkpHlTBT64/TcLsluCkV1I/AAAAAAAACCs/UnFhTqqSHys/s320/DSC02108.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FR5-TGjjOhU/TcLv-rQypCI/AAAAAAAACCw/0dLbuXDde34/s1600/DSC02117.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-FR5-TGjjOhU/TcLv-rQypCI/AAAAAAAACCw/0dLbuXDde34/s320/DSC02117.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.isnos-huila.gov.co/sitio.shtml?apc=I----&amp;amp;x=2860233"&gt;Salto de Bordones&lt;/a&gt;: essa foi uma experiência interessante. Quando passávamos por um vilarejo próximo ao local, um menino começou a correr atrás do carro e se pendurou na escadinha que tinha atrás do jipe, ficando pendurada lá até chegarmos ao nosso destino final – o que demorou alguns minutinhos. Chegando lá, o nosso guia-mirim começou a falar o seu discurso decorado sobre o “Salto de Bordones”. No meio do discurso, uma menina apareceu e começou a, em voz baixa, também recitar o discurso. Depois, as crianças nos mostraram o caminho que descia até um mirante improvisado para podermos observar melhor a cachoeira – que realmente é impressionante, 400 metros de queda d'àgua divididos em 3 partes, tudo envolto por muito verde.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pUG-eVorpn4/TcLw0gmBElI/AAAAAAAACC0/CT3c77uMc5o/s1600/DSC02115.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-pUG-eVorpn4/TcLw0gmBElI/AAAAAAAACC0/CT3c77uMc5o/s320/DSC02115.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nossos guias-mirins&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As crianças também eram muito bacanas – e certamente muito inteligentes, sobretudo se comparadas com a população local. Pasmem: o menino sabia onde ficava o Brasil, que falávamos português e que a nossa moeda era o Real. Ele disse que tinha um livro “que falava tudo sobre todos os países”. E ainda aproveitou para saber como se falava algumas coisas básicas em português para a sua sobrevivência como guia-mirim (400 metros, cachoeira, bem-vindos, obrigado,...), ficando espantado com a semelhança entre o português e o espanhol.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Última parada: “Salto del Mortiño”. O nosso maravilhoso passeio de jipe terminou com chave de ouro com essa outra cachoeira maravilhosa no meio daquele verde sem fim que era o local – com direito até a ninhada de papagaios. Detalhe emocionante do passeio: o mirante dessa cachoeira era uma estrutura de ferro todo corroído projetada para fora do penhasco. O nosso guia no levou ainda para conhecer o rio que dá origem a cachoeira. Passamos por diversas plantações em terrenos alheios e nos surpreendemos com a pequeníssima largura do rio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-549JJE-vNuA/TcL2yJ1xOaI/AAAAAAAACC4/sI8BaMUfNIU/s1600/DSC02120.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-549JJE-vNuA/TcL2yJ1xOaI/AAAAAAAACC4/sI8BaMUfNIU/s320/DSC02120.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oaAYoEDH00I/TcL3VJIZlII/AAAAAAAACC8/apMCxXpjgBU/s1600/DSC02122.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-oaAYoEDH00I/TcL3VJIZlII/AAAAAAAACC8/apMCxXpjgBU/s320/DSC02122.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Infelizmente não era possível ver a cachoeira de outro ângulo...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, o nosso guia nos levou até a empresa de ônibus Cootranshuila, onde compramos a nossa passagem com destino a Popayan para a manhã do dia seguinte, e voltamos ao hotel.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conclusão: San Agustín é um excelente destino turístico para quem gosta de natureza e ruínas. Fiquei dois dois apenas, mas talvez valha ficar 3 para fazer o passeio à cavalo - que eu provavelmente faria à pé mesmo - e ver o que ficou faltando.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-22189849070319075?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/22189849070319075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/22189849070319075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/22189849070319075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/05/colombia-dia-3.html' title='Colômbia - dia 3'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-H2Npk8W4PpE/TcL9uoxhR1I/AAAAAAAACDE/UP24I_gKbKI/s72-c/mapa+san+agustin0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5153807449006580792</id><published>2011-04-08T20:32:00.001-03:00</published><updated>2011-04-08T21:23:20.732-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia - dia 2</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme o dia amanhecia nós pudemos admirar um pouco a beleza das estradas do sul da Colômbia. Como lá a maior parte da mata foi desmatada para dar lugar às plantações e aos pastos, temos sempre bonitos campos a admirar, principalmente nos momentos em que a estrada corta um terreno plano. A viagem foi tranqüila -afora os inconvenientes mencionados no post anterior - e nos deu a sensação de que as estradas não são inseguras como as pessoas tanto nos alertam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;San Agustin não tem terminal rodoviário. Nós saltamos na rua principal da cidade (o ponto final do ônibus) e somos lançados ao enxame de abelhas querendo um pouquinho do nosso pólen - digo, um bando de gente querendo o nosso dinheiro - taxistas, guias, funcionários de hotéis, de restaurantes, vendedores, etc. Como o guia já nos alertava sobre isso e orientação passar direto, foi o que fizemos - embora uma "guia" simpática, mas muito insistente tenha nos seguido por uns 200 metros perguntando trocentas coisas e querendo dar um monte de dicas - ela dizia que não estava fazendo isso por dinheiro, portanto, é claro, não demos nenhum. Quando falavam de hotéis, nós imediatamente dizíamos que já tínhamos um ("Finca el Maco"), todos foram unânimes em dizer que era um ótimo hotel, porém insistiam que precisaríamos de táxi para chegar nele, pois era longe e ficava em uma ladeira. Insistimos que não e fomos à pé - uma decisão profundamente errada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nós havíamos conseguido reservar o hotel &lt;a href="http://www.elmaco.ch/"&gt;Finca el Macco&lt;/a&gt; com muita dificuldade pois o sistema de pagamento on line deles estava sempre fora do ar - lá descobrimos que a internet em San Agustin é péssima, embora tenha sempre uma plaquinha de wi-fi em cada canto da cidade, a internet a cabo mal funciona.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As ruas de San Agustin são de pedra e as calçadas são bastante estreitas. Após virar umas quatro esquinas na cidade caímos na estrada na qual ficaria a rua do nosso hotel. Apesar de ser uma estrada, a sensação que se tem é de estar caminhando em uma avenida sem calçada, dada a quantidade de gente que caminha por ali e as casinhas ao longo da via. Quando chegamos na tal rua do hotel, acabou o asfalto: somente terra batida e muitas pedras - e um&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 15px;"&gt;&lt;em style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;rottweiler&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;solto na rua &lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;implicando &lt;/span&gt;com outro cachorro. Mas é claro que esse não seria o problema, mas sim a ladeira gigantesca que tínhamos que subir com a mala até chegar o hotel. Para se ter uma idéia, neste mesmo dia, quando voltamos de táxi para hotel, percebemos que até os carros tem dificuldade para subir essa ladeira - sorte que não estava chovendo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y68dgocTcHM/TZ-POZs4slI/AAAAAAAACBA/qtRQ_rpS3lw/s1600/DSC01942web.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y68dgocTcHM/TZ-POZs4slI/AAAAAAAACBA/qtRQ_rpS3lw/s320/DSC01942web.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao chegarmos lá em cima, no hotel, percebemos logo que o esforço valheria à pena: o hotel é superdiferente e uma gracinha. Lá a gente não aluga quartos, mas mini-residências superestilosas: tem Maloka, Tipi, cabanas, Casinhase Chalet, que foi a que nós alugamos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Chalet é muito bacana, com dois andares - uma cama de casal em cada andar - duas varandinhas - uma com rede - uma mini salinha e banheiro (a água é quente, mas com pouquíssimo volume). Escolha acertada! E, não sei se foi por passarmos o tal repelente Exposis (que é super-recomendado para viagens na mata), mas nem sentimos muitos mosquitos por perto.&amp;nbsp;O hotel oferece um café da manhã bem farto e gostosinho também - pago à parte, mas é bem barato. São frutas ou ovos, sucos, pães, manteiga e geléia caseira de morango.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ozpzT4egjIE/TZ-RgCHeG1I/AAAAAAAACBE/FH8KSi5K9Fw/s1600/DSC02018.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://2.bp.blogspot.com/-ozpzT4egjIE/TZ-RgCHeG1I/AAAAAAAACBE/FH8KSi5K9Fw/s200/DSC02018.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;No próprio hotel você já pode acertar alguns passeios com o senhor Pacho, embora ele fique responsável unicamente pelos passeios de cavalo. Aliás, é importante ressaltar que, afora o sítio arqueológico principal, para todos os demais é necessário pegar algum transporte (táxi, cavalo ou jipes turísticas), sendo que a alguns locais somente o jipe leva mesmo. Acertamos previamente com o Pacho para arranjar uma jipe e um guia para passar o dia nos levando a lugares afastados e fomos em direção ao sítio arqueológico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-o_jCtt5czJM/TZ-SxUOi73I/AAAAAAAACBQ/UwG57AuhiwE/s1600/DSC019642.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-o_jCtt5czJM/TZ-SxUOi73I/AAAAAAAACBQ/UwG57AuhiwE/s320/DSC019642.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caminhamos cerca de meia hora pela estrada até chegarmos ao sítio. O local é bem grande e muito organizado. As ruínas estão agrupadas em locais específicos, no total são 4 sítios dentro do grande sítio. Em geral, eles ficam um pouco distantes um do outro, mas nada que uns 15 minutos de caminhada não resolva.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As esculturas são realmente impressionantes, dado o seu tamanho e a quantidade delas espalhadas pelos parque.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xxWmcC0p19w/TZ-SmfCrQ9I/AAAAAAAACBI/6R6oV4RQ3eU/s1600/DSC019502.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-xxWmcC0p19w/TZ-SmfCrQ9I/AAAAAAAACBI/6R6oV4RQ3eU/s320/DSC019502.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yc4OK3IIxHA/TZ-SroIzI0I/AAAAAAAACBM/D-BC9nHozn4/s1600/DSC019592.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-yc4OK3IIxHA/TZ-SroIzI0I/AAAAAAAACBM/D-BC9nHozn4/s320/DSC019592.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em geral, tratam-se de esculturas&amp;nbsp;feitas para cerimônias fúnebres por civilizações locais que desapareceram antes mesmo das invasões espanholas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9LMMH3Bfs1k/TZ-S2r0e_ZI/AAAAAAAACBU/UnbcYco4kfU/s1600/DSC019662.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-9LMMH3Bfs1k/TZ-S2r0e_ZI/AAAAAAAACBU/UnbcYco4kfU/s320/DSC019662.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;La Fuente de Lavapatas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É a obra escultórica mais grandiosa das culturas agustinianas. A fonte consta de um complexo labirinto de canais e piscinas lavradas no leito de pedra da quebrada onde em altorelevo se combinam as representações de serpentes, lagartos, salamandras, iguanas, camaleões, rãs e tartarugas misturadas com caras e formas humanas." (é claro, aqui é só uma pequena parte dela)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--rLgRmrR0l8/TZ-S7-9IW9I/AAAAAAAACBY/O6p1tQwfhj4/s1600/DSC019722.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/--rLgRmrR0l8/TZ-S7-9IW9I/AAAAAAAACBY/O6p1tQwfhj4/s320/DSC019722.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caminho para o Alto de Lavapatas&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FZWsLbTZ074/TZ-S-6ezDLI/AAAAAAAACBc/p_R19x3f2AE/s1600/DSC019782.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-FZWsLbTZ074/TZ-S-6ezDLI/AAAAAAAACBc/p_R19x3f2AE/s320/DSC019782.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Alto de Lavapatas&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caminho entre um sítio e outro tem quiosques e lojinhas que geralmente vendem coisas por um preço bem em conta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BV0wsVuLpgw/TZ-TDJ9KDII/AAAAAAAACBg/gWdNT0k3IHc/s1600/DSC019832.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-BV0wsVuLpgw/TZ-TDJ9KDII/AAAAAAAACBg/gWdNT0k3IHc/s400/DSC019832.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passeio no parque termina com uma ida ao museu onde encontramos mais estátuas e uma caminhada no Bosque das Estátuas. Este passeio é muito bacana, pois as 39 estátuas o compõem não são cercadas e portanto podemos interagir com elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FvVykKu23eY/TZ-TJEQe17I/AAAAAAAACBk/aVojs6O8m14/s1600/DSC020042.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-FvVykKu23eY/TZ-TJEQe17I/AAAAAAAACBk/aVojs6O8m14/s320/DSC020042.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WWZ7-zVupa8/TZ-TRiGIhDI/AAAAAAAACBo/rpsNqV4GHpc/s1600/DSC020152.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-WWZ7-zVupa8/TZ-TRiGIhDI/AAAAAAAACBo/rpsNqV4GHpc/s320/DSC020152.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O nosso passeio pelo sítio todo durou cerca de 5 horas e de lá fomos almoçar num restaurantezinho simpático e barato em frente a rua do nosso hotel e depois seguimos para o centro da cidade, onde também encontramos algumas esculturas espalhadas pelas ruas. Meia horinha no centro basta para o conhecê-lo, já que não tem nada de interessante para fazer exceto talvez umas comprinhas. Acabamos voltando para o nosso chalezinho e jantando no próprio hotel.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre a população local, devo dizer que eles são bem simpáticos e em sua grande maioria descendentes de índios. Como é um local pobre, pouquíssimas pessoas falam outra língua além do espanhol. Porém, o que realmente me incomodou foi a falta de esforço para entender o português, uma língua tão próxima. O próprio Pacho é um típico exemplo, após me perguntar da onde eu era e eu dizer que era do Brasil, ele me perguntou de qual parte e eu disse "Rio de Janeiro" - em português, mas pausadamente. Não é que ele não entendeu? Aí o administrador do hotel traduziu: "Rrrío de Raneiro" e ele entendeu. Fala sério! Depois disso eu desisti de tentar falar espanhol e comecei a falar tudo em português mesmo e se quiserem me vender algo, eles que se esforcem para me entender. Afinal, como diziam naquele programa: "tô pagannndo". (Pequena observação: depois disso eu nem falei em português, falava a maioria das pequenas coisas em italiano porque era a primeira língua que me vinha à cabeça. Mas não importa: eles não se esforçavam para entender de qualquer jeito.)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Piadas à parte, foi realmente muito frustrante me deparar com essa falta de esforço. Fiquei imaginando que no Rio de Janeiro não era assim, os turistas chegam falando qualquer língua e em geral a população se esforça para entendê-lo - ou estou errada? Não sei, mas um dia vou testar pedir informação na rua em qualquer língua para observar a reação de meus conterrâneos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5153807449006580792?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5153807449006580792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/04/colombia-dia-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5153807449006580792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5153807449006580792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/04/colombia-dia-2.html' title='Colômbia - dia 2'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Y68dgocTcHM/TZ-POZs4slI/AAAAAAAACBA/qtRQ_rpS3lw/s72-c/DSC01942web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7678036613246144650</id><published>2011-04-08T18:48:00.000-03:00</published><updated>2011-04-08T18:48:21.617-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Colômbia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viagem'/><title type='text'>Colômbia - dia 1</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui começa o breve relato da viagem 7 dias que eu e meu namorado fizemos pela terra das Farcs - atualmente sem Farcs, quer dizer, com Farcs, mas inativas... assunto para próximos posts.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Chegamos no aeroporto do Rio com bastante antecedência e ficamos lá mofando até o horário de saída do vôo da Gol. Aliás, para aqueles que, como eu, possuem carteira de identidade emitida pelas forças militares vale um aviso: apesar de a própria embaixada da Colômbia no Brasil e do Brasil na Colômbia terem me confirmado que eu poderia entrar na Colômbia apresentando somente a minha identidade, se eu tivesse seguido essa orientação teria tido problemas já no check in da Gol, pois a primeira atendente não me deixaria sequer entrar na fila do check in se eu não tivesse o meu passaporte. E não adianta argumentar que as embaixadas me garantiram por e-mail que era possível ingressar somente com a minha identidade, porque e atendente é impassível na sua discórdia. Além disso, vale dizer que se você entra com o seu passaporte na Colômbia eles carimbam a data e,&amp;nbsp;caso tenha permanecido por menos de 30 dias no país,&amp;nbsp;na saída você pode pegar uma isenção da taxa de saída (cerca de US$ 60,00) , já ingressando no país somente com a identidade você não terá esta isenção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa primeira escala Rio-SP(Guarulhos) a Gol não serve nenhum lanchinho, só um suquinho ruim. Aliás, o lado direito é o da vista - infelizmente fiquei do lado esquerdo e só vi a arquitetura caótica da cidade. Mas tudo bem, a ponte área bonita mesmo é a do Santos Dumond, a do Galeão não é tão imperdível.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tH6xhK54hsg/TZ99OHM0e1I/AAAAAAAACA4/E19t29IvPUY/s1600/P170311_12.52web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-tH6xhK54hsg/TZ99OHM0e1I/AAAAAAAACA4/E19t29IvPUY/s400/P170311_12.52web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O segundo vôo, SP-Bogotá, dura cerca de 6 horas. Eles servem um almoço fraco, fraco, com carne, batata e arroz ou massa (horrível), salada, pão duro e gelado e suco, e de lanche um micro-sanduba com o suquinho ruim de novo. O sobrevôo de Bogotá é bem bonito e já dá uma dica de como são os campos da Colômbia: todos verdinhos, com grama baixa, muito bonitos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A polícia da Colômbia só fala espanhol, mas não pergunta praticamente nada a não ser profissão, motivo da viagem, tempo e hospedagens - porém há alguns que não perguntam nada mesmo, pelo que pude perceber.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No aeroporto de Bogotá existem 4 lojas de câmbio e em plo menos uma delas é possível trocar quase todas as moedas, inclusive o real.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De lá pegamos um táxi para a rodoviária para já comprarmos as passagens para San Agustin. Essa foi uma viagem de aproximadamente 30 minutos e que custou 17.000 pesos. Os táxis da Colômbia em geral estão sintonizados na rádio que toca a rumba colombiana. Tanto o aeroporto quanto a rodoviária de Bogotá ficam numa área nova e nobre da cidade, com prédios bonitos, 90% deles com revestimento de tijolinhos, ruas espaçosas, muita sinalização e arborização.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A rodoviária de Bogotá é espaçosa, segura, porém o que logo se nota é que lá você pode comprar de tudo, de roupas, lembranças, lanchinhos até os frangões e pães gigantescos. Além disso, tem muitos cassinos furrecas lá dentro. As agências de transporte fazem praticamente uma feira livre nos corredores da rodoviária. Ficam o tempo inteiro gritando locais e horários das partidas e te perguntando se você não quer ir com eles. Quando você não quer, isso é bem irritante.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tivemos dificuldade alguma de comprar a passagem para San Agustin dali a 5 horas, porém, ao contrário do que dizia o guia Lonely Planet Colômbia de 2006, não rolou nenhuma barganha - ao que parece, os preços são tabelados e o trecho Bogotá-San Agustin custa 53.000 pesos. Compramos com a empresa Táxi Verde para o horário das 23, para dar tempo de conhecer ao menos o centro histórico de Bogotá.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No trajeto da rodoviária para a praça principal do centro histórico de Bogotá tivemos a demonstração do que deve ser o trânsito de Bogotá em horário de rush: totalmente caótico. Chegamos à praça às 18:30. Ao contrário do que eu tinha lido em relatos de viagem na internet, o que encontrei foi um local limpo, movimentado e sem muitos pedintes e mendigos (embora eles existam em Bogotá, não incomodam tanto). A praça é bem interessante. As suas duas igrejas, museus e senado ao redor da praça formam um conjunto arquitetônico agradável de se ver. Infelizmente quando chegamos os encontramos fechados e só deu para observar de fora mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hiSxqyTPSaE/TZ97wELJXwI/AAAAAAAACAw/924-A4W9IEU/s1600/DSC01926web.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-hiSxqyTPSaE/TZ97wELJXwI/AAAAAAAACAw/924-A4W9IEU/s400/DSC01926web.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O centro histórico possui estrutura e atmosfera muito agradável para caminhar. As casas coloniais são muito bonitas e bem conservadas e as ruas, bem limpinhas. Próximo à praça se situa o museu do Botero, que fica aberto até às 20 horas e tem entrada gratuita. Lá tem uma coleção considerável de quadros e algumas esculturas das pessoas e coisas gordinhas do Botero - me parece que em Medellin (cidade natal de Botero) há um museu com um número maior de obras. Aliás eu nunca soube porque Botero pintava pessoas gordinhas e saí do museu ainda sem saber, mas agora encontrei uma página na internet que explica o motivo dessa obsessão por formas volumosas. Em síntese, Botero não tinha intenção nem de retratar a realidade e nem de fazer crítica social ou coisa semelhante; para ele o elemento mais importante de uma pintura é realmente a sua estética. As pessoas deveriam atentar para a técnica utilizada, e não para o conteúdo do quadro. Por isso as coisas que ele pinta são meio que chapadas no quadro, sem sombra, sem alma, os rostos &amp;nbsp;raramente transmitem alguma emoção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7brusa_WuJw/TZ-ApJ9lwjI/AAAAAAAACA8/HwbeXRa0Dd4/s1600/DSC01932web.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-7brusa_WuJw/TZ-ApJ9lwjI/AAAAAAAACA8/HwbeXRa0Dd4/s320/DSC01932web.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Confesso que após conhecer essa explicação Botero perdeu um pouco do interesse que eu tinha por ele. Se antes eu cogitava parar em frente ao quadro e ficar divagando sobre as intenções daquela criação, agora eu simplesmente olharei, pararei, rirei e passarei adiante. Sem mais. Já que é para falar de técnica, me parece que a técnica dele é sempre a mesma, então basta ter observado com alguma atenção um quadro que terá visto todos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o museu do Botero, demos uma caminhada pelas ruas do centro histórico. Nos surpreendeu a quantidade de policiais fazendo patrulha. Paramos para comer em um restaurantezinho muito pequeno e que vende comidas típicas colombianas. O prato escolhido foi um sancocho, ultra-barato e gostoso. É uma pena que eu não me lembre o nome do restaurante, mas o local e o serviço são muito bons, realmente recomendo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após esta rápida passagem pelo centro histórico de Bogotá, nos dirigimos à rodoviária com a impressão de que Bogotá merecia mais tempo para ser vista. Mas realmente não sei se há tanta coisa assim a ser feita. Há vários museus - o museu do ouro certamente deve ser muito interessante - e muitas ruelas para percorrer, mas talvez um dia inteiro já bastasse.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ônibus de Bogotá para San Agustin é bom, grande, com ar condicionado e banheiro. As poltronas não são lá muito confortáveis, mas dão para o gasto. O que realmente foi insuportável foi a música colombiana tocando a madrugada inteira - isso mesmo, a madrugada inteirinha, com a única diferença que no decorrer da madrugada o volume foi aumentado. Realmente o sono foi péssimo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah! Outra coisa péssima dessa viagem de 8 horas com música colombiana penetrando no seu sonho é o fato de não ter parada no meio do caminho - e hoje eu até penso que, por questões de segurança, talvez tenha sido melhor assim. Mas na hora fiquei muito decepcionada por ter que devorar a minha barra de chocolate para situações emergenciais já no primeiro dia...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7678036613246144650?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7678036613246144650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/04/colombia-dia-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7678036613246144650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7678036613246144650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/04/colombia-dia-1.html' title='Colômbia - dia 1'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-tH6xhK54hsg/TZ99OHM0e1I/AAAAAAAACA4/E19t29IvPUY/s72-c/P170311_12.52web.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-6098815379668203518</id><published>2011-03-08T16:13:00.001-03:00</published><updated>2011-03-08T16:14:41.712-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Um filme para cada ano de vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Copiando ideias &lt;a href="http://www.desembolog.blogspot.com/"&gt;alheias&lt;/a&gt; - e cedendo ao seu TOC idiossincrático por listar coisas em ordem de preferência - resolvi também criar uma lista para cada ano de minha vida. Confesso que a tarefa foi bastante árdua em alguns momentos. Achar filmes para os primeiros anos de vida é realmente complicado, sobretudo bons filmes, já naquela época o natural é que estivessemos ocupados com coisas mais interessantes. Mas aí, é só pegar aquele único filme que assistimos e colocar na lista. Não tem nem o que escolher. Em outros casos é mais complicado, pois houveram anos com tantos filmes bons, cada um dentro da sua proposta, que a escolha foi realmente dificil. Lutando contra a minha natural esquiva a listar os melhores por receio de ser injusta com os demais concorrentes, consegui fazer a lista.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eis os escolhidos:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;2010 – &lt;b&gt;Tropa de Elite 2&lt;/b&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s400/Tropa+de+Elite+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s320/Tropa+de+Elite+2.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Os motivos já foram mais do que apresentados &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html"&gt;aqui &lt;/a&gt;e &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/10/o-erro-de-tropa-de-elite-2-alienista.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Nada a acrescentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;2009 – &lt;b&gt;Preciosa&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7pjbO_lvjI/AAAAAAAAAzI/dRXQFH6yxIg/s320/precious.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7pjbO_lvjI/AAAAAAAAAzI/dRXQFH6yxIg/s320/precious.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por motivos já mais do que explicados em um post anterior, Preciosa é o filme escolhido para representar o ano de 2009.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2008 – &lt;b&gt;Ensaio sobre a cegueira&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/news/posters/cegueira.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/news/posters/cegueira.jpg" width="217" /&gt;&lt;/a&gt;Um ano de grandes filmes. Competiam com o filme escolhido “O leitor”, um excelente filme de sensibilidade ímpar sobre o romance entre uma mulher madura e um adolescente; “Um homem bom”, um ótimo filme que trata da sutileza das manipulações do partido nazista; “Vicky Cristina Barcelona”, o filme consegue a proeza de contar a história de duas mulheres que se envolvem com mesmo cara sem cair nos clichês habituais; e “Wall.e”, um fofíssimo filme da Pixar. Porém, Ensaio sobre a cegueira venceu a competição, ao adaptar para as telinhas a história escrita por Saramago sobre a epidemia de cegueira branca que torna a sociedade caótica – é claro que a sociedade do mal da cegueira branca é uma metáfora para a sociedade atual. Provavelmente preferi este filme aos demais por ser o que apresenta uma análise mais rica desses seres complexo que somos, especialmente quando estamos em situações-limites.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cinepop.com.br/cartazes/amoreinocencia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.cinepop.com.br/cartazes/amoreinocencia.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;2007 – &lt;b&gt;Amor e inocência&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O único filme do ano de 2007 que me chamou atenção – confesso que não vi muitos filmes desse ano. Trata-se basicamente de um romance auto-biográfico de Jane Austen. A história é bem romântica, o que certamente não agradará aos que desgostam do gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.cinemaxvideo.com/cinemax/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_o%20ilusionista.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.cinemaxvideo.com/cinemax/config/imagens_conteudo/produtos/imagensGRD/GRD_o%20ilusionista.jpg" width="222" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 2006 – &lt;b&gt;O ilusionista&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Sem dúvida, “o ilusionista” roubou a cena no ano de 2006. A história é muito bem bolada e capaz de iludir até os espectadores mais atentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;2005 – &lt;b&gt;O jardineiro fiel&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_GEYjMAkCr-k/SMVR1okJrQI/AAAAAAAAA7o/zkZNNLzbxXQ/s400/jardineiro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://3.bp.blogspot.com/_GEYjMAkCr-k/SMVR1okJrQI/AAAAAAAAA7o/zkZNNLzbxXQ/s320/jardineiro.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Fiquei em dúvida entre “Manderley” e “O jardineiro fiel”. Ambos possuem os seus méritos. “Manderley”, continuação de “DogVille”, guarda o estilo singular do seu antecessor e aborda a questão da liberdade por um viés bem singular no cinema. Jardineiro fiel ganha por conseguir costurar em um único roteiro diversas questões bastante densas, sem negar-lhes a complexidade que lhes é devida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.buscafilme.com.br/wp-content/uploads/2010/08/filme-crash-no-limite.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.buscafilme.com.br/wp-content/uploads/2010/08/filme-crash-no-limite.jpg" width="233" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;2004 – &lt;b&gt;Crash&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Crash”. O melhor exemplar que conheço de um roteiro em que as historias se cruzam – acompanhado por um belíssima trilha sonora. Cada história é boa em sua singularidade, em conjunto elas são sensacionais. PS: Uma das raras vezes em que concordo com a opinião da comissão do Oscar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;2003 – &lt;b&gt;O senhor dos anéis, o retorno do rei&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://www.multidicas.com/wp-content/uploads/2010/07/senhor-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.multidicas.com/wp-content/uploads/2010/07/senhor-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Após o primeiro filme, li o livro sagrado de 1.200 páginas em 6 semanas para poder comentar sobre o segundo filme. O terceiro foi escolhido para representar o ano de 2003 não por ser superior aos demais da trilogia, mas por fechar um ciclo de 3 anos de espera pela história completa da saga do Anel adaptada para o cinema. É claro que preferi o livro aos filmes, mas numa análise geral o diretor fez um bom trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;2002 – &lt;b&gt;A identidade de Bourne&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_MHqrIPuK8cQ/TKIWscBvjaI/AAAAAAAACOU/jv6HnoxDpCE/s1600/A+Identidade+Bourne.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_MHqrIPuK8cQ/TKIWscBvjaI/AAAAAAAACOU/jv6HnoxDpCE/s200/A+Identidade+Bourne.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A “identidade de bourne” – o primeiro filme não-nerd e puramente comercial a figurar essa listinha. Já o vi trocentas vezes e sempre acabo vendo de novo quando não passa nada melhor na TV. A história do super-homem da CIA ganha ares mais humildes aqui quando apresenta um cidadão em busca da sua identidade roubada – ou esquecida, no caso em questão não faz muita diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_dC8kDmc2R3k/S8oAr94CNtI/AAAAAAAAA2c/K3ga_DAJbHo/s1600/mente-brilhante-poster01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_dC8kDmc2R3k/S8oAr94CNtI/AAAAAAAAA2c/K3ga_DAJbHo/s320/mente-brilhante-poster01.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;2001 – &lt;b&gt;Uma mente brilhante&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Já fiz um trabalho de faculdade sobre o livro que deu origem ao filme, postado &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/uma-mente-brilhante-biografia-de-john.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Também já escrevi um &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/uma-mente-brilhante.html"&gt;post&lt;/a&gt; especificamente sobre o filme. Neste ano eu fiquei em dúvida entre “AI”, “Uma mente brilhante”, “Moulin Rouge”, “Vanilla Sky” e “Uma mente brilhante”. Ganhou o último pela quantidade de vezes que o assisti, muito superior aos demais – alguma coisa me diz que a quantidade de vezes que, quando zapeamos, escolhemos rever um filme diz algo sobre as nossas preferências, especialmente se a NET já cansou de exibir todos eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_dVQkuAOSYTQ/TQjzY7EsJ5I/AAAAAAAABUc/9FihoNvzgYE/s1600/9+Rainhas.JPG22.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_dVQkuAOSYTQ/TQjzY7EsJ5I/AAAAAAAABUc/9FihoNvzgYE/s200/9+Rainhas.JPG22.jpg" width="125" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;2000 – &lt;b&gt;Nove rainhas&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Nove rainhas”. Um filme argentino sobre uma quadrilha de trambiqueiros. Apesar do tema batido, o filme é muito bom e por isso ele está aqui, no lugar de “Corrente do Bem”, um filme que já vi trocentas vezes e que é uma gracinha – mas tudo bem, o ator mirim será justiçado na escolha do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.culturaplus.com.br/tambauzinho/images/o%20sexto%20sentido.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.culturaplus.com.br/tambauzinho/images/o%20sexto%20sentido.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1999 – &lt;b&gt;O sexto sentido&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“O sexto sentido”. “&lt;i&gt;Eu vejo pessoas mortas.&lt;/i&gt;” A dica é dada desde o início mas só captamos o verdadeiro sentido desta frase no final. Sem mais comentários para um filme que todos já assistiram e estão cansados de saber da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 1998 –&lt;b&gt;O show de Truman&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_qnJZ4d4Ks4c/TEYPAZqu_MI/AAAAAAAAAcs/o5FQyxJi_Xc/s1600/show_de_truman.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; display: inline !important; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="166" src="http://4.bp.blogspot.com/_qnJZ4d4Ks4c/TEYPAZqu_MI/AAAAAAAAAcs/o5FQyxJi_Xc/s200/show_de_truman.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Não por acaso uma frase do filme está permanentemente exposta neste blog, ele é um grande filme. “O show de Truman” é um filme visionário e que adorei desde a primeira vez que vi. A idéia de colocar a pessoa num aquário e transmitir a sua vida 24 h/dia para quem quiser ver foi levada ao extremo pelo produtor do show de Truman, que concebeu todo um cenário e sociedade de atores para acomodar Truman desde o seu primeiro dia de vida, como protagonista de um show do qual ele não tem sequer conhecimento de sua condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://thingsomeblog.files.wordpress.com/2010/07/titanic.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://thingsomeblog.files.wordpress.com/2010/07/titanic.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1997 –&lt;b&gt;Titanic&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A escolha deste ano se resumia a um duelo entre “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado” e “Titanic” – repare que conforme vamos nos aproximando do fim da fila, as dúvidas vão ficando cada vez mais simples de se resolver. “Titanic” ganha fácil do “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”, um filme bem besteirol americano para dar medinho em adolescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.disney.com.br/VideoDVD/corcundaII/images/center.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://www.disney.com.br/VideoDVD/corcundaII/images/center.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;1996 – &lt;b&gt;O corcunda de Notre Dame&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“O corcunda de notre DAme”, não só porque não vi nenhum outro filme deste ano que eu tenha gostado como também pelo fato de eu realmente ter gostado do corcunda na época, talvez pelo meu gosto por desenhos mais musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SuPFPay4XPo/TBw42hahMNI/AAAAAAAABo4/wSzO9AIg9Fo/s1600/toy_story_ver1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/_SuPFPay4XPo/TBw42hahMNI/AAAAAAAABo4/wSzO9AIg9Fo/s320/toy_story_ver1.jpg" width="229" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1995 – &lt;b&gt;Toy story&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Toy story” fez parte da primeira sessão dupla de cinema que fiz na minha vida – o filme seguinte era “Babe, o porquinho atrapalhado”. A história dos brinquedos que tem vida me ganhou de assalto – eu já desconfiava que os meus brinquedos eram tinham alma, sobretudo o tal do Fofão que vinha com uma faca dentro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cinepoca.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Forrest-Gump.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.cinepoca.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Forrest-Gump.jpg" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1994 – &lt;b&gt;Forrest Gump&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Outra&amp;nbsp;concordância&amp;nbsp;com a academia do Oscar aqui: o comovente filme do menininho que aprendeu a superar as suas limitações físicas e cognitivas e se tornou bom em quase tudo o que se dispôs a fazer ao longo da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_XKc-PvoJGq4/TJkOzzQgT-I/AAAAAAAACB8/QJgma-24vZ0/s320/download+A+Lista+De+Schindler+%E2%80%93+Dublado+1993+(Rar%C3%ADssimo)+by+www.filmes-ineditos.com.br.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_XKc-PvoJGq4/TJkOzzQgT-I/AAAAAAAACB8/QJgma-24vZ0/s200/download+A+Lista+De+Schindler+%E2%80%93+Dublado+1993+(Rar%C3%ADssimo)+by+www.filmes-ineditos.com.br.jpg" width="143" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1993 – &lt;b&gt;A lista de Schindler&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;Um filme que nem os historiadores colocam defeito.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.filmes96.com/images/thumbs/thumb_860.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.filmes96.com/images/thumbs/thumb_860.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; 1992 – &lt;b&gt;Mudança de hábito&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Concorreram com ele “Perfume de mulher” e “Buffy, a caça-vampiros” – certamente o meu preferido naquela época. Apesar de ser um filme divertido, a escolha pelo “Mudança de hábito” se deve basicamente a sua trilha sonora.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_P03HrdUWNPI/TCdE-cEkwZI/AAAAAAAAAf0/lC-ypgjSfJc/s1600/meu+primeiro+amor+meme+ana+paula+gomes.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://3.bp.blogspot.com/_P03HrdUWNPI/TCdE-cEkwZI/AAAAAAAAAf0/lC-ypgjSfJc/s200/meu+primeiro+amor+meme+ana+paula+gomes.jpeg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1991 – &lt;b&gt;Meu primeiro amor&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;A história da garotinha que se apaixona pela primeira e sofre o primeiro grande golpe da vida com a morte do seu primeiro namoradinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_WkhQXgbx5kc/TRCnYgIc9JI/AAAAAAAAATs/eKUzZlWS_ng/s1600/Uma+Linda+Mulher.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/_WkhQXgbx5kc/TRCnYgIc9JI/AAAAAAAAATs/eKUzZlWS_ng/s200/Uma+Linda+Mulher.jpg" width="136" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1990 – &lt;b&gt;Uma linda mulher&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Era ela ou “Chico bento”. A escolha dispensa comentários. (À propósito, Feliz Dia Internacional das Mulheres.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;1989 – A princesa xuxa e os trapalhões&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; ... so cOOOOO RRROOOO....&lt;/blockquote&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_fEBr_zRAOyw/Si3hoAnHT2I/AAAAAAAAACk/4zTm5duLUF8/s320/sociedd.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/_fEBr_zRAOyw/Si3hoAnHT2I/AAAAAAAAACk/4zTm5duLUF8/s200/sociedd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Ganhou de verdade a “&lt;b&gt;Sociedade dos poetas mortos&lt;/b&gt;”, é claro, que atiça as veias poéticas que não tenho. Vale lembrar que “Querida, encolhi as crianças” e Olha quem está falando eram fortes candidatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cinedica.com.br/capas/11.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.cinedica.com.br/capas/11.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;1988 – &lt;b&gt;Quero ser grande&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;“Quero ser grande”, divertido demais para ficar de fora da lista. Além do mais, assisti tantas vezes quanto pude na Sessão da Tarde.&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a href="http://www.digestivocultural.com/upload/clarissakuschnir/dirtydancing.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.digestivocultural.com/upload/clarissakuschnir/dirtydancing.jpg" width="144" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;1987 – &lt;b&gt;Ritmo quente&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Na ausência de outro para representar o ano, sobrou para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&amp;nbsp;1986 – &lt;b&gt;Curtindo a vida adoidado&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/curtindodois.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="http://cinezencultural.com.br/site/wp-content/uploads/2009/08/curtindodois.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;Um filme que representa bem o ano do nascimento. Só curtição.&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-6098815379668203518?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/6098815379668203518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/um-filme-para-cada-ano-de-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6098815379668203518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6098815379668203518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/um-filme-para-cada-ano-de-vida.html' title='Um filme para cada ano de vida'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s72-c/Tropa+de+Elite+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5512064424347504905</id><published>2011-03-07T12:35:00.001-03:00</published><updated>2011-03-07T13:05:39.230-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Reinventando o Carnaval...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.sempreantenados.com/wp-content/gallery/mascara-de-carnaval/mascaras-carnaval-10.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.sempreantenados.com/wp-content/gallery/mascara-de-carnaval/mascaras-carnaval-10.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É carnaval e esta blogueira (cada vez mais ausente, admito) não pode abster-se de comentar sobre o assunto. Eu estava a analisar as escolas de samba e seus enredos e não pude deixar de notar como as escolhas temáticas se restringem ao passado e a eventos e temas já debatidos e batidos. Tem sempre um enredo sobre a África, outro homenageando um famoso qualquer, um sobre saúde, educação ou similar, um sobre a construção de alguma coisa – um theatro é uma boa temática, um sobre circo e afins, etc.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu estava já a desistir de comentar isso e aceitar que esse é o espírito carnavalesco de fato, quando um dos comentaristas da Globo deu-me razão, afirmando que há temas que são tão freqüentes nos enredos que o deixam enfadado – não foi essa a expressão que usou, mas julgo ter captado a sua intenção. Ele referiu-se a dois temas que nem figuraram na minha listinha de espectadora muito ocasional do Carnaval: Egito e mar. Afirmou que mar é um tema tão recorrente nas escolas de samba que há um tempo atrás ele achava que era obrigatória a presença ao menos da palavra “mar” nos sambas-enredos – sem críticas à Imperatriz e demais escolas, é claro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com essa limitação de temas os quais apresentar, não surpreende que Paulo Barros, à frente da Agremiação Unidos da Tijuca, seja saudado como campeão pela opinião pública e pelos comentaristas antes mesmos do fim do desfile. Como diz o ditado popular, “em terra de cegos quem tem olhos é Rei”. Em uma maquinaria já engessada que é o Carnaval das grandes Escolas de Samba, Barros conseguiu produzir um Carnaval inovador, sobretudo nos quesitos técnicos e temáticos. Fugindo do lugar comum e das temáticas distantes do seu público alvo, a escola apresentou neste ano um enredo que costura histórias do cinema com as quais o público pode se identificar. Além disso, Barros possui um grande trunfo na manga, o que no mundo dos negócios chamamos de diferencial: ele descobriu uma nova utilidade para os truques ilusionistas. Se os shows de mágica andam em baixa nos circos e teatros, Barros nos tem provado que no Carnaval carioca eles têm o seu lugar reservado para intrigar os 60.000&amp;nbsp;espectadores&amp;nbsp;lá presentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/7762441.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="217" src="http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/7762441.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra surpresa do Carnaval reinventado por Barros que é notada por qualquer observador é a sua opção por um desfile mais coreografado. Honestamente, esse estilo me agrada mais. Afinal, desfile de escola é para se ver e cantar junto, no máximo dar uns pulinhos tímidos na arquibancada. Ninguém vai para pular e se agitar tal como num bloco ou trioeletrico qualquer – a própria arquitetura local não permite. É um show para ser visto. Ser admirado. E a esse propósito faz sentido que os participantes ativos desse espetáculo se atentem mais a sua técnica para representar os seus papéis do que simplesmente vistam a fantasia e fiquem pulando e incitando um público cujos movimentos são fisicamente bastante limitados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas é claro que, como qualquer mudança, há sempre oposição. Os reacionários, ideólogos, vão sempre preferir o modelo antigo ao utópico. Paciência. Sou da hipótese de que o modelo de Carnaval atual já está esgotado e essa é uma evolução natural. Nesse caso, não há muito o que fazer, os críticos terão que agüentar. O Carnaval é feito para muitos e não para alguns. A sociedade muda, e as artes, por essência, devem acompanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/03/07/unidos620_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/03/07/unidos620_.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5512064424347504905?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5512064424347504905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/reinventando-o-carnaval.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5512064424347504905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5512064424347504905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/reinventando-o-carnaval.html' title='Reinventando o Carnaval...'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4406540908386182023</id><published>2011-03-07T11:56:00.000-03:00</published><updated>2011-03-07T11:56:46.853-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Das semelhanças entre humanos e morcegos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.walldesk.net/pdp/1024/03/01/morcegos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://www.walldesk.net/pdp/1024/03/01/morcegos.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A revista Veja de algumas semanas atrás trouxe uma reportagem dizendo que “assim como seres humanos, os morcegos têm amigos para toda a vida”. Quais seres humanos fazem amigos para toda a vida? Em tempos hipermodernos onde prevalecem as relações superficiais e por interesse, raras são as pessoas que podem dar-se o luxo de afirmarem que possuem um amigo, mesmo que este não seja para toda a vida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa baseou-se na monitoração eletrônica das interações sociais de duas colônias de morcegos. Durante cinco anos, os pesquisadores observaram os relacionamentos de mais de 20.000 morcegos e concluíram que muitos destes mantinham um contato estável com outros animais ao longo da vida, chegando inclusive a herdar amizades estabelecidas pelos membros mais antigos do grupo. Tal ação é praticamente impensável de ser transportada para o universo humano nos dias atuais, em que não raro colocamos parentes por afinidade no lugar de parentes consanguíneos – muitas vezes justificavelmente, já que muitos dos nossos parentes por força da genética não apresentam um selo de qualidade confiável.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ2s-T5KxUZZUgxPDawoPSPXO5WJS9yJVjF4kOKnF4nQ48yoW58Fg&amp;amp;t=1" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQ2s-T5KxUZZUgxPDawoPSPXO5WJS9yJVjF4kOKnF4nQ48yoW58Fg&amp;amp;t=1" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, não podemos nos enganar justificando todas essas trocas, bem como as demais interações sociais que fazemos ao longo da vida, em nome da afinidade, de uma amizade no sentido original do termo (etimologicamente próximo do amor). Adeptos do instrumentalismo, escolhemos amigos com o mesmo critério inerente a uma nova aquisição material qualquer: “serve para o quê?” ou “quanto mais, melhor” ou ainda “vai que um dia eu preciso?”. É duro admitir, mas somos assim desde criança: tal como muitas pesquisas mostram, já naquela época escolhíamos amigos por interesse – com quem poderemos brincar mais? Quem tem os melhores brinquedos?Isso para não falar da amizade política, presente desde tempos remotos, que atualmente é, de forma comprovada, um passaporte para o sucesso profissional.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já os morcegos aparentemente não compartilham desse instrumentalismo social – ou ao menos os daquele pequeno grupo amostral de 20.000 morcegos da pesquisa. De acordo com os dados analisados, os morcegos tendem a se socializarem com morcegos de diferentes idades, sexo, tamanho e graus de parentesco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É certo que as conclusões dessa pesquisa, tal como estão expostas no artigo publicado pela Veja, podem ser questionadas, pois me parece impossível chegar a elas sem lançar mão de uma interpretação subjetiva das situações observadas. De fato, nem ao menos as supostas ausências de instrumentalismo e efemeridade nas relações interpessoais são inquestionáveis, uma vez que provavelmente não conhecemos suficientemente o universo dos morcegos para concluir que seus relacionamentos sociais não possuem segundas intenções. Ou não, vai ver os cientistas estão certos, os morcegos realmente se relacionam com seus companheiros de espécie por pura afinidade, sem maiores pretensões. Vai ver a deterioração das amizades é um problema da racionalidade, é o ônus da evolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_5yoH7bxgL0w/S9t9q59yAkI/AAAAAAAAKbY/HuKWHo6ZEBQ/s400/batman_begins.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_5yoH7bxgL0w/S9t9q59yAkI/AAAAAAAAKbY/HuKWHo6ZEBQ/s320/batman_begins.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4406540908386182023?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4406540908386182023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/das-semelhancas-entre-humanos-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4406540908386182023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4406540908386182023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/das-semelhancas-entre-humanos-e.html' title='Das semelhanças entre humanos e morcegos'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_5yoH7bxgL0w/S9t9q59yAkI/AAAAAAAAKbY/HuKWHo6ZEBQ/s72-c/batman_begins.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7333901367281548211</id><published>2011-03-03T17:50:00.001-03:00</published><updated>2011-03-03T21:31:06.957-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Sobre a minha primeira experiência como testemunha em uma audiência criminal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_BGw6wRz3oU8/S_cNCDfFBrI/AAAAAAAAALE/TmhmdYzjno4/s1600/juiz+Pode+Ouvir+Testemunha+Qu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_BGw6wRz3oU8/S_cNCDfFBrI/AAAAAAAAALE/TmhmdYzjno4/s320/juiz+Pode+Ouvir+Testemunha+Qu.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje tive uma experiência que talvez seja única na minha vida: a minha primeira vez como testemunha em audiência de processo criminal. Tudo começou com uma ligação recebida ontem, por volta das 18 horas, de uma fulana dizendo: “Oi, aqui é fulana, assistente social da 2ª. Vara da Infância e Adolescência, é sobre a violência da qual você foi vítima no ano passado...” Imediatamente interrompi: “Violência? Vítima?” (‘Só podem ter ligado errado, eu nem sou mais adolescente’, pensei comigo.) A moça simpaticíssima me explicou: “É, você foi vítima de um assalto no ano passado...” “Aaaaahhh, tá. Sim, fui” – nunca pensei que eu por ter sido assaltada eu me enquadraria no&amp;nbsp;roll&amp;nbsp;de vítimas de violência, mas agora penso que faz sentido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ah! Para a imensa maioria dos poucos leitores deste post que certamente não sabem o que sucedeu, explico: estava eu, recém-formada (da colação de mentirinha, na prática já havia me formado há uns 6 meses), indo para a comemoração da “formatura” na casa de uma amiga, que mora na rua detrás do Shopping Iguatemi, perdida, já andando de volta porque certamente havia passado da casa e não identificado, quando dois “cidadãos” (ou “elementos”, o termo adequabilíssimo que consta no meu B.O.), ao me virem atravessando a rua, deram meia volta, colocaram a moto na calçada com intenção de bloquear a minha passagem, o carona desceu e falou: “Perdeu, perdeu.” Mexendo na pistola que carregava na cintura, por baixo da camisa, ordenou “Passa a bolsa.” Eu passei e ele falou “E o celular?” Calmamente respondi “Está aí dentro.” E eles foram embora levando a minha megabolsa ultrachique da Mister Cat (bons tempos aqueles de tanta fartura – presente da mamãe, é claro) em que continha:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;a minha necessaire mega-ultra chique da Andarella, a mais bonita que já vi e que certamente virei em toda a minha vida (novamente, presente da mamãe, é claro – mamãe só me dá coisa boa... :P),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;toda a maquiagem Natura linha Premium ou sei-lá-o-quê que demorei 3 meses para comprar (em tempos: desde que escrevi o &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/lista-de-empresas-que-testam-e-que-nao.html"&gt;post dos&amp;nbsp;animalzinhos&lt;/a&gt;&amp;nbsp;não uso mais Natura),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;meu guarda-chuva estiloso e recém-ganhado (ganha um Bis quem adivinhar de quem foi o presente),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;minha carteira com todos os meus documentos originais (todos mesmo: cpf, identidade, CNH, título de eleitor, cartão da faculdade, plano de saúde, farmácias, 3 cartões de banco – e antes que alguém me acuse de maluca, explico: juntei-os todos para poder separar e decidir sobre quais permaneceria na carteira, quais precisavam de xérox, etc. Mas como não tinha onde guardar até terminar a arrumação, achei que a carteira era um bom lugar, assim não iria perde-los – doce ilusão),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;os meus 2 celulares (novamente vale uma explicação: o meu adorado celular havia ficado no conserto por um mês e no dia anterior eu finalmente o haviam entregue. Como eu ia sair a noite e não sabia se ele estava funcionando bem, resolvi levar o antigo também, assim testaria o novo e caso desse problema, teria o meu reserva em mãos. E imagine a minha tristeza quando a mulher do conserto ligou na semana seguinte perguntando se o conserto tinha sido satisfatório? “Ah, desculpe, mas roubaram o meu celular no dia seguinte e eu nem tive tempo de testar...” Sniff...),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;li&gt;umas comprinhas recentes nas Lojas Americanas (dvds e nada mais que valha ser comentado),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;pen-drive (com trocentos arquivos dos quais nem me recordo mais, mas que fizeram falta),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;minhas chaves de casa com o meu chaveiro meganerd “mini-sabre de luz”, do Star Wars (era muito útil, quando faltava luz “a força estava comigo”),&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;e 23 reais (fala sério, né? Me deram esse prejuízo todo por conta de 23 reais. Se tivessem pedido só o dinheiro eu dava feliz.)&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois então, após esse infortúnio lastimável eu pensei em correr atrás deles para ver onde deixariam a minha bolsa. Dei uns 3 passos de corrida e depois desisti – fiquei com medo de um sequestro relâmpago. Além do mais, os elementos tinham cara de adolescentes e é sempre arriscado enfrentar adolescentes, já que eles são mais impulsivos, inconsequentes e, neste caso, bem armados. Lembrei que havia visto uma cabine de polícia no caminho, falei com o policial o que havia acontecido, ele pediu uma viatura para me levar a delegacia mais próxima e lá reconheci o rosto do elemento estampado num mural de fotos. Pois então, em algum momento entre fevereiro do ano passado e fevereiro deste ano esse elemento foi preso e estava sendo julgado e, como fui sua vítima, eu era uma testemunha da acusação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na hora fiquei muito feliz, é um dos poucos momentos em que você tem fé na segurança e justiça pública – a menos que o elemento tenha dado muito mole, identificar e prender um assaltante de biotipo comum no Rio de Janeiro deve ser complicado. Depois, é claro, veio aquela preocupação sobre possíveis represálias dos homens do mal contra os homens bons que vão prestar um serviço para a sociedade. Enquanto a assistente social me tranquilizava, eu mesma me dava conta do absurdo que era essa preocupação: afinal, eles tinham todos os meus dados (e tudo original), se quisessem me achar já o teriam feito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois então, a mulher se desculpou porque não daria tempo de me entregarem a intimação de comparecimento e me passou o endereço da audiência que seria realizada dali a cerca de 12 horas. Parece-me que legalmente eu não era obrigada a comparecer, mas como estava com fé muita fé na justiça, fui de bom agrado lá pro fim do mundo, num dia chuvoso, atrasando os meus trocentos trabalhos por fazer.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cheguei ao endereço com 15 minutos de antecedência – mesmo sabendo que provavelmente a audiência atrasaria, quis agir nos conformes. Acho que fui a primeira testemunha de todos os processos a chegar. Comigo na saleta só estavam 3 adolescentes, um deles com um policial ao lado. “Seriam todos infratores?”, pensei. Achei prudente não ousar puxar papo. Preferi continuar na companhia do Saramago.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos poucos, outras pessoas (adultas) foram chegando, presumi que eram vítimas ou parentes. Até que dois elementos do sexo feminino chegaram e começaram a mostrar a cultura do local da onde devem provir. Fala no volume alto-falante, deboches, muitas risadas, e lágrimas nos olhos da mais nova. Algum tempo depois o guarda perguntou por que elas estavam ali e a mais velha respondeu: “Para a audiência do meu filho.” “Que filho? Qual o nome dele?” “Fulano” “Ele é seu filho? O nome da senhora não consta na ficha.” “É porque ele é meu filho de criação.” E seguiu explicando a história de como ele tinha se tornado o filho de criação dela – que eu, infelizmente, não consegui ouvir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo depois chegou outra “mãe de menor”. “A senhora é mãe do menor?” “Sim, sou.” “E cadê o menor?” “Eu não sei, ele sumiu.” “Hein? Ele está desaparecido?” “Sim, está desaparecido.” Pensei comigo “Essa é boa, o menor convenientemente desaparece e a mãe vai à audiência.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tardou para as “mães de menores” ficarem conversando entre si. A mãe de criação estava tirando as dúvidas da outra. “Vem cá, mas o seu filho assinou alguma coisa?” “Não sei.” “Porque o meu filho não assinou nada.” “Ah, é?” “Tô falando isso porque você não precisa assinar nada e nem ele, é só ir lá.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Achei impressionante essa cisão entre “meu filho” e “menor bandido” (desculpe, infrator é o termo correto). Pensei que no lugar delas me manteria caladas, pois filho meu não é bandido. Mas depois compreendi que, dadas as circunstâncias, deve ter sido um alívio poder se ater aos aspectos burocráticos da situação (ou trocar dicas de como burlar o sistema, não entendi muito bem a intenção da conversa).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo depois veio uma mulher falar comigo. “você é Débora Ribeiro?” “sim, sou eu.” “Está liberada.” “Estou liberada?!” “Sim, está liberada.” “Por quê?” “O menor não veio.” Na hora me veio um atordoamento que me fez lembrar do meu estado pós-assalto. Como assim o menor estava detido e ainda assim não vai à audiência? Naquele estado, só consegui falar: “Não sabia que esses bandidinhos tinham direito à escolha.” Falei alto, para assegurar que as “mães de menores” escutassem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então agora devo acrescentar a lista de perdas materiais decorrentes do assalto:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;5 horas e R$ 7,50 devido à ida audiência na qual o elemento não compareceu.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o que dá se deslumbrar acreditando que a justiça funciona... Mas na próxima audiência eu vou, faço questão. (Se houver, é claro.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7333901367281548211?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7333901367281548211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/sobre-minha-primeira-experiencia-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7333901367281548211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7333901367281548211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/03/sobre-minha-primeira-experiencia-como.html' title='Sobre a minha primeira experiência como testemunha em uma audiência criminal'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_BGw6wRz3oU8/S_cNCDfFBrI/AAAAAAAAALE/TmhmdYzjno4/s72-c/juiz+Pode+Ouvir+Testemunha+Qu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5746268936241346750</id><published>2011-02-22T18:59:00.000-03:00</published><updated>2011-02-22T18:59:13.181-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pesquisa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Médico cura a Aids – isso que é um grande passo para a humanidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Saiu na edição &lt;i&gt;on line&lt;/i&gt; da revista &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI196843-15257,00-ELE+ESTA+CURADO+TRECHO.html"&gt;Época &lt;/a&gt;há algumas semanas atrás, mas poucas pessoas deram a devida atenção ao fato – inclusive a própria revista, que trouxe apenas uma singela notinha de chamada na sua página principal. Fato é que, após quase três décadas de pesquisa, a medicina finalmente conseguiu curar um paciente da Aids. O autor dessa proeza foi o médico Gero Hütter, “um jovem oncologista que entende de leucemia, mas nunca havia atendido um doente de aids”. Após receber, em seu consultório, o seu primeiro paciente aidético, Hütter resolveu testar um tratamento pioneiro que, se desse certo, livraria o paciente da leucemia e da Aids. Trata-se de um transplante de medula de doadores com uma mutação genética que inibe as moléculas CCR5 (utilizadas pelo vírus da Aids para invadir o organismo). Essa mutação é bastante rara e acredita-se que apenas 1% dos europeus a possuam (por algum motivo, ela não está presente nem em negros e nem em asiáticos). A raridade da incidência dessa mutação somada à natural dificuldade de encontrar doadores de medula compatíveis tornou a tarefa uma missão quase impossível. Porém, com muita sorte, Gero Hütter conseguiu localizar um doador de medula que tinha essa mutação genética e que era compatível com a medula de seu paciente e, em 2007, realizou o transplante pioneiro em toda história da medicina. Eis que renasce Timothy Ray Brown, cidadão norte-americano de 44 anos, o primeiro paciente curado da Aids.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.bahianoticias.com.br/fotos/editor/Image/Timothy_Ray_Brown_cura_da_aids.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://www.bahianoticias.com.br/fotos/editor/Image/Timothy_Ray_Brown_cura_da_aids.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.guiame.com.br/images_materia/materia/j_10975.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.guiame.com.br/images_materia/materia/j_10975.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;"Eu chamo isso de cura.", &lt;br /&gt;afirmou Gero Hütter&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E, com isso, minha aposta para o Nobel da medicina de 2030 vai para Dr. Gero Hütter, responsável por um grande passo para um homem e um gigantesco passo para toda a humanidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: À propósito, esse procedimento não precisou ser testado em animais antes de ser aplicado a seres humanos e com isso ele acaba de aumentar a nossa listinha de&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/06/20-avancos-cientificos-sem-animais-e-50.html"&gt; avanços científicos sem experimentações em animais&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5746268936241346750?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5746268936241346750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/medico-cura-aids-isso-que-e-um-grande.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5746268936241346750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5746268936241346750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/medico-cura-aids-isso-que-e-um-grande.html' title='Médico cura a Aids – isso que é um grande passo para a humanidade'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5584111451449206032</id><published>2011-02-22T18:34:00.001-03:00</published><updated>2011-02-22T18:39:00.616-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>Debate sobre os melhores filmes do ano no CCBB-RJ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_E65-Xnqt1q0/TShTL2pqpDI/AAAAAAAAE68/tDmND25jlqo/s1600/ccbb.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_E65-Xnqt1q0/TShTL2pqpDI/AAAAAAAAE68/tDmND25jlqo/s320/ccbb.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acabei de descobrir que está rolando de hoje à domingo (06/03) um festival com os 10 melhores filmes do ano de 2010 eleitos pela Associação de Críticos de Cinema do Rio. O evento acontece do CCBB, com aquele precinho camarada (cinepasse - RS10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia válido para qualquer filme por 30 dias &amp;nbsp; &lt;b&gt;=O&lt;/b&gt; ) e os tradicionais debates após a exibição do último filme do dia - com destaque para as participações do ilustríssimo psicanalista Jurandir Freire Costa e &lt;i&gt;(tchan Tchan TCHAN...)&lt;/i&gt; José Padilha &lt;i&gt;(isso mesmo, O cara comentando sobre O filme do ano)&lt;/i&gt;. Mas é claro, nem tudo é perfeito, as salas de cinema são pequenas e aconselho chegar com algumas horas de antecedência e ficar na filinha para um ter direito a um lugar na no cine.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Peguei as informações sobre o festival no site do &lt;a href="http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/02/22/ccbb-apresenta-a-mostra-os-melhores-filmes-do-ano-a-partir-de-22-de-fevereiro/"&gt;JB&lt;/a&gt;, que fez uma enumeração dos 10 filmes escolhidos (e aqui fica a dúvida sobre o propósito da enumeração: simplesmente numerar ou qualificar?). Eis os filmes escolhidos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. A Fita Branca, de Michael Haneke&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Vincere, de Marco Bellocchio&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Tropa de Elite, de José Padilha&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Kick -Ass quebrando tudo, de Matthew Vaughn&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Ilha do medo, de Martin Scorsese&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Mother - a busca pela verdade, de Bong Joon-ho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. O Escritor Fantasma, de Roman Polanski&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. O Segredo dos seus olhos, de Juan José Campanella&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. Tudo pode dar certo, de Woody Allen&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Um Homem Sério, de Joel e Ethan Coen&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos seis filmes que eu vi, apenas 2 mereciam estar nesta lista - &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html"&gt;Tropa de Elite&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/2-ilha-do-medo.html"&gt;Ilha do Medo&lt;/a&gt;, por questões já comentadas aqui no blog. Mas por esse precinho, não me incomodaria ver os filmes que não gostei tanto novamente só para poder participar do debate sobre eles depois - é sempre bom manter a mente aberta a opiniões contrárias as nossas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para aqueles que se interessaram pelo festival, segue abaixo a programação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;22/02 (terça)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5h30 &lt;b&gt;A Fita Branca&lt;/b&gt; (Das Weisse Band – Eine Deutsche Kindergeschichte), de Michael Haneke (Alemanha/França/Austria/Itália) - 144 min, 16 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Vincere&lt;/b&gt;, de Marco Bellocchio (Itália/Alemanha) - 128 min, 16 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Após a última sessão, debate com os críticos Carlos Alberto Mattos, Leonardo Luiz Ferreira e Luiz Gallego. Convidado: Silvio Da-Rin (cineasta).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;23/02 (quarta)&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;Ilha do Medo&lt;/b&gt; (Shutter Island), de Martin Scorsese (EUA) - 148 min, 14 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Mother &lt;/b&gt;- A Busca pela Verdade (Madeo), de Bong Joon-ho (Coréia do Sul) - 128 min, 14 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Após a última sessão, debate com os críticos Mario Abbade e Gilberto Jr., Convidados: Fernando Ceylão (autor, ator e diretor) e Jurandir Freire Costa (psicanalista).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;24/02 (quinta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16h &lt;b&gt;Tropa de Elite 2&lt;/b&gt;, de José Padilha (Brasil) - 118 min, 16 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Kick-Ass&lt;/b&gt; - Quebrando Tudo (Kick-Ass), de Matthew Vaughn (EUA/Inglaterra) - 118 min, 18 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Após a última sessão, debate com os críticos Marcelo Janot, Ricardo Cota e Ricardo Largman. Convidados: José Padilha (cineasta) e Arnaldo Branco (quadrinista).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;25/02 (sexta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;O Escritor Fantasma&lt;/b&gt; (The Ghost Writer), de Roman Polanski (França/Alemanha/Inglaterra) - 128 min, 12 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h  &lt;b&gt;O Segredo dos seus Olhos&lt;/b&gt; (El secreto de sus ojos), de Juan José Campanella (Argentina/Espanha) - 127 min, 16 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;26/02 (sábado)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16h &lt;b&gt;Tropa de Elite 2&lt;/b&gt;, de José Padilha (Brasil) - 118 min, 16 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;27/02 (domingo)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;A Fita Branca&lt;/b&gt;, de Michael Haneke (Alemanha/França/Austria/Itália) - 144 min, 16 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;01/03 (terça)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16h &lt;b&gt;Tudo Pode dar Certo&lt;/b&gt; (Whatever Works), de Woody Allen (EUA/França) - 98 min, 12 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Um Homem Sério&lt;/b&gt; (A Serious Man), de Joel e Ethan Coen (EUA/França/Inglaterra) - 105 min, 14 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Após a última sessão, debate com os críticos Maria Silvia Camargo, Denise Lopes, Mario Abbade. Convidados: Ingrid Guimarães (atriz) e Arnaldo Bloch (jornalista e escritor).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;02/03 (quarta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;O Escritor Fantasma&lt;/b&gt; (The Ghost Writer), de Roman Polanski (França/Alemanha/Inglaterra) - 128 min, 12 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;O Segredo dos seus Olhos&lt;/b&gt; (El secreto de sus ojos), de Juan José Campanella (Argentina/Espanha) - 127 min, 16 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*Após a última sessão, debate com os críticos Daniel Schenker, Mario Abbade e Rodrigo Fonseca. Convidado: Marcelo Pedreira (romancista, dramaturgo e diretor de teatro).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;03/03 (quinta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;Ilha do Medo&lt;/b&gt; (Shutter Island), de Martin Scorsese (EUA) - 148 min, 14 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Mother &lt;/b&gt;- A Busca pela Verdade,  de Bong Joon-ho (Coréia do Sul) - 128 min, 14 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;04/03 (sexta)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16h &lt;b&gt;Tudo Pode dar Certo&lt;/b&gt; (Whatever Works), de Woody Allen (EUA/França) - 98 min, 12 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18h &lt;b&gt;Um Homem Sério&lt;/b&gt; (A Serious Man), de Joel e Ethan Coen (EUA/França/Inglaterra) - 105 min, 14 anos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;05/03 (sábado)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16h &lt;b&gt;Kick-Ass&lt;/b&gt; - Quebrando Tudo (Kick-Ass), de Matthew Vaughn (EUA/Inglaterra) - 118 min, 18 anos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;06/03 (domingo)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15h30 &lt;b&gt;Vincere&lt;/b&gt;, de Marco Bellocchio (Itália/Alemanha) - 128 min, 16 anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html"&gt;http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5584111451449206032?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5584111451449206032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/debate-sobre-os-melhores-filmes-do-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5584111451449206032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5584111451449206032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/debate-sobre-os-melhores-filmes-do-ano.html' title='Debate sobre os melhores filmes do ano no CCBB-RJ'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_E65-Xnqt1q0/TShTL2pqpDI/AAAAAAAAE68/tDmND25jlqo/s72-c/ccbb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7606052814413742402</id><published>2011-02-17T13:51:00.001-02:00</published><updated>2011-02-17T13:53:45.984-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='censura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>O que fazer com os trolls?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_wmFXAo3yd0s/SQGmYnMaulI/AAAAAAAAAPA/Bey-98a42jk/s400/Cave+Troll+face.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/_wmFXAo3yd0s/SQGmYnMaulI/AAAAAAAAAPA/Bey-98a42jk/s200/Cave+Troll+face.JPG" width="177" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após alguns meses de atividade, me deparei com um problema tipicamente cibernético: os trolls. Segundo as definições que encontrei por aqui, os trolls são criaturinhas ignorantes que vem até o seu site/blog só para provocar o autor do texto e os demais visitantes. Confesso que o primeiro troll que apareceu no meu blog eu deletei permanentemente e sem pensar duas vezes. Mas depois comecei a pensar em qual será a minha política de atuação frente aos trolls. Debater? Ignorar? Permitir somente comentários assinados?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Incomodada com essa questão para a qual até agora não encontrei a resposta, resolvi pensar como deveria agir de acordo com diversas culturas. Eis algumas das conclusões as quais cheguei com esses devaneios:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Etiqueta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As regras mais tradicionais de etiqueta nos ensinam que devemos sempre ter xícaras de diferentes tamanhos para oferecer as nossas visitas. As maiores para as mais desejadas, as de tamanho normal, para as toleráveis e as muito pequenas para as visitas indesejáveis, pois assim elas acabarão logo o chá e irão embora – além de se perceberem como &lt;i&gt;persona non grata&lt;/i&gt; no recinto. Será que tem como disponibilizar o espaço de apenas um caractere para os trolls? Aliás, fico tentada a imaginar qual eles escolheriam – minha dúvida sobre o mais utilizado está entre o “u” e o “z”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Diplomacia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Converse. Procure entender o ponto de vista do outro e fazer com que ele entenda o seu. Se não conseguir dobrá-lo completamente, procure ceder o mínimo possível para atingir um consenso. Em último caso, pode-se agir &lt;i&gt;a&amp;nbsp;la tio Sam&lt;/i&gt; e passar a bola para o pessoal do Ministério da Defesa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.ping.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/guerra_iraque.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="209" src="http://www.ping.blog.br/wp-content/uploads/2010/07/guerra_iraque.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Senhor dos anéis&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trolls são criaturas ignorantes aperfeiçoadas por Sauron, que aumentou a sua inteligência com maldade. Tais como os animais mais ferozes, estão sempre prontos para a batalha. Uma forma simples de acabar com essas selvagens criaturinhas é atraí-las para a luz do sol, que as transforma em pedra. Num blog acho que a coisa pode funcionar mais ou menos assim:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DFuM7NkybLE/TV1CmgEv1FI/AAAAAAAAB5M/3wvmykE-hcM/s1600/troll.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="448" src="http://2.bp.blogspot.com/-DFuM7NkybLE/TV1CmgEv1FI/AAAAAAAAB5M/3wvmykE-hcM/s640/troll.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Maiêutica socrática&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A arte de convencer o sujeito de que tudo o que ele sabe é que nada sabe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&amp;amp;f=152690984_7668.jpg&amp;amp;v=O" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://img1.mlstatic.com/jm/img?s=MLB&amp;amp;f=152690984_7668.jpg&amp;amp;v=O" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Legalmente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para começar, banir por completo os comentários apócrifos , uma vez que “é livre a expressão de pensamentos sendo vedado o anonimato”. Depois, deletar qualquer comentário que me desagrade – afinal, isso aqui é propriedade privada e não precisamos tolerar comentários desviantes dos padrões.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Academicamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Para essa questão, consulte as explicações de Almino em seu livro ‘Os fundamentos herméticos do esteticismo ontológico’ (1997-a), capítulos 22 à 43.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Uma especificação acadêmica: Fenomenologicamente&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Como diria o ilustre filósofo Heidegger, o seu comentário ilustra bem que só podemos determinar a compreensão pelo sentido e o sentido apenas pela compreensão. Heidegger, em sua análise da compreensão, diz que toda compreensão apresenta uma ‘estrutura circular’. ‘Toda interpretação, para produzir compreensão, deve já ter compreendido o que vai interpretar’. Trata-se da ontologização da compreensão e da interpretação como aspectos do ser do ente que compreende o ‘Dasein’.” (Acredite se quiser, esse trecho foi retirado de uma explicação do wikipedia)&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7606052814413742402?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7606052814413742402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/o-que-fazer-com-os-trolls.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7606052814413742402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7606052814413742402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/o-que-fazer-com-os-trolls.html' title='O que fazer com os trolls?'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_wmFXAo3yd0s/SQGmYnMaulI/AAAAAAAAAPA/Bey-98a42jk/s72-c/Cave+Troll+face.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2583090399929813122</id><published>2011-02-11T12:51:00.000-02:00</published><updated>2011-02-11T12:51:03.378-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ética'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relacionamentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sociedade'/><title type='text'>Etiqueta: a pequena ética das relações sociais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_xouULh7tF44/St3LcxXzc-I/AAAAAAAABv8/8_GlXPdDh1g/s400/etiqueta-social.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="235" src="http://2.bp.blogspot.com/_xouULh7tF44/St3LcxXzc-I/AAAAAAAABv8/8_GlXPdDh1g/s320/etiqueta-social.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;O imaginário social frequentemente associa etiqueta às regras convencionais que orientam como devemos agir à mesa. Talheres rigorosamente alinhados, cotovelos não-apoiados, fala em baixo tom, postura reta e mais muitos outros detalhes que parecem cada vez mais aversivos na sociedade atual. Não sem razão, muitos desses comportamentos que antigamente eram obrigatórios para frequentar a alta sociedade estão sendo deixados de lado. De fato e a princípio (que fique bem destacada essa expressão) não é tão relevante assim que a pessoa siga estritamente esses detalhes das normas sociais para que sua companhia seja agradável ou, simplesmente, tolerável. Pois bem, “se não é imprescindível, deixemos a etiqueta de lado” –é o que a maioria das pessoas costuma pensar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que pouca gente se lembra é que a etiqueta vai muito além dessas regras de postura que há muito são tidas como elementos de segregação visível da nobreza de todo o resto. De fato, podemos considerar que a etiqueta surgiu junto com a própria ética e não por acaso possuem o mesmo radial: ética, do radical ethos, remete a ideia de comportamento. Em suma, a ética é a busca pelo melhor modo de viver em sociedade. Por derivação, etiqueta, ou pequena ética, é a busca pelos pequenos comportamentos que auxiliam a convivência em sociedade. Essa pequeníssima análise etimológica já nos dá pistas de que, ao suprimir cada vez mais a etiqueta, talvez estejamos caminhando para um grande erro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos lembrar que, para além das regras mais detalhistas, a etiqueta possui a função de aproximação das pessoas. Em sua essência, trata-se de regras para auxiliar a boa convivência em sociedade. A princípio, a etiqueta é uma ética normativa, composta por um conjunto de regras morais que já existem e nos são impostas pela sociedade. É como se fosse uma forma a qual devemos nos encaixar. Porém, na medida em que caminhamos para a autonomia moral, espera-se que nos tornemos capazes de analisar criticamente as regras da sociedade e de nos posicionarmos frente a elas. É claro que a maioria de nós não será um Gandhi da vida, porém seremos (espera-se) pessoas conscientes de que viver bem em sociedade requer pequenas e grandes ações neste sentido. As ações grandes são bem óbvias: não roubar, não matar, não caluniar, não praticar atos perversos ou agressivos, etc. Porém as pequenas ações são, justamente por serem pequenas, muito mais sutis e frequentemente passam desapercebidas. Não obstante, ainda assim são capazes de causar enorme desconforto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS75xhJwxJr2tNKHLySeV-8YE4Rk-ZfO7PUgRbBqhwxVxd439odVw&amp;amp;t=1" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcS75xhJwxJr2tNKHLySeV-8YE4Rk-ZfO7PUgRbBqhwxVxd439odVw&amp;amp;t=1" /&gt;&lt;/a&gt;Um usuário padrão (leia-se consciente, capaz) da etiqueta deve ser capaz de gerenciar as suas impressões de forma a perceber o impacto delas no seu círculo social. Agir segundo as normas de etiqueta não significa seguir rigorosamente todas as pequenas normas o tempo todo em todas as situações, mas sim saber como agir em sociedade. Vejamos um exemplo bem prático: você, cansado, vai à casa de um grande amigo bater um papo. Chega, se esparrama no sofá, dá uns bocejos no meio da conversa, de vez em quando fecha os olhos e tal. Seu amigo, que te conhece bem, sabe que a postura desleixada no sofá, os bocejos e as longas piscadas não significam uma desatenção ao que ele fala ou falta de compostura na sala dele. Ele naturalmente compreende pelas suas ações que você está cansado. Agora imagine outra situação: você, cansado, vai à casa de um amigo de seu amigo bater um papo. Chega, se esparrama no sofá, dá uns bocejos no meio da conversa, de vez em quando fecha os olhos e tal. O que esta pessoa, que não te conhece irá pensar? Ok, ela poderia deduzir que você simplesmente está cansado, mas também seria coerente ela deduzir muitas outras coisas ruins que, convenhamos, são verdadeiras em alguns casos. Não é inconveniente essa incerteza? Não seria melhor, neste último caso, procurar seguir algumas regrinhas sociais para evitar essa situação desconfortável?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agir de acordo com a etiqueta significa agir com o que em Administração chamamos de “gerenciamento de impressões”. Trata-se de estar preocupado não em ser notado ou aceito pelo grupo, mas sim em evitar certos comportamentos que podem ser embaraçosos. Não se trata de ser cerimonialista, mas de prezar por uma convivência agradável e sem maus entendimentos desnecessários. É claro que esse cuidado constante bem como a análise que ele requer não são atitudes inerentes ao nosso caráter humano. Eles requerem prática, um investimento neste sentido. É praticamente uma abdicação momentânea dos seus desejos e mesmo da manifestação típica de sua personalidade em prol do bem estar comum – um altruísmo que, em tempos hipermoderno onde prevalece a liquidez dos relacionamentos, muitos de nós não estamos dispostos a praticar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gostaria de poder finalizar esse post com uma citação bem elaborada sobre a função da etiqueta na sociedade. Porém, na minha breve busca pela internet só encontrei as conhecidas falácias que associam etiqueta à coação social (diga-se de passagem, essas falácias são justificáveis pelos longos séculos em que a função social da etiqueta foi deturpada). Com isso, restou-me finalizar com um pensamento surgido a partir da leitura de uma das notícias sobre a morte de D. Lily Marinho, na qual sua amiga disse que ela era uma pessoa que possuía “elegância moral”. Não entrarei no mérito do elogio, pois tenho muito pouco conhecimento para isso, porém digo que realmente gostei dessa expressão. Em duas palavras ela conseguiu chamar atenção para o fato de que não é a elegância das aparências que importam, mas sim a elegância de uma postura ética*. A etiqueta importa, sim, e quando é feita de forma consciente, é notório o seu benefício para a sociedade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Educar uma pessoa apenas no intelecto, mas não na moral,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;é criar uma ameaça à sociedade&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Theodore Roosevelt**&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;*tratei ética e moral como sinônimos, pois a maioria da sociedade trata desta forma e não é pertinente trazer a discussão filosófica sobre a diferenciação de ambos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;** Achei uma citação pertinente!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2583090399929813122?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2583090399929813122/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/etiqueta-pequena-etica-das-relacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2583090399929813122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2583090399929813122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/02/etiqueta-pequena-etica-das-relacoes.html' title='Etiqueta: a pequena ética das relações sociais'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xouULh7tF44/St3LcxXzc-I/AAAAAAAABv8/8_GlXPdDh1g/s72-c/etiqueta-social.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-781230660180356943</id><published>2011-01-26T17:04:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:57:59.065-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>1. "Tropa de Elite 2"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s1600/Tropa+de+Elite+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s400/Tropa+de+Elite+2.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sem dúvida, o filme mais aguardado do ano no Brasil. Com os prêmios de maior público de filme brasileiro do ano, maior público brasileiro do ano e o surpreendente título de maior bilheteria de filme brasileiro de todos os tempos, sendo a terceira maior bilheteria do Brasil, "Tropa de Elite" certamente tem méritos o suficiente para estar no topo da nossa lista.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme já chegou aos cinemas com o público ganho e provou ser merecidamente. Para começar, as atuações do filme são muito boas – não tão boas quanto as de Mo'Nique e Gabourey Sidibe em “Preciosa” , mas ainda assim são dignas de nota. O roteiro também é muito convincente e o enredo, é claro, ultra-atual para qualquer carioca.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu já fiz alguns comentários sobre o filme num &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/10/o-erro-de-tropa-de-elite-2-alienista.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, mas é claro que não esgotei as transversalidades do filme – e creio que dificilmente poderia fazê-lo. No entanto, não posso me abster de deixar aqui registradas opiniões que tenho há muito tempo e que são corroboradas pela história do filme e pela barbárie de novembro no Rio. Uma delas é: precisamos de uma reformulação urgente no sistema penal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Precisamos de alterações no nosso código que punam mais severamente criminosos que praticam atos bárbaros como os que colocaram a cidade em estado de calamidade pública como os de novembro. Afinal (e só para começar), não é possível que um grupo de pessoas destrua um patrimônio público de mais de 100 mil reais e não seja obrigado a ressarcir o Estado – ou seja, a população, que pagou os altos impostos. Mas mais absurdo que isso é saber que, casos eles sejam condenados (o que, conhecendo a justiça brasileira, não pode ser encarado com alto grau de probabilidade), eles passarão alguns meses na cadeia, onde matarão guardas, farão rebeliões, queimarão colchões, às nossas custas. Não satisfeitos, eles ainda ganharam uma graninha enquanto estiverem lá, grana essa que supostamente serviria para ajudar a sustentar a família enquanto eles estiverem impedidos de trabalhar. Tudo isso, é claro, porque a prisão deveria ser lugar de ressocialização, depois passamos a encarar o fato de que ela servia mais para punição mesmo e no Brasil atualmente até esta serventia da prisão pode ser contestada. Pergunto: para os fins de punição, socialização e justiça social, não seria melhor que os presos trabalhassem, para se sustentarem, sustentarem as famílias, aprenderem um ofício e ressarcirem os cofres públicos?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente que só utilizar o isolamento como método de coação social não está funcionando, e um dos motivos para tanto, é claro, reside na impunidade dos criminosos. A polícia não tem meios suficientes para investigar satisfatoriamente os crimes, gerando relatórios falhos; o judiciário não tem pessoal o suficiente para analisar os casos, gerando uma lentidão que só favorece os criminosos. Além disso, temos a infinidade de recursos que podem ser impetrados em nome da presunção de inocência, do duplo grau de jurisdição e de alguns outros princípios dos quais – que fiquei claro – não discordo. Mas é claro que precisamos revê-los, para que eles não continuem sendo uma escapada da justiça. De repente deixando os inquéritos policiais e a o sistema judiciário mais eficientes já resolva 80% dos problemas, não sei. Mas certamente uma solução passa por aí.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero um "Tropa de Elite 3"! Agora que o &lt;s&gt;capitão&lt;/s&gt; &lt;s&gt;coronel&lt;/s&gt; Nascimento está em Brasília, quem sabe ele não consegue mudar isso? Diferentemente dos anteriores, esse será um "Tropa" utópico, com certeza. Mas às vezes é bom sonhar com o lugar que ao qual queremos chegar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0LtdZTq39J8/TLuoxARLviI/AAAAAAAAAp0/lXaRcYeLpLQ/s1600/tropa-de-elite-a-blogueira.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="271" src="http://4.bp.blogspot.com/_0LtdZTq39J8/TLuoxARLviI/AAAAAAAAAp0/lXaRcYeLpLQ/s400/tropa-de-elite-a-blogueira.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TUBEdeDdUjI/AAAAAAAAB20/AhiXcqGTFgA/s1600/fuja+para+o+cinema+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TUBEdeDdUjI/AAAAAAAAB20/AhiXcqGTFgA/s400/fuja+para+o+cinema+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-781230660180356943?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/781230660180356943/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/781230660180356943'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/781230660180356943'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/1-tropa-de-elite-2.html' title='1. &quot;Tropa de Elite 2&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_gdznfOmyW0A/TLO--Cg370I/AAAAAAAAFlY/s94O1xtBlF0/s72-c/Tropa+de+Elite+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-869932169135683246</id><published>2011-01-26T17:03:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:57:32.493-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>2. "Ilha do medo"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ltA3gcGlscw/S6--1BcTMgI/AAAAAAAABBQ/BQD88ojPLvg/s1600/urlShutter+Island+(A+Ilha+do+Medo).htm.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_ltA3gcGlscw/S6--1BcTMgI/AAAAAAAABBQ/BQD88ojPLvg/s400/urlShutter+Island+(A+Ilha+do+Medo).htm.jpg" width="265" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Provavelmente está próximo o dia em que pegaremos a lista dos filmes em cartaz e diremos “vamos ver esse filme do DiCaprio, ele fez, deve ser bom”, tal como fazemos em geral com diretores como Woody Allen e afins. Porque esse rapaz tem o dom de escolher roteiros bons. Poderia ter caído no esquecimento após o megassucesso “Titanic”, mas soube aproveitar bem a fama e acabou se revelando não só um excelente ator mas, sobretudo, um excelente parâmetro para a qualidade do filme. Dos 15 filmes feitos após Titanic, pelo menos 9 são muito bons: A máscara de ferro, Gangues de NY, Aviador, Os infiltrados, Diamante de Sangue, Foi apenas um sonho, Rede de mentiras, Ilha do medo e A origem (filme que ainda não vi, mas, pelo que escutei dizer, é tão bom quanto “Ilha do medo”). Aliás, ressalte-se que suas habilidades para a interpretação estão cada vez melhores. Em “Ilha do medo”, ele realmente convence como o detetive policial incumbido de investigar o sumiço de uma paciente da ala psiquiátrica de “Shutter Island”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como é um tremendo filme de suspense, não quero estragar o prazer de quem não viu ainda com os meus spoillers. Basta dizer que o filme realmente consegue envolver o espectador de maneira surpreendente e guarda grandes surpresas no final – sem querer me gabar, mas eu sou boa para captar pistas e desvendar o final dos filmes antes que ele seja mostrado e neste caso eu sinceramente fiquei com dúvidas até a tela escurecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-869932169135683246?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/869932169135683246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/2-ilha-do-medo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/869932169135683246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/869932169135683246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/2-ilha-do-medo.html' title='2. &quot;Ilha do medo&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ltA3gcGlscw/S6--1BcTMgI/AAAAAAAABBQ/BQD88ojPLvg/s72-c/urlShutter+Island+(A+Ilha+do+Medo).htm.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7557717525653359516</id><published>2011-01-26T17:02:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:57:03.664-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>3. "Preciosa"</title><content type='html'>Também já comentei este filme em um &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/preciosa.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, portanto só retomarei ele e acrescentarei - com certeza ele tem méritos para estar nesta posição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7pjbO_lvjI/AAAAAAAAAzI/dRXQFH6yxIg/s1600/precious.jpg" style="color: #ff9900; text-decoration: none;"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5456783218045206066" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7pjbO_lvjI/AAAAAAAAAzI/dRXQFH6yxIg/s320/precious.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; display: block; height: 200px; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px; position: relative; text-align: center; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A protagonista do filme se chama Claireece Precious Jones, uma adolescente negra e obesa que é violentada de quase todas as formas. No seio familiar, sofre violências sexuais pelo pai desde a mais tenra idade, culminando em estupros e seus desdobramentos: duas gravidezes na adolescência. Além disso, é violentada fisicamente pela mãe, que a culpa de ter roubado o “seu homem”. Já na escola, Precious é vitima de bullying: seus colegas a ridicularizam por ser gorda e possuir desenvolvimento escolar atrasado (apesar dos seus 16 anos, Precious ainda não sabe ler).&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Neste hostil contexto social, pensar-se-ia logo em Precious como uma adolescente depressiva (afinal, ela não possuía ninguém para apoiá-la). Tal suposição, entretanto, não encontra respaldo no filme. Se fosse necessária somente uma palavra para definir Precious na primeira metade do filme, seria “conformada”. Precious (assim como tantas outras vítimas de violência), já naturalizou os abusos que sofreu e sofre constantemente, a ponto de não fazer deles um problema para si; ela simplesmente (sobre)vive, dia após dia. Se a “mãe” a espanca, a sua única reação é se trancar no quarto; se o “pai” a estupra, ela espera acabar para levantar da cama e voltar às suas atividades; se os “colegas” a xingam, ela finge não escutar; se ela desmaia devido a algum golpe físico perpetrado pela “mãe” ou pelos “colegas”, ao acordar ela age como se nada tivesse acontecido e segue o seu caminho. Não, Precious não esboça nenhuma emoção de raiva ou tristeza pela sua realidade. A sua única forma de reagir a tudo isso é através da sua imaginação. Em diversos momentos do filme, Precious fantasia elementos da sua vida de forma diferente: sendo branca, loura e magra; casando-se com seu professor favorito; sendo uma cantora aclamada; tendo uma mãe atenciosa; etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Por um bom tempo eu fiquei pensando se seria possível alguém tão cruelmente violentada possuir tal passividade em relação a sua realidade. Após muito pensar, concluí que sim. Precious começou a ser abusada sexualmente pelo pai com 3 anos de idade, o que faz com que tal ato seja naturalizado para ela. A psicologia mostra que, via de regra, o pai começa a aliciar a criança por meio de carinhos e brincadeiras sexuais (que são feitas de forma a parecerem atos normais entre criança e adulto) e vai evoluindo gradativamente, conforme aumenta a sua confiança na passividade da vítima. Convém lembrar que a criança vive numa relação de submissão à autoridade dos pais, o que as desincentiva a questionar certos atos parentais.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Conforme o abuso vai evoluindo em direção ao estupro, vão sendo feitas imposições de atos de sexo oral e, gradativamente, tentativas de penetrações. Nesta fase, a criança geralmente começa a desgostar e mesmo estranhar a “brincadeira”. Tal fato, é claro, é compreensível. A iniciação sexual provoca desconforto ou mesmo dores em mulheres fisicamente aptas para tal ato, quem dirá em crianças, que estão longe disso. Se Precious tivesse alguém em quem confiasse, nessa fase ela certamente relataria os últimos acontecimentos ocorridos em sua casa. Como o filme não entra nos detalhes da sua infância, fico sem saber se Precious nunca contou a ninguém ou se contou e foi vítima de uma outra violência, muito comum nesses casos de abuso sexual intrafamiliar: a incredulidade dos adultos. A criança, quando finalmente toma coragem para ir contra a autoridade do adulto abusador e rompe o pacto (implícito ou explícito) de segredo que envolve os atos, é desmentida pelo adulto, acusada de fantasiar todos os atos relatados. Entre as conseqüências desse desmentido, estão o segredo, o sentimento de impotência, a síndrome da adaptação e a retratação. Sendo assim, Precious pode ter contado a alguém, ter sido desacreditada e acabou se adaptando a sua realidade, talvez até utilizando-se de um processo muito leve de clivagem, onde entrariam as suas outras personalidades louras, casadas, famosas, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Porém, pode ser que o círculo afetivo de Precious girasse somente em torno da mãe (que ao invés de defender a filha quando presenciou as primeiras cenas de violência, culpou-a por ter seduzido o seu marido e tornou-se não só cúmplice do abusador como também agressora física da própria filha), do pai e – talvez – da avó (um tanto inoperante – ou impotente, não sei – frente à realidade de Precious) e Precious realmente nunca tenha tido a quem/com quem contar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Quer a história tenha se desenvolvido de uma forma ou de outra, fato é que vemos na tela uma Precious bastante passiva frente à violência que permeia a sua vida. As mudanças começam a ocorrer quando, por estar grávida pela segunda vez, Precious é encaminhada para uma escola que possui uma proposta inovadora de ensino, chamada “Each one teachs one”. Lá, conhece Blue Rain, uma professora comprometida com a sua função pedagógica de não apenas informar, mas formar sua classe (no sentido mais amplo possível). Entre meia-dúzia de meninas que seriam consideradas problemáticas na escola regular, Precious começa a se sentir parte de um grupo afetivo e a abandonar a passividade com que até então vivia. Cabe aqui pontuar também a existência de uma atividade pedagógica que consistia na escrita de um diário pessoal, que corrobora para que Precious comece a se perceber como sujeito de sua própria história.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Daí por diante, começa a reviravolta do filme – que eu não contarei porque senão o filme perderá toda a graça para os que ainda não assistiram. Afinal, chega de spoiler.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;PS: poucas vezes gostei tanto de uma atuação quanto as de Mo'Nique (Mary - mãe de Precious) e Gabourey Sidibe (Precious).&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7557717525653359516?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7557717525653359516/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/3-preciosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7557717525653359516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7557717525653359516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/3-preciosa.html' title='3. &quot;Preciosa&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7pjbO_lvjI/AAAAAAAAAzI/dRXQFH6yxIg/s72-c/precious.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3163067751519155774</id><published>2011-01-26T17:01:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:56:35.770-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>4. "Toy Story 3"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.animatoons.com.br/wp-content/uploads/2009/10/toy-story-3-img-g1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://www.animatoons.com.br/wp-content/uploads/2009/10/toy-story-3-img-g1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Andy cresceu e está prestes a ir para a faculdade. Os seus bonecos, que foram os melhores companheiros durante a infância, há muito tempo estão esquecidos em um fundo de baú. Porém, com a mudança para o campus da faculdade, é hora de fazer uma faxina geral e finalmente decidir o futuro dos brinquedos. A escolha parece simples, mas em sua essência reflete questões do amadurecimento – embora os bonecos tenham sido fundamentais na sua infância, é hora de assumir uma nova etapa da sua vida. Sendo assim, a dúvida permanece: o que fazer com os bonecos? Andy ainda não está pronto para se desfazer deles. Ainda que não se interesse mais em brincar com eles e sequer pegue neles, permanece o seu carinho por eles, simbolizados por uma foto colada na parede de seu quarto onde ele, ainda criança, está indiscutivelmente feliz brincando sozinho com todos os seus brinquedos. Decide, então, guarda-los no sótão. Porém, por infortúnio do destino eles acabam em uma creche. Para os brinquedos, que sofriam dia-a-dia com o desprezo de seu querido dono, parece um recomeço: finalmente alguma criança voltará a brincar com eles. O que eles não sabiam é que nem todas as crianças gostam realmente de seus brinquedos e as crianças que brincarão com eles estão mais interessadas em destruí-los do que se divertir com eles. Percebendo o presente e futuro terrível que lhes é reservado, os brinquedos começam uma verdadeira saga para voltar para casa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme ainda guarda a supremacia técnica de animação e o humor presente nos anteriores. Os desenhos são muito bem feitos e possuem cenas que realmente justificam a opção por vê-lo em 3D. Além disso, cabe ressaltar que a personificação de cada brinquedo permanece idêntica a dos filmes anteriores – agora, porém, com novos personagens, alguns dos quais extremamente cômicos – como o Ken e os brinquedos da menina loirinha. Por final, resta dizer que apesar de ser um desenho animado cuja intenção, ao contrário do Mary e Max, é entreter, algumas cenas são realmente emocionantes e por isso algumas pessoas dizem por aí que “a melhor coisa que a Pixar fez com Toy Story 3 foi incluir o 3-D, porque agora, com os óculos, vai ser mais difícil as pessoas perceberem quando você estiver chorando”. Para algumas pessoas, essa piada é um fato.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3163067751519155774?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3163067751519155774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/4-toy-story-3.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3163067751519155774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3163067751519155774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/4-toy-story-3.html' title='4. &quot;Toy Story 3&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2545959099830533951</id><published>2011-01-26T17:00:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:56:08.008-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>5. "À prova de morte"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.meteleco.com/wp-content/uploads/2010/07/a-prova-de-morte-poster03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.meteleco.com/wp-content/uploads/2010/07/a-prova-de-morte-poster03.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Classificado como filme B, a diversão é do tipo A. Trata-se da história de um ex-dublê que construiu um carro à prova de morte e escolhe, aleatoriamente, grupos de meninas para perseguir e matar com seu carro nas estradas. Porém, a emboscada não é feita logo de cara, tem toda uma preparação, um enamoramento do nosso incomum serial-killer com suas escolhidas. Nesse momento, vemos que ele tem uma queda por grupos de garotas feministas, independentes, que geralmente falam muita besteira e tratam homens como objeto – seria a brecha para dar o troco? Meninas contra meninos? Não sei... parece uma explicação simplista demais – e de qualquer forma explicação aqui não é tão relevante, pois não é um filme que você goste pela mensagem, o conteúdo é a diversão provocada por aquelas cenas inusitadas que você provavelmente jamais seria capaz de pensar sozinho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, fica aqui a dica de filme para se desligar do mundo e curtir sem maiores pretensões que uma diversão. Não é o melhor da lista, mas, a essa altura, podemos dizer que está bem próximo do topo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2545959099830533951?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2545959099830533951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/5-prova-de-morte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2545959099830533951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2545959099830533951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/5-prova-de-morte.html' title='5. &quot;À prova de morte&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7911213884496618205</id><published>2011-01-26T16:59:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:55:44.188-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>6.    "5x favela  - Agora por nós mesmos"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJaXQ6TCAHI/AAAAAAAABdg/mr33M05HKsE/s320/5x+favela.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJaXQ6TCAHI/AAAAAAAABdg/mr33M05HKsE/s320/5x+favela.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também já comentei sobre esse filme num post, onde disse que o indicaria para concorrer a uma indicação ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Como todos sabem, ele não venceu essa batalha. Mas na minha lista ele foi um forte concorrente ao prêmio máximo de “Fuja para o cinema”. Aliás, devo agradecer a uma fila de 1 hora e 40 minutos que não me deixou outra alternativa a não ser assistí-lo. Pois é, 1 hora e 40 minutos na filinha do UCI Kinoplex do Norte Shopping, um cinema com 10 salas, sessões por dia, 2.436 lugares e somente 6 guichês para compra de ingressos – já incluindo os 2 que eram somente a maquininha. O resultado só podia ser uma fila gigantesca que fez sumir o chafariz do pátio e a qual eu realmente acreditei que era para participar de algum evento gratuito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A conclusão é que no decorrer dos minutos em pé na garoa os lugares para o filme que eu queria ver (que já nem lembro mais qual era) se esgotaram, o filme começou e eu ainda estava na fila. E como estava cada vez mais apegada ao meu lugarzinho em pé em meio a muvuca, não conseguia sair dali, de forma que só restava escolher outro filme. “5x favela” parecia ser uma aposta interessante, a grande dúvida era o que ia acontecer primeiro: os ingressos esgotarem ou a sessão começar, pois do jeito que a fila estava e faltando 30 minutos para o início do filme tudo levava a crer que eu não iria ver filme nenhum naquele dia. Principalmente quando o grupão que estava na minha frente também não conseguiu chegar no guichê à tempo para a sessão e decidiu ver outro filme – o que eu tinha escolhido, é claro. Aí, sim, bateu o desespero maior e não me restou alternativa a não ser comentar em alto e bom som que o filme era uma porcaria, o final era muito idiota, etc., etc., etc. Mas felizmente tudo deu certo, consegui um dos últimos lugares numa sala megagigante e ainda deu tempo para tomar um café antes da sessão – que começava 2 horas depois do meu ingresso na fila.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas o filme valeu o perrengue que passei para assisti-lo. Para estar pendendo para o lado do “Fuja para o cinema” é claro que as atuações são ótimas, os cenários, enredos super-reais, e todos os demais requisitos básicos preenchidos. Talvez ele ganhe dos demais pela sua fórmula – de serem vários curtas bem montados e colocados numa sequencia harmoniosa, o que faz com que agrade a gregos e troianos em diversos quesitos, desde entretenimento até compromisso social.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;Conforme disse no &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/09/qual-filme-voce-acha-que-deve-concorrer.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;O filme é uma composição de cinco curtas de diversos gêneros, portanto, apesar de serem todos sobre a vida na favela ou do morador de favela (ou comunidade, como prefiram), eles possuem abordagem bem diferentes: há humor, há suspense, há muito drama, há romance, ... há um pouco de tudo, o que faz com que o filme fuja à mesmice de colocar a vida na favela como dura e ponto ou como pura noção de comunidade entre os indivíduos. São diferentes visões realistas, afinal, favela não é um lugar homogêneo, há disparidades que o expectador perceberá, decorrentes tanto da própria subjetividade como do local onde a favela se situa – afinal, convenhamos, ser favelado no leblon é melhor do que ser favelado na av. Brasil. Esse filme, mais do que ter contado com os próprios moradores dos locais para a elaboração do seu roteiro, foi quase que inteiramente realizado pelos próprios moradores, através das oficinas de cinema existentes nestes locais. Isso obviamente fez com as histórias nos passassem um teor de veracidade muito grande – do tipo que dificilmente seria encontrado em um filme produzido por pessoas que nunca viveram naquelas realidades (lembremos sempre que favelas são diferentes).&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OS: Detalhe: era uma segunda-feira... No meio de um feriadão, está certo, mas ainda assim, era uma segunda-feira à tarde. Como pode um shopping estar tão cheio? Só podia ser o Norte Shopping mesmo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7911213884496618205?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7911213884496618205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/6-5x-favela-agora-por-nos-mesmos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7911213884496618205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7911213884496618205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/6-5x-favela-agora-por-nos-mesmos.html' title='6.    &quot;5x favela  - Agora por nós mesmos&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJaXQ6TCAHI/AAAAAAAABdg/mr33M05HKsE/s72-c/5x+favela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5245063885872464467</id><published>2011-01-26T16:58:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:55:18.760-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>7. "Chico Xavier"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://carvalhodaniel.files.wordpress.com/2010/04/chico-xavier-filme.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://carvalhodaniel.files.wordpress.com/2010/04/chico-xavier-filme.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora o filme seja sobre o médium mais famoso do Brasil, não é um filme espírita e nem tem a pretensão de converter o público ao espiritismo. A proposta é simplesmente nos apresentar a vida de Chico Xavier, desde a sua infância difícil nos confins dos confins do Brasil até a sua morte, o dia em que o povo brasileiro estava todo pulando de alegria (leia-se: o dia do pentacampeonato de futebol).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não procurarei resumir aqui a vida de Chico porque acredito que muitas pessoas já saibam e, além do mais, há o google para nos informar. Também não ficarei abordando as transversalidades do filme porque já fiz isso em um post anterior. O interessante, neste caso, é dizer que as atuações do filme são muito convincentes, assim como os cenários e as falas. Os vários atores que interpretam o Chico estão todos muito bem no papel.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sensibilidade ao abordar diversos momentos da vida de Chico também é impressionante. Ressalto que algumas cenas da infância, sobretudo a cena em que uma das madrastas de Chico (interpretada muito bem por Giovana Antonelli) morre, são realmente de muito emocionantes. Essa sensibilidade também é notória nas diversas cenas em que Chico, já adulto, começa a trabalhar como médium e passa por diversas situações embaraçosas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro elemento bastante positivo no filme é a presença de diversas passagens cômicas, sobretudo nos diálogos de Chico com seu mentor espiritual. A cena da discussão sobre a peruca de Chico e sobre o medo de avião são realmente muito engraçadas. Vemos também um pouco desse humor nas falas do próprio Chico nos trechos de um programa da época que são passados no final do filme. Aliás, a presença dessas cenas finais reafirma o teor biográfico e não-doutrinário do filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PS: esse filme já serviu de&amp;nbsp;inspiração&amp;nbsp;para &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/mediunidade-ou-loucura.html"&gt;outro post publicado no "Fuga de idéias"&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5245063885872464467?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5245063885872464467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/7-chico-xavier.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5245063885872464467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5245063885872464467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/7-chico-xavier.html' title='7. &quot;Chico Xavier&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4934763015721301909</id><published>2011-01-26T16:57:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T16:54:54.606-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>8. "Procurando Elly"</title><content type='html'>Outro filme já comentado no blog também em um &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/procurando-elly-ate-onde-vamos-para.html"&gt;post &lt;/a&gt;que acho que vale a pena retomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8aNZVIxTII/AAAAAAAAA48/D1sneMT3kcc/s1600/procurando-elly-01g.jpg" imageanchor="1" style="color: #ff9900; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8aNZVIxTII/AAAAAAAAA48/D1sneMT3kcc/s320/procurando-elly-01g.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Assistir “Procurando Elly” foi uma aposta que deu certo. Nesse dia eu tinha ido ao cinema para ver algum outro filme do qual não me lembro mais (e que certamente ficou insignificante perto desse) e, por obra do destino, acabou que só consegui ver este. Tomei conhecimento do filme no mural da bilheteria mesmo. “Filme iraniano... Bem, ao menos conhecerei um filme iraniano” - e realmente valeu à pena.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Nos últimos anos tenho apreciado bastante assistir a filmes que retratam culturas diferentes, um filme iraniano foi uma boa pedida. Afinal, quando penso no Irã só me vem à cabeça violência, armas nucleares, islamismo... E é sobre isso que trata o filme, não sobre o islamismo em si, mas sobre a cultura iraniana. O filme é o tempo inteiro um contraste entre o novo (a cultura ocidental, que ainda está se infiltrando por lá) e o velho (os valores, os modos iranianos). São as mulheres de véu em carros da pegeut e com celulares sempre à mão, são os homens que vivem no exterior e buscam casamentos arranjados; são participantes de uma sociedade que está se abrindo para o mundo e, ao mesmo tempo, tenta conservar traços de sua cultura. E essa não é a grande discussão atualmente quando se fala de “globalização”, como se abrir para o mundo sem perder a sua identidade? A grande surpresa foi encontrar essa discussão marcada como o ponto central de um filme iraniano, feito por diretores iranianos que conseguiram fugir do fundamentalismo que os cerca e colocar a sua cultura como um objeto de análise.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;O início do filme, que pode parecer meio parado, é justamente onde você percebe o movimento cultural do qual essas pessoas são parte. É mais para situar, colocar o filme dentro do seu contexto social. O que está em cena não é um suspense, drama ou coisa parecida, é a própria cultura iraniana dentro da globalização. Do meio para o final o filme fica bastante tenso e a questão já não é mais a assimilação do novo com o velho, mas sim o prevalecimento dos costumes tradicionais iranianos. Os valores entram em cena com toda intensidade. Para preservar os valores e a sua honra, os protagonistas montam uma rede de mentiras em volta de si e são capazes de mantê-las até as últimas conseqüências.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;É interessante notar a diferença de valoração da honra para os iranianos e para os brasileiros, por exemplo. Acredito que nós, brasileiros, não teríamos tantos problemas em admitir que contamos uma pequena mentira porque não somos tão santos assim. Já os iranianos (sobretudo as mulheres) são capazes de arriscar a sua integridade física para defender a sua honra e a daqueles por quem possuem estima (mesmo que para tanto tenham que utilizar-se de muitas mentiras e meias-verdades). São situações bobas, crenças insignificantes para nós, mas que para eles valem muito. “Procurando Elly” é um filme para refletir, parece que é alguma aventura à procura de Elly, mas na verdade é um drama muito bem amarrado sobre o papel dos valores dentro de uma cultura.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4934763015721301909?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4934763015721301909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/8-procurando-elly.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4934763015721301909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4934763015721301909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/8-procurando-elly.html' title='8. &quot;Procurando Elly&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8aNZVIxTII/AAAAAAAAA48/D1sneMT3kcc/s72-c/procurando-elly-01g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8338282702664993477</id><published>2011-01-26T16:57:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:54:22.050-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>9. "Educação"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outro filme já resenhado aqui no blog encabeçando a lista dos melhores do ano – devido sobretudo as discussões que ele sutilmente desperta, muitas delas expostas no &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/educacao-para-que.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8zKYmDb_CI/AAAAAAAAA5I/sMLJk8pC4H0/s1600/educacao.jpg" imageanchor="1" style="color: #ff9900; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8zKYmDb_CI/AAAAAAAAA5I/sMLJk8pC4H0/s320/educacao.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este filme não figurava a lista das minhas preferências para assistir. De fato, já estava saindo de cartaz quando, por ausência de outro melhor, resolvi dar-lhe a chance de provar que pode ser bom. A maioria das críticas profissionais e amadoras de “Educação” retratavam-no como um filme repleto de clichês. E, convenhamos, é difícil fugir aos clichês com o enredo proposto. A trama, ambientada na Inglaterra em 1960, é sobre uma adolescente (Jenny) de família rígida que estuda arduamente para ingressar na Oxford e poder, assim, se libertar das amarras dos pais para viver o seu sonho libertino em Paris. Eis que surge David, um sedutor homem mais velho, que abre as portas para o mundo das artes, cultura e diversão pelo qual ela tanto ansiava. Entra em cena o previsível dilema: seguir uma educação rígida para depois poder curtir a vida ou encurtar o caminho? Moral da história: Jenny resolve encurtar o caminho, não dá certo, volta atrás e resolvi fazer tudo como manda o figurino (com direito à negação completa da sua época de desvirtuamento moral). Sim, à primeira vista, parece um filme clichê feito para dar lição de moral nos jovens. Porém, uma análise mais cuidadosa, atentando para alguns detalhes que podem passar desapercebidos mas que estão lá por algum motivo não tão explícito quanto a “aparente lição de moral”, pode facilmente transformar o perfil do filme para uma crítica social.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jenny critica o modo burguês de viver. Jenny quer viver como uma francesa, livre para fazer o que bem entender como e no momento que desejar, sem responsabilidades a cumprir e regras burguesas a seguir. Fica evidente na fala de Jenny que ela deseja viver como os “existencialistas franceses” – embora não coloque desta maneira: Jenny quer ir à Paris e lá vestir-se sempre de preto e freqüentar bares de Jazz todas às noites, além de viver rodeada de obras de arte. Esse era o estereótipo de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, que faziam um enorme sucesso na época não somente devido aos seus escritos como também a esse modo de viver que contrastava com o estilo burguês. Quando se consegue fazer esse link, fica claro que o que está em cena é uma escolha tipicamente adolescente daquilo que se quer ser, um desmontar do projeto dos pais e construção do seu projeto. Porém Jenny, como toda adolescente, não parte do nada na construção da sua identidade, mas sim de outro estereótipo, símbolo da rebeldia na época. Os desejos de Jenny são tipicamente adolescentes, pois Jenny é somente uma adolescente, e apesar de suas leituras e de sua inteligência, ainda não está apta a viver fora de estereótipos, a se individualizar, se diferenciar do resto da sociedade. Jenny parece conhecer bem o estereótipo burguês (pois é empurrada para ele a todo instante), sabe bem da angústia que é ter que abrir mão de fazer o que se deseja para seguir um código de conduta pré-determinado e acha que o modo de viver existencialista a libertará dessa angústia. Ignora, portanto, um dos pontos centrais do existencialismo que é a angústia de ter que escolher o tempo inteiro (já que não há caminho pré-determinado a seguir), sendo plenamente responsável pelas suas escolhas e as conseqüências destas. Não, Jenny não conhecia o que desejava, era apenas uma garota que queria se libertar das amarras da sociedade. Jenny queria viver fora do “teatro burguês” entrando no “teatro existencialista” – não seria livre, não se individualizaria, continuaria a representar o papel de um ser superficial – que não guarda muitas semelhanças com o existencialismo real, diga-se de passagem. É curioso notar que os anos passam, os ídolos da rebeldia juvenil mudam, mas o que está em cena é sempre uma busca pela liberdade desmedida.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWObDwBWI/AAAAAAAABlo/eS-ffnaaIt0/s1600/filme+educa%C3%A7%C3%A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; color: #ff9900; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWObDwBWI/AAAAAAAABlo/eS-ffnaaIt0/s320/filme+educa%C3%A7%C3%A3o.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;David parece ser a personificação dessa liberdade. Com mais de 30 anos, David não tem rumo certo a seguir, é um andarilho errante, sem responsabilidades e em busca de diversão e de viver em alto estilo. Jenny encanta-se de imediato, como era de se esperar. Logo surgem oportunidades de diversão que competem temporalmente com o rígido esquema de estudos de Jenny para ingressar em Oxford. Jenny logo abre mão dos estudos, porém a surpresa é quando o seu rígido e conservador pai autoriza uma viagem de um final de semana com David e, mais, quando os pais aconselham Jenny a abdicar dos estudos e aceitar o pedido de casamento. Este último fato é vivenciado com surpresa e revolta pela própria Jenny, que entende então que o que eles realmente desejavam era um bom casamento para a filha e não uma boa educação (tal como afirmavam). A educação seria apenas o meio mais provável de atingir o objetivo final. Jenny se revolta por saber que todas aquelas privações e rigidez com os estudos era somente para conseguir um marido rico, quando para tanto bastaria sair à noite. O pai retruca tal comentário perguntando: “Ele se apaixonaria por você se você fosse burra?”. Então Jenny entende como as coisas funcionam. Neste ponto é interessante notar como é difícil perceber algumas práticas que marcam a sociedade quando se faz parte dela. Mandar a filha para uma universidade bem conceituada era um jeito quase certo de lhe arrumar um bom casamento, entretanto Jenny ignorava o objetivo real da sua educação e achava que era apenas para tornar-se mais inteligente, culta e ponto final. Naquela época, educação para o conhecimento era educação para casamento, como Jenny pôde não perceber? Por trás dos seus cigarros importados e do seu conhecimento sobre artes, Jenny era só uma adolescente ingênua.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E foi com ingenuidade que Jenny deixou-se levar por David, um conquistador que na primeira olhada qualquer pessoa minimamente experiente dirá que é encrenca. David passa a primeira metade do filme sendo uma figura misteriosa: possui um carrão, boa aparência, freqüenta os melhores locais, aparentemente não trabalha e não tem nenhuma amarra. Com a liberdade e os mundos nas mãos para oferecer, Jenny logo se encanta por ele. O encantamento cresce à medida que Jenny vai sendo apresentada a esse mundo. Nem mesmo a descoberta de que David vivia às custas de furto de produtos de valor abala o encantamento de Jenny. Ela fica chocada com o fato, chora discretamente e apronta-se para ir embora, porém com pouquíssimas palavras David a convence a ficar. Nesse ponto Jenny não está mais ingenuamente apaixonada por David, pelo contrário, ela sabe da imoralidade da qual ele tira o seu sustento, pensa por um segundo e conclui que vale a pena ignorar para continuar tendo acesso ao glamour. Jenny opta por colocar de lado a sua moral e se entrega completamente a David e ao seu estilo de vida. Percebe-se que Jenny, apesar de toda a rigidez educacional imposta pelos pais e pela escola, não teve um desenvolvimento moral satisfatório. O que se coloca em cena neste momento é que educação moral não é sinônimo de transmissão de conhecimentos na escola ou rigidez disciplinar em casa – e esse é um problema que nos é contemporâneo. Ainda hoje ficamos presos no debate construtivista sobre educação com “heteronomia moral” e com “autonomia moral” e não sabemos bem como facilitar/instigar o desenvolvimento moral infantil. O caminho do meio ainda é um tanto quanto obscuro. Como educar um filho de forma que ele tenha autonomia moral para distinguir o ético do não-ético e opte pelo ético (como não furtar, no caso do filme, um ato convencionalmente imoral desde sempre) ainda é uma incógnita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWfKIHZkI/AAAAAAAABlw/vapVGx4cFkA/s1600/filme+educacao+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: #ff9900; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWfKIHZkI/AAAAAAAABlw/vapVGx4cFkA/s320/filme+educacao+2.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cabe ressaltar também que David não seduz somente a ingênua Jenny, como também os seus pais que facilmente se convencem que um relacionamento com o rapaz rico é o melhor para a sua filha única. Em nenhum momento a chegada de David à família é vista com desconfiança, em nenhum momento os pais de Jenny procuram conhecer melhor David, pelo contrário: eles celebram a chegada de David como aquele que os livra do ócio de seus dias. Os pais, assim como a filha, ficam absortos no clima descontraído e divertido que David provoca, ele representa uma fuga da realidade que querem agarrar. Novamente a temática é bastante atual, pois “diversão sem limites” é o lema da juventude hoje em dia e recentemente este lema tem sido associado também à terceira idade, que deseja viver a sua juventude tardiamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWruAs6eI/AAAAAAAABl4/j8LTr_KlA7w/s1600/filme+educacao+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; color: #ff9900; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtWruAs6eI/AAAAAAAABl4/j8LTr_KlA7w/s320/filme+educacao+3.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No fim do filme, Jenny descobre que David é casado. Ocorre, enfim, o choque com a realidade. Jenny pode ignorar a sua cumplicidade em furtos, mas não pode ignorar a outra família de David. David covardemente sai de cena e cabe a Jenny contar a seus pais que David é casado e que ganhava a vida ilegalmente. A menina parece acordar de um pesadelo e é interessante notar que isso não ocorre com a descoberta dos furtos, mas, sim, do matrimônio. No final das contas, Jenny sabia que David ganhava a vida com mentiras e trapaças, mas somente quando foi vítima das suas mentiras Jenny se importou verdadeiramente. Isso reflete a tendência humana à indiferença do mal causado a terceiros. Somos muito mais tocados quando o mal nos aflige ou aflige a pessoas próximas a nós do que quando ele atinge somente a pessoas desconhecidas. Apesar dos seus 16 anos, Jenny ainda age como uma criança para a qual uma ação é considerada moralmente correta se ela causar prazer ou satisfação das suas necessidades pessoais. Enganar os outros pode, enganar ela não pode.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cena em que o pai de Jenny assume seu erro de julgamento também merece ser mencionada, pois há um momento em que o pai divide a culpa com a menina, quase que culpando a filha pelo seu próprio erro. O pai afirma que confiou em David porque a menina não imaginava que a menina mentiria para eles, principalmente de forma tão grave. O pai coloca que uma vez escutou no rádio uma informação que colocaria em dúvida outra informação dada pela menina e pelo David e, ao invés de duvidar da informação da sua filha adolescente apaixonada e do desconhecido, resolveu colocar em xeque a informação transmitida pelo rádio. Porém, se lembrarmos do comportamento do pai frente aos outros pretendentes da filha ou à própria filha antes do surgimento do David, vemos claramente que o pai não tinha por hábito depositar confiança cegamente na sua filha ou nos seus pretendentes. O outro pretendente mostrado inclusive possuía também o espírito aventureiro de David, era judeu igual ao David, igualmente atencioso com Jenny como era o David, parecia ser mais honesto que o David e não tinha tanto dinheiro quanto o David. Aí está a chave para o entendimento da súbita mudança de comportamento dos pais: para além do inegável carisma do David, há a questão financeira que é muito bem pontuada no início do filme (como pagaremos a faculdade de Jenny? Como pagaremos um professor particular para Jenny melhorar suas notas e, assim, ingressar na faculdade?), mas depois do aparecimento de David sai completamente de cena. Portanto, o tratamento diferenciado à Jenny com David se deveu ao carisma de David e a confiança do pai em Jenny ou ao fator financeiro? Novamente temos uma temática atual indicada nesse filme que retrata 1960 – a sociedade não progrediu tanto assim...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante do fracasso do seu noivado, Jenny resolve, por conta própria, voltar a estudar para a faculdade, entra na Oxford e a cena final é ela e um rapaz que conheceu na Universidade passeando pelo campus de bicicleta, felizes tais qual num comercial de margarina. Tudo acompanhado da narração em off de que aquilo tudo sobrevive graças à mentira, que ela nega o que viveu com David, nega parte da sua história. Essa narração em off contrastando com a imagem idílica é que deixa claro que o filme não é maniqueísta como o acusam de ser. Na verdade, não houve um final verdadeiramente feliz, o que acontece é que, ao ver fracassar a sua tentativa de encurtar o caminho para a diversão, não resta outra escolha à Jenny a não ser o caminho mais certo, burguês. Não que Jenny se contente com ele, na verdade ao final Jenny descobre que não importa se ela escolhesse o estilo burguês tradicional ou o libertino de David, ela viveria em uma mentira, uma vida de aparências. Ela já sabia (por experiência própria) que o mundo burguês tradicional se constituía de aparências, era um teatro bem montado. Porém ela descobre que o mundo de diversão tal como ela o conheceu também o era, tanto que ela afirma aos colegas de David, após criticar o silêncio deles sobre a dupla vida do ex-noivo: “parece que vocês vivem em um mundo de mentiras, nada disso é real”. O filme seria maniqueísta se ele demarcasse bem que um dos lados é ruim e o outro é bom, porém não é isso que acontece. Na verdade o filme acaba com uma questão em aberto: se a vida de libertinagem de David é uma mentira e a burguesa clássica também, como se vive uma vida de verdade? Não há, portanto, uma lição de moral (“não escolha o caminho mais fácil, não minta para os seus pais, etc, etc, se não você se dará mal?), há sim uma problemática a se pensar, pois se os comerciais de margarina mostram uma felicidade constante, os símbolos da liberdade e diversão mostram liberdade e diversão constantes, porém nenhum dos casos é real. O mundo não é preto e branco como Jenny pensava.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumo da história: há clichês, mas também há boas e atuais questões que atravessam o filme – elas não estão tão bem demarcadas (é fato), mas um bom observador conseguirá captá-las. E certamente não é um filme para adolescentes, pois adolescentes não conseguirão captar a complexidade das temáticas abordadas e aí, sim, o filme parecerá um maniqueísmo sem fim repleto de clichês com um enjoativo final feliz.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-8338282702664993477?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/8338282702664993477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/9-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8338282702664993477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8338282702664993477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/9-educacao.html' title='9. &quot;Educação&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S8zKYmDb_CI/AAAAAAAAA5I/sMLJk8pC4H0/s72-c/educacao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2253112281781574900</id><published>2011-01-26T16:56:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:53:49.390-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>10. "Mary e Max"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TUA1Sw24cLI/AAAAAAAAB2s/GgZ_TEqGCbA/s1600/fuja+para+o+cinema+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TUA1Sw24cLI/AAAAAAAAB2s/GgZ_TEqGCbA/s1600/fuja+para+o+cinema+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Também já comentei sobre esse filme num outro post, intitulado Mary e Max – a amizade entre um solitário Aspie e uma solitária criança. Esse filme sobressaiu não só entre os filmes de animação como também na listagem de estreias em geral, indo para o topo da nossa lista “Fuja para o cinema”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A qualidade das animações em stop-motion é realmente muito boa e perfeita para a temática do filme. Um dos filmes mais fofinhos e depressivos que já vi – e olha que os personagens são de massinha... E para quem não acredita que uma história dessas possa acontecer, dizem na internet que o diretor afirmou ser baseado em fatos reais - não que precisasse disso para ser um bom filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos comentários (já publicados em outro &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/05/mary-e-max-amizade-entre-um-solitario.html"&gt;post&lt;/a&gt;):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fq1_tIyLI/AAAAAAAABHY/f4E5Jc3xhJ8/s1600/mary-and-max-thumb.jpg" imageanchor="1" style="color: #ffaa00; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: underline;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fq1_tIyLI/AAAAAAAABHY/f4E5Jc3xhJ8/s320/mary-and-max-thumb.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mary é uma criança solitária australiana. Não possui investimento afetivo de seus pais, que sequer lhe dão atenção. Seu pai vive em meio a animais empalhados e sua mãe, a bebidas. Mary também não possui amigos; é zombada na escola por conta de sua marca de nascença grande e marrom na testa. O único amigo de Mary é seu galo. Esse cenário social hostil certamente deixa Mary triste, levemente depressiva mesmo. Mary não é uma criança que quer ser sozinha ou que não liga para o amor dos pais (se é que poderia existir essa criança), pelo contrário, Mary tenta se socializar e é ridicularizada pelos companheiros de escola e não consegue transformar aproximação física em afetiva dos seus pais. Mary é uma criança deprimida, carente e desesperada por amigos, atenção e afeto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fsJi2Ts3I/AAAAAAAABHg/MO910HtxnIs/s1600/mary_and_max19-600x399.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: #ff9900; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fsJi2Ts3I/AAAAAAAABHg/MO910HtxnIs/s320/mary_and_max19-600x399.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;Como o mundo real não corresponde ao seu desejo e o mundo imaginário já não dá mais conta de suprimir as suas carências, Mary busca conforto em um amigo de correspondência. Descobre um livro com nomes e endereços de pessoas que vivem em Nova Iorque e escolhe um desses nomes, aleatoriamente, para enviar uma carta. Nesta carta, Mary se apresenta e pede ao Max para ser seu amigo. A carta é um tanto desorientadora, até perturbadora. Mistura traços melancólicos com ingenuidade infantil e, ainda, muita docilidade e inocência. Mary tem muitas perguntas sobre o mundo, muitos desabafos a fazer. Tem muito o que chorar e precisa de um ombro amigo, muito o que aprender e precisa de alguém que lhe ensine. Ela é uma espécie de pequena Clarice Lispector às avessas: por mais que queria ter a beleza das coisas, ela só tem a tristeza. Quer companhia, mas só tem solidão. Junto com a carta, Mary envia também um auto-retrato (uma atitude típica infantil) e uma barra de seu chocolate favorito, para felicitar seu novo amigo. O que você faria se recebesse uma carta dessa?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fqqoUaKaI/AAAAAAAABHI/sPyXUt-S0Go/s1600/AM_Mary_and_Max.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; color: #ff9900; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S_fqqoUaKaI/AAAAAAAABHI/sPyXUt-S0Go/s320/AM_Mary_and_Max.jpg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Creio que a carta é altamente desconcertante e sensibilizadora para qualquer um, pois independentemente de nossa história pessoal é certo que todos nós já fomos crianças e nos identificaremos em alguma medida com as questões apontadas por Mary. Mas certamente seu impacto será muito maior quanto mais pontos em comum tivermos com Mary. Esse é o caso de Max. Diagnosticado com Síndrome de Asperger, Max também vive a vida solitariamente, somente na companhia de seus animais de estimação. Embora tenha 43 anos, também não sabe como se relacionar com as pessoas, pois (assim como os demais possuidores dessa Síndrome) é pouco empático, o que freqüentemente o coloca em situações embaraçosas. Max já chegou ao ponto de ter fobia social; seu medo de interagir com os outros é tanto que ele preferiria viver na Lua a ter que conviver em sociedade. Ao receber a carta de Mary, Max é confrontado com seus próprios problemas e com sua própria história (também ele foi vítima de bullying). Entra em crise. Porém a carta da menina é penetrante o suficiente para que Max se esforce ao máximo para ajudá-la a resolver problemas que ele mesmo teve, tem e ainda não consegue resolver. Assim, Max vai resolvendo as questões da menina e, se não fosse pela Síndrome de Asperger, daria também um grande passo na resolução dos seus problemas. Ao final, Max continua introvertido, com fobia social, atitudes paranóicas, etc., mas finalmente possui uma (única) amiga. Pode parecer pouco para a maior parte das pessoas, mas é muito para alguém com Síndrome de Asperger.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJpyFXgE5KI/AAAAAAAABjg/G_4SvOZ925g/s1600/mary+e+max.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; color: #ff9900; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJpyFXgE5KI/AAAAAAAABjg/G_4SvOZ925g/s320/mary+e+max.jpeg" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; position: relative;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Mary e Max” fala não só da incomum amizade entre um homem e uma criança, mas também de todos esses intrigantes conflitos que atravessam e instigam essa amizade. São dilemas reais expostos em um mundo mágico sartreano – ainda mais mágico por remeter ao mundo infantil, para onde os personagens de massinha nos transportam com toda intensidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2253112281781574900?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2253112281781574900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/10-mary-e-max.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2253112281781574900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2253112281781574900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/10-mary-e-max.html' title='10. &quot;Mary e Max&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TUA1Sw24cLI/AAAAAAAAB2s/GgZ_TEqGCbA/s72-c/fuja+para+o+cinema+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-6349627674741654143</id><published>2011-01-26T16:55:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:53:06.152-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>11. "As melhores coisas do mundo"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Já comentei sobre esse filme em dois posts (&lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/as-melhores-coisas-da-vida-as-razoes.html"&gt;As melhores coisas do mundo - as razões pelas quais envelhecer&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/search/label/bullying"&gt;Bullying - a marca da juventude atual&lt;/a&gt;). O enredo é ótimo, as atuações também. É uma pena que o áudio ainda esteja abaixo do padrão desejável e que as imagens também precisem de alguns retoques – pode ser uma questão de estilo também, mas se for o estilo não me agradou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando o vi no cinema tive certeza de que entraria para a lista dos melhores filmes do ano e cá está ele, pendendo bem mais cotado ao “Fuja para o cinema”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vou recolocar as considerações que fiz no primeiro post sobre o filme.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtUqH0VDHI/AAAAAAAABlg/PT6L-ZcqqE8/s1600/as+melhores+coisas+do+mundo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtUqH0VDHI/AAAAAAAABlg/PT6L-ZcqqE8/s320/as+melhores+coisas+do+mundo.jpg" style="cursor: move;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Com a mesma direção cuidadosa de “o bicho de sete cabeças”, o filme aborda as questões tipicamente adolescentes de sempre no contexto da cybercultura que marca a geração atual. Escapa, porém, ao lugar-comum de filmes dessa temática ao colocar tudo em cena, tal como ocorre no “turbilhão adolescente”, e com enredo e atuações totalmente naturais. Isso se deve em parte ao fato de o enredo ter sido escrito em colaboração com estudantes adolescentes, que puderam contar as suas experiências e opinar nos diálogos e situações que compõem o filme, e os atores serem realmente adolescentes (e não adultos se passando por adolescentes) que fizeram uma quase que interpretação deles mesmos – inclusive, com margens para improvisações. O resultado disso tudo é um filme que muitas vezes parece mais com um documentário sobre o cotidiano escolar do que com um filme propriamente dito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtUbJwkmiI/AAAAAAAABlY/2HjGdmRmZUI/s1600/juventude.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtUbJwkmiI/AAAAAAAABlY/2HjGdmRmZUI/s320/juventude.jpg" style="cursor: move;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;A trama gira em torno das experiências de Mano, um adolescente de 15 anos que sofre a pressão para perder a virginidade (com direito a ida ao bordel para apenas ficar conversando com a prostituta), tem um amor platônico (obviamente não-correspondido) pela garota mais popular do colégio, vivencia o trauma da separação dos seus pais, a descoberta do cigarro, álcool, drogas e festas, é bastante ligado à família (inclusive ao irmão mais velho e depressivo), tem que lidar com o homossexualismo do pai, pratica e é vítima de bullying, cyberbullyng, acaba e inicia amizades,... Enfim, é o famoso “turbilhão adolescente”, com todas as situações e carga emotiva a que tem direito. Com tantos dramas em cena, o filme tenderia a ficar pesado ou, no mínimo, cansativo. Porém, a narração sob a ótica de um adolescente dá certa leveza às histórias, inclusive com várias tiradas muito engraçadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Cada um dos dramas que atravessa o filme daria, por si só, um filme sobre. Porém, o olhar adolescente é limitado e faz com que os assuntos não evoluam muito, sejam apenas situações pouco elaboradas – dentro das limitações da análise crítica típicas da adolescência. O filme, portanto, não é sobre homossexualismo, divórcio, bullying ou coisa do gênero; é sobre o olhar adolescente sobre elas. Isso torna o filme menos denso, mas mais original e contemporâneo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Li alguns comentários sobre este filme que afirmavam que o filme despertava um saudosismo de situações com as quais nos identificamos e gostaríamos de reviver. Admito que a identificação deva estar presente, em maior ou menor grau, para quase todos aqueles que assistirem, mas “saudosismo”? Quem sente saudades de tempos tão horríveis? Antes fosse a infância, tempos de descomprometimento e descontração totais, mas a horripilante adolescência? Ter que lidar com todas as intrigas sem sentido, bullying, incertezas e fazer tempestades de gotas d’água não é exatamente o que entendo por “bons tempos”. Mas a geração atual quer prolongar a adolescência ao máximo – se possível, eternamente. E quando me refiro à “geração atual”, não me reporto somente aos trintões que preferem o conforto da casa do papai a ter que cuidar das suas roupinhas, pois é um erro limitar adolescência ou o prorrogamento da adolescência à dependência financeira. Afinal, nem só de força de vontade se faz dinheiro para sobreviver. Os adolescentes por tabela de quem falo são aqueles adultos e idosos que (independentemente da situação financeira) vivem como se nunca tivessem saído da adolescência – ou tivessem saído e voltado por escolha própria. Alguns acham que essa extensão da adolescência se limita às aparências e pequenas ações (as partes mais perceptíveis). No entanto, essas ações vêm acompanhadas de sentimentos, do modo adolescente de lidar com o mundo – busca pela adrenalina, sentimentos à flor da pele, explosões emocionais, egocentrismo e (por que não?) certa irresponsabilidade típica de quem ainda não sabe bem o que faz. Se a idade traz maturidade, eleva o nível do pensamento, traz sabedoria, bom-senso, clareza sobre as questões, moralidade,... por que não (querer) usá-los?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Vale lembrar que embora a&amp;nbsp;efemeridade seja característica típica da&amp;nbsp;juventude, não são os jovens os principais responsáveis pela liquidez que marca as relações dos tempos modernos.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-6349627674741654143?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/6349627674741654143/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/11-as-melhores-coisas-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6349627674741654143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6349627674741654143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/11-as-melhores-coisas-do-mundo.html' title='11. &quot;As melhores coisas do mundo&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtUqH0VDHI/AAAAAAAABlg/PT6L-ZcqqE8/s72-c/as+melhores+coisas+do+mundo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-1417110013224357694</id><published>2011-01-26T16:54:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:52:39.467-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>12. "Invictus"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://media.adorocinema.com//media/film/images/5993/1259377449_invictus_thumb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://media.adorocinema.com//media/film/images/5993/1259377449_invictus_thumb.jpg" width="214" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Invictus é uma história sobre como o esporte pode ser utilizado para superar preconceitos e aproximar pessoas. Pegando gancho num post já publicado &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/05/o-campeonato-de-rugby-de-1995-e-as.html"&gt;aqui&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;Em 1995, na época do Campeonato Mundial de Rugby, a África do Sul estava caótica em todos os segmentos da sociedade. Nelson Mandela é o primeiro presidente eleito após o fim apartheid oficial, porém nas suas relações interpessoais o povo sul-africano ainda é segregado. Sendo assim, Mandela vê-se incumbido da difícil tarefa de unificar o povo. O seu principal instrumento é, quem diria, o Rugby. Esporte número um entre a elite branca, o rugby era odiado pelos negros (90% da população) na época do apartheid (tempos não tão distantes assim, sobretudo naquela época). Mandela viu no Mundial de 1995 uma oportunidade para criar um interesse mútuo nas duas raças que elas poderiam compartilhar entre-si. A competição era a chance de unir brancos e negros em torno de um só objetivo — que o país fosse campeão naquele ano. Na época, Mandela conquistou o seu objetivo. O país não só venceu o campeonato naquele ano (e inclusive é o atual campeão do mundo, pois em 2007 venceu a competição, igualando o número de títulos australianos no esporte) como também conseguiu unir negros e brancos em prol de um único objetivo.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme retrata este momento da política de Mandela. Não foca especificamente na luta de Mandela durante a prisão, ou antes, ou durante a eleição, apenas as menciona em passagens. De fato, o filme não aborda muito os valores e a personalidade de Mandela, apenas o início da sua luta enquanto presidente para colocar o fim do Apartheid – o que, por si só, provavelmente já diz muito sobre Mandela, mas não tudo. No filme, vemos a resistência de todos os lados a cooperaram em prol de uma sociedade menos racista e como Mandela, sagazmente, conseguiu romper essas barreiras.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-1417110013224357694?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/1417110013224357694/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/12-invictus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1417110013224357694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1417110013224357694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/12-invictus.html' title='12. &quot;Invictus&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-5538664870743312493</id><published>2011-01-26T16:53:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:52:09.115-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>13. "Dois irmãos"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://mediaserver.rr.pt/RFM2010/Brothers%20Tobey%20Maguire,%20Jake%20Gyllenhaal10978b7b_377x236.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://mediaserver.rr.pt/RFM2010/Brothers%20Tobey%20Maguire,%20Jake%20Gyllenhaal10978b7b_377x236.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O trailer mostrava uma história muito boa: um soldado que foi convocado para lutar no Afeganistão e quando retorna, depois de ser dado como morto em combate, descobre que seu irmão acabou se envolvendo com a sua esposa e que suas filhas preferem o tio ao pai. Dramática o suficiente para despertar interesse, não? O problema é que depois de um trailer tão informativo você se pergunta o que faltou ao trailer contar. Parece que toda história do filme foi resumida no trailer. Mas como eu fiquei realmente interessada no filme, resolvi correr o risco e assisti. Não me decepcionei.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.curtamais.com.br/media/noticias/657.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.curtamais.com.br/media/noticias/657.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma história com muitos dramas sempre corre um grande risco de cair em clichês. Esse filme, no entanto, conseguiu resistir. A história foge ao dramalhão mexicano focando em comportamentos normais de pessoas normais que passam por essa situação estressante. Afinal, creio que para boa parte das crianças cujos pais perderam seus aniversários por estarem lutando no Afeganistão o Afeganistão se torne “droga de Afeganistão”, como diz uma das crianças, e nada mais que uma “droga de Afeganistão”. E, é claro, não podemos esquecer que ninguém vai à guerra e volta igual e que os parentes, eu sua maioria, certamente não estão aptos a lidar com esse novo Eu não só modificado mas também traumatizado que retorna. Felizmente esse problema de soldados com traumas de guerra não é recorrente na sociedade brasileira – ou será que devemos considerar os nossos conflitos em áreas de risco como conflitos de guerra? Certamente são bélicos. Certamente o armamento pesado é que conta. Certamente também se usa estratégias de guerra. Armamentos de guerra. Certamente também há baixas (que jeito grosseiro de desumanizar as pessoas mortas, não?). Mas também não vamos exagerar. Para que os nossos conflitos pudessem ser considerados conflitos de guerra creio que deveriam ter uma periodicidade ainda maior. Mas como estou bem longe de ser especialista no assunto, posso estar enganada, é claro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, resta dizer que o filme é sustentado pelas boas atuações de Tobey Maguire, Natalie Portman, Jake Gyllenhaal e das crianças, que são um show de fofura.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-5538664870743312493?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/5538664870743312493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/13-dois-irmaos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5538664870743312493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/5538664870743312493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/13-dois-irmaos.html' title='13. &quot;Dois irmãos&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4512270161717745417</id><published>2011-01-26T16:52:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:51:11.257-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>14. "O mensageiro"</title><content type='html'>&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Como já havia comentado sobre este filme em um &lt;a href="http://afugadeideias.blogspot.com/2010/04/o-mensageiro.html"&gt;post anterior&lt;/a&gt;, apenas vou recolocar esses comentários aqui.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtYnTjIJrI/AAAAAAAABmY/xDUp19BIfpA/s320/o+mensageiro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtYnTjIJrI/AAAAAAAABmY/xDUp19BIfpA/s320/o+mensageiro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Confesso que há muito já me cansei de filmes de guerra. Para mim, bombardeios, gente morrendo, soldados feridos constituem elementos aversivos em quase todos os filmes. Porém, apesar de o enredo de “O mensageiro” ser atravessada pela situação de guerra, esse certamente não é um filme de guerra. É um filme sobre as conseqüências da guerra, num âmbito tão intimista como nenhum outro que eu lembre. Entre os muitos personagens envolvidos na guerra (combatentes, estrategistas, equipes de apoio médico, políticos, etc), escolheram aqueles que eu jamais havia pensado com o mínimo cuidado sobre: os mensageiros das notícias de morte aos familiares.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Uma das questões abordadas no filme é o treino para a desumanização dos mensageiros no ato da entrega das mensagens. O jovem soldado Will volta da guerra do Iraque ferido e com mais três meses de serviço militar a cumprir. É remanejado para a divisão de notificação de baixas de militares no front a familiares, onde atuará junto ao experiente sargento Stone. O sargento Stone fornece uma série de regulamentos precisos e minuciosos sobre como ele deve se portar ao comunicar a morte:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Sempre comunicar somente à pessoa mais próxima (PMP) do combatente falecido.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Nunca comunicar antes do café-da-manhã (“é indigesto”).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Nunca parar o carro na frente da residência da (PMP), para evitar a angústia de ver dois oficiais do Exército fardados saindo do carro e caminhando até elas (o que, quando se espera notícias de um parente que serve na guerra, é interpretado como um mau sinal).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Nunca se envolver físico ou psicologicamente com a PMP (“lembre-se que não é você quem está falando, é o porta-voz do Ministro de Defesa, é o Ministro quem fala”).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Ater-se ao texto (algo como “o Ministro de Defesa expressa seu pesar pela morte do sargento X, morto em combate no dia tal, à tantas horas. Fulano entrará em contato em breve para fornecer as demais informações necessárias. O enterro será preparado pelo Exército. Caso necessite te alguma informação a mais ou de serviço psicológico, entre em contato com o Exército”).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;o Siga o protocolo e tudo vai dar certo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Will a princípio menospreza a tarefa que lhe foi imposta – afinal, qual pode ser a dificuldade para alguém que serviu em guerra comunicar a morte de alguém? Entretanto, logo percebe que a tarefa é bem mais complicada do que parece. Afinal, "Não há 'clientes satisfeitos' nesse trabalho", conforme afirma o sargento Stone.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Neste ponto, o filme nos faz pensar sobre as dificuldades em comunicar más notícias, sobretudo quando elas fazem parte das suas atividades profissionais. A notificação de morte aos parentes é uma tarefa que requer preparo para tanto, não dá para se pensar na hora no que fazer, no que falar. Uma palavra, um gesto equivocado pode ser o suficiente para desencadear uma manifestação descontrolada de luto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;Pode-se pensar que o rígido protocolo que prega um afastamento total dos mensageiros frente aos enlutados é muito exagerado e desumano. Mas, convenhamos, um afastamento é necessário. Afinal, será insustentável para alguém cuja profissão o obriga a comunicar diversas mortes por dia se envolver emocionalmente com todos os que notificar. Além de ser uma situação de desgaste emocional intenso, eventualmente o profissional acaba revivendo alguma experiência sua de luto ou é levado a se colocar no lugar do outro e imaginar (e vivenciar emocionalmente) como seria a sua reação se fosse você o notificado. Porém, como demonstra o sargento Will, afastamento emocional não é sinônimo de frieza absoluta: é possível você ser solidário com a dor do outro sem ser consumido por essa mesma dor. É possível ao profissional levar junto com a triste notícia algum conforto sincero que torne um pouco menos insuportável a dor do enlutado ao ser comunicado. Contudo, o comportamento “Foda-se o protocolo. Eles são seres humanos. São apenas pessoas.” não pode ser instantaneamente assumido por todos, pois ser solidário sem se envolver não é uma tarefa possível para muitos – que precisariam de um intenso trabalho psicológico para desenvolver essa habilidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #ddd3f6; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: justify;"&gt;A outra grande questão do filme reside na ética entre militares. Se o relacionamento entre um militar e a ex-esposa de outro já é tido como quebra da regras implícitas de conduta, quem dirá se envolver com a viúva de um militar. Pois é exatamente isso que acontece: o sargento Will acaba se envolvendo afetivamente com uma viúva a quem ele próprio notificou a morte do marido. Basta lembrar que uma das regras entre amigos é não se relacionar com ex de amigo e levar isso para dentro das corporações militares (onde a confiança no outro deve atingir casos extremos, onde se pode colocar a sua vida nas mãos dele) para entender como essa transgressão moral pode atingir proporções gigantescas. Entretanto, esse drama não é muito bem explorado pelo filme, que acaba se perdendo em cenas bonitas, realistas, mas desnecessárias à trama, de um início de relacionamento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4512270161717745417?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4512270161717745417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/14-o-mensageiro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4512270161717745417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4512270161717745417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/14-o-mensageiro.html' title='14. &quot;O mensageiro&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/TJtYnTjIJrI/AAAAAAAABmY/xDUp19BIfpA/s72-c/o+mensageiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3380624612256838412</id><published>2011-01-26T16:51:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:50:41.577-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>15. "Nova York, Eu Te Amo"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/ny_i_love_you/poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/ny_i_love_you/poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Faz tempo que vi este filme, então a memória já está falhando sobre seus detalhes - e o fato dele ser uma sequência de curtas naturalmente só agrava isso. Então só me resta dizer que todos os curtas são muito bons. Pelo que me lembro: há um curta em que trambiqueiros duelam entre si – bastante cômico; outro em que um casal se reinventa para manter a paixão acesa – o que só entendemos no final, é claro; outro em que um homem quer conquistar uma mulher sem saber que ela é garota de programa; outro em que mostra alguns preconceitos que um bailarino negro e pai de uma menina branca sofre em Nova York; e outro ainda, que revela o drama de um adolescente que acabou de perder a sua namorada para um rapaz popular da escola e acaba levando uma menina “cadeirante” que se diverte muito na festa – e após dela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizem as críticas profissionais que o filme consegue captar bem a essência de Nova Iorque. Quanto a isso, não posso opinar – embora ache essa coisa de “captar a essência de um lugar” bastante superficial (a essência não estaria relacionada aos olhos de quem vê?). No entanto, ressalto que há histórias de roteiros e estilos diferentes o suficiente para agradar os mais diversos públicos – e todas elas são muito bem produzidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3380624612256838412?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3380624612256838412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/15-nova-york-eu-te-amo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3380624612256838412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3380624612256838412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/15-nova-york-eu-te-amo.html' title='15. &quot;Nova York, Eu Te Amo&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-6150596364166104500</id><published>2011-01-26T16:50:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T16:49:48.122-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>16. "À oeste de Plutão"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://ci.i.uol.com.br/festival-do-rio/2010/filmes/atwestofp_f01cor_2009110084.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://ci.i.uol.com.br/festival-do-rio/2010/filmes/atwestofp_f01cor_2009110084.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse filme canadense propõe apresentar-nos a 24 horas da vida de jovens adolescentes de Québec. No início, somos introduzidos a vários adolescentes e as diferentes questões com as quais se ocupam naquele momento. As questões variam das políticas (“Quebéc deve se separar do Canadá ou não?”), às triviais (“Qual deve ser o nome da nossa banda de rock?” – ok, trivial para mim, para o garoto era realmente importante), às científicas (“Oh, não, Plutão não é mais um país!”) e mesmo ao engajamento nas causas sociais (Emilie quer apoiar um grupo social do qual já não me recordo mais). No final, a trama se centrará justamente em Emilie e seu irmão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Emilie decide fazer uma festa só para garotas e acaba abrindo uma exceção para um amigo de amiga que na verdade virá uma grande brecha para que quem quiser aparecer, apareça. Muitos adolescentes, muita bebedeira, uma grande destruição da casa e o furto do quadro da família (que era muito “bizarro”, segundo os adolescentes que o furtaram). O filme não fala sobre os pais de Emilie ou sobre os motivos da implicância dos colegas de Emilie com a família dela – ou eu não captei a história dela entre a história de tantos rostos similares (do racismo cruzado é realmente difícil de fugir).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em paralelo à saga de Emilie, seu irmão e dois companheiros para encontrar o quadro furtado, temos as transversalidades da primeira vez de uma adolescente em pleno vestiário do estádio e os anseios do rapaz que é apaixonado por ela (e é claro que mal é notado).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O enredo do filme, as atuações e a opção por uma filmagem mais simples, intimista e sem grandes jogos de câmera, passam muita veracidade às histórias e fazem com que o resultado final seja bastante positivo aos seus propósitos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-6150596364166104500?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/6150596364166104500/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/oeste-de-plutao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6150596364166104500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/6150596364166104500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/oeste-de-plutao.html' title='16. &quot;À oeste de Plutão&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3798121006781589205</id><published>2011-01-26T16:50:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:48:21.288-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>17. "Of Gods and Men"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/of-gods-and-men/poster.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/of-gods-and-men/poster.jpg" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Baseado em fatos reais, "Of Gods and Men" mostra como era a vida dos sete monges que vivam na Argélia antes de os grupos armados tomarem seu mosteiro e sequestrarem quase todos os monges. Ao longo do filme, vemos as pequenas ações que mostram o caminho para uma tolerância religiosa entre católicos e muçulmanos. Os monges não estão ali para pregar deliberadamente, mas sim para auxiliar aquela população que se encontra em péssimas condições de vida e à beira de uma nova guerra. Os monges frequentam a cidade, participam (como espectadores) de rituais muçulmanos, conversam sobre fé e costumes culturais com seus vizinhos. Ao mesmo tempo, a população local também saúda os monges e frequenta o mosteiro, em busca de auxílio médico e de doações de elementos básicos para a sobrevivência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o advento da guerra, os monges veem-se diante da possibilidade de retornar para a terra natal ou ficar. A escolha parece simples, mas envolve o drama de cada monge em particular. Neste ponto, somos lembrados que monges também são feitos de carne e osso, com os mesmos anseios e esperança que nós. Cada um deles têm motivos para partir (familiares, doença ou o simples medo de morrer) e motivos para ficar. O filme aborda um pouco o dilema de cada monge, porém foca nas questões de Christian, o principal responsável pela articulação do mosteiro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além dos cenários, cabe destacar que as cenas em que os monges entoam o canto gregoriano são bastante vigorosas e compõem um atrativo a parte do filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3798121006781589205?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3798121006781589205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/of-gods-and-men.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3798121006781589205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3798121006781589205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/of-gods-and-men.html' title='17. &quot;Of Gods and Men&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2642022691358432876</id><published>2011-01-26T16:18:00.000-02:00</published><updated>2011-01-26T16:18:25.429-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>18. "Em um Mundo Melhor"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/em-um-mundo-melhor/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/em-um-mundo-melhor/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O enredo do filme é bem dramático, o que certamente desagradará aos que não gostam do gênero. A história centra-se nos personagens de dois meninos: Christian e Elias. Christian perdeu a mãe recentemente devido ao câncer e se mudou com o pai para o país natal deste. Ambos foram morar com na casa da avó paterna de Christian, uma bela casa antiga e isolada situada no interior da cidade. As primeiras cenas deixam evidente uma grande apatia de Christian que se reflete no seu relacionamento com o pai. Christian parece não estar interessado em se relacionar com o pai.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na nova escola, Christian conhece Elias, um menino que frequentemente é vítima de bullying. Anton também está passando por uma transição na sua dinâmica familiar devido a um recente processo de separação de seus pais. Porém, ao contrário de Christian, Anton mostra-se bastante sensível e interessado em relacionar-se com o mundo de forma geral.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_UUl-Byk7O2I/TNIbWrJP-wI/AAAAAAAAAQM/MzWtHQmO04k/s400/09192010_InaBetterWorld1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/_UUl-Byk7O2I/TNIbWrJP-wI/AAAAAAAAAQM/MzWtHQmO04k/s320/09192010_InaBetterWorld1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A amizade entre os dois começa com Christian defendendo Anton de seus agressores. Elias não costumava revidar agressões. No princípio, pensamos que tal fato se deve a uma incapacidade para autodefesa de Elias. No entanto, no decorrer do filme entendemos que essa é a política adotada e ensinada por seu pai, Anton. Anton passa longos períodos trabalhando para a associação “médicos sem fronteira” na África, onde lida diariamente com a dinâmica do conflito, desde a sua origem cultural (“olho por olho, dente por dente”) até as consequências desta (as grávidas mutiladas que ele tenta salvar). O filme não deixa claro, mas é provável que essas situações extremas que ele vivenciou na África o tenham levado a adotar a filosofia de ser o mais pacífico possível de oferecer a outra face a quem o agride (literalmente).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://tvig.ig.com.br/Medias-Storage/IMAGES/615699.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://tvig.ig.com.br/Medias-Storage/IMAGES/615699.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Christian, no entanto, mostra-se absolutamente incapaz de compreender a filosofia de Anton e muito menos de aceita-la. Busca vingança não só por si próprio mas também por Elias e mesmo por Anton – e, neste ponto, temos a certeza de que, não obstante as ações de Christian revelem-se dignas de um psicopata, ainda resta uma esperança de que Christian seja um menino saudável, enfrentando um penoso luto pela morte da mãe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Outra temática que certamente é marcante no filme é o perdão. Os pais de Elias estão se separando por algum erro que se pai cometeu, o qual sua mãe não consegue perdoar. No decorrer do filme, a mãe de Elias se verá novamente diante de uma situação em que precisará optar por perdoar ou não aquele que a ofendeu.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao fazer uma análise geral do filme, a impressão que se tem é que o filme quer nos catequizar ao nos confrontar com os efeitos perversos de nossos desvios da filosofia cristã. O que, de forma alguma, tira o mérito do filme, que trata de diversas questões densas e contemporâneas com toda a densidade que lhes é de direito, muito bem abordadas pelos atores, em especial por Christian e Anton.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2642022691358432876?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2642022691358432876/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/em-um-mundo-melhor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2642022691358432876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2642022691358432876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/em-um-mundo-melhor.html' title='18. &quot;Em um Mundo Melhor&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UUl-Byk7O2I/TNIbWrJP-wI/AAAAAAAAAQM/MzWtHQmO04k/s72-c/09192010_InaBetterWorld1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8343906532451716936</id><published>2011-01-24T20:50:00.000-02:00</published><updated>2011-01-24T20:50:05.825-02:00</updated><title type='text'>10.000 visitas</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Post comemorativo para registrar as 10.000 visitas...&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://potblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos-de-artificio-19.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://potblogs.com.br/wp-content/uploads/2009/01/fogos-de-artificio-19.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-8343906532451716936?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/8343906532451716936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/10000-visitas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8343906532451716936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/8343906532451716936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/10000-visitas.html' title='10.000 visitas'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4031642543241363619</id><published>2011-01-23T22:46:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T16:42:59.842-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>19. "Simplesmente Complicado"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/simplesmente_complicado/1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="236" src="http://www.omelete.com.br/imagens/cinema/artigos2/simplesmente_complicado/1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aviso que é muito raro eu gostar de comédia romântica – e não sei se isso dá mais ou menos crédito a minha opinião. Os motivos pelos quais “Simplesmente complicado” agrada (ao menos a mim) é a sua simplicidade. O roteiro é sobre uma senhora divorciada de meia-idade que se vê subitamente vítima do ninho vazio e resolve reviver a sua juventude com o auxílio de seu ex-marido (casado com uma mulher bem mais jovem, diga-se de passagem). Basta uma noite juntos e lá estão eles, apaixonados novamente. Porém, como nem tudo vem na hora certa, durante esse “recordar é viver” surge um simpático arquiteto que se interessa por Jane e a coloca em um triângulo amoroso. No fim, é claro, Jane terá que se decidir entre os dois.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O roteiro, como já havia alertado, é bem simples e próximo dos clichês das comédias românticas. Entretanto, as atuações, a química, os diálogos e os cenários tornam o filme bem agradável para uma sessão de cinema sem maiores pretensões que a diversão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4031642543241363619?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4031642543241363619/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/simplesmente-complicado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4031642543241363619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4031642543241363619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/simplesmente-complicado.html' title='19. &quot;Simplesmente Complicado&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7187797220386333749</id><published>2011-01-23T19:19:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T16:42:42.193-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>20. "Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Marieclaire/foto/0,,43010720,00.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://revistamarieclaire.globo.com/Revista/Marieclaire/foto/0,,43010720,00.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A história, como o próprio nome indica, é sobre o possível romance entre a estilista e o compositor. No momento em que os dois se conhecem, Stravinsky está exilado e enfrentando um mau momento profissional enquanto Chanel vive o seu momento de glória no mundo da moda. Chanel resolve auxiliar o mundo da arte e oferece moradia para Stravinsky e sua família em uma de suas residências, uma casa de campo na França. A partir daí, o relacionamento entre os dois evolui para uma paixão sem pudores, sob os olhares da esposa e filhos de Stravinsky.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quatro elementos sobressaem neste filme:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;1- a excelente atuação Anna Mouglalis como Coco Chanel. A atriz parece que nasceu para interpretar Coco. A sua naturalidade e porte em cena realmente impressionam;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;2 – a química entre os protagonistas. Em diversas cenas os diálogos são desnecessários, tamanha a química entre eles;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;3 – a vigorosa trilha sonora, quase toda baseada na obra de Stravinsky;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="text-align: justify;"&gt;4 – a fotografia, belíssima.&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7187797220386333749?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7187797220386333749/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/coco-chanel-igor-stravinsky.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7187797220386333749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7187797220386333749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/coco-chanel-igor-stravinsky.html' title='20. &quot;Coco Chanel &amp; Igor Stravinsky&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-7314541477223441467</id><published>2011-01-23T18:11:00.003-02:00</published><updated>2011-01-26T16:41:54.748-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>21. "Onde vivem os monstros"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/foto/0,,26941693-FMM,00.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="285" src="http://g1.globo.com/Noticias/PopArte/foto/0,,26941693-FMM,00.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse filme possui o mérito raro de conseguir envolver espectadores adultos nas fantasias de um menino altamente criativo ao nos transportar para um lugar absolutamente fantástico “onde vivem os monstros”. O filme foi baseado em um livro homônimo bastante famoso nos EUA que contém apenas 9 sentenças no total. Isso mesmo, um livro com apenas 9 sentenças do início ao fim. Esse é provavelmente um dos raros casos em que o diretor se vê obrigado não a encurtar a história, mas, sim, preencher todas as muitas lacunas da história – o que, sem dúvidas, é uma tarefa muito mais difícil. O resultado final dessa adaptação com acréscimos é um filme que, apesar de ser baseado em um livro infantil, possui cenas de bastante impacto mesmo para um adulto.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, devo ressaltar que os cenários e os personagens computadorizados são muito bem feitos, dando a impressão que compartilham do mesmo cenário que o protagonista. Um outro ponto bastante positivo que torna a história ainda mais envolvente é a trilha sonora, que nos transporta ao turbilhão emocional de Max.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-7314541477223441467?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/7314541477223441467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/onde-vivem-os-monstros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7314541477223441467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/7314541477223441467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/onde-vivem-os-monstros.html' title='21. &quot;Onde vivem os monstros&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2388089591139930221</id><published>2011-01-23T14:42:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T16:38:42.759-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>22. "Você vai conhecer o homem dos seus sonhos"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/12/Voc%C3%AA-Vai-Conhecer-o-Homem-dos-Seus-Sonhos.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.porraman.com/wp-content/uploads/2010/12/Voc%C3%AA-Vai-Conhecer-o-Homem-dos-Seus-Sonhos.jpg" width="270" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse é um filme para aproveitar. Está certo que não tem nenhum grande mérito em particular, mas em conjunto temos uma ótima trama, um drama humorístico no clássico estilo Woody Allen. Alfie se divorcia de Helena para buscar sua juventude perdida, encontrada na leviandade de Charmaine, que por sua vez encontra em Alfie o bom partido disposto a arcar com todos os seus caprichos. Helena busca um novo sentido para a sua vida e encontra a direção nos conselhos de Crystal, uma pseudovidente que só Helena não percebe. Sally, filha de Alfie e Helena, já não suporta mais viver num casamento fracassado e se apaixona por Greg, sem chefe no trabalho – quem, por sinal... melhor não estregar a surpresa. Já o marido de Sally, Roy, um escritor de um romance só que ainda não consegue lidar com essa realidade, se apaixona por Dia, a vizinha por quem ele tem bons momentos de voyeur.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As histórias, admito que cada uma delas, lembram um pouco velhos clichês – dos quais Woody Allen não parece ter procurado fugir. E realmente nem precisava, pois “Você vai conhecer o homem dos seus sonhos” pode não ser nenhuma obra-prima cinematográfica, mas com certeza é um lugar-comum acertado e bom de se rever.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2388089591139930221?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2388089591139930221/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/voce-vai-conhecer-o-homem-dos-seus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2388089591139930221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2388089591139930221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/voce-vai-conhecer-o-homem-dos-seus.html' title='22. &quot;Você vai conhecer o homem dos seus sonhos&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-3276828935073656375</id><published>2011-01-23T14:40:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T16:38:22.444-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>23. "Wall Street: o dinheiro nunca morre"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_xVcAbihsOrk/TKfDI5nfdOI/AAAAAAAAAS0/IrdatgltfNc/s640/A7E8FC893BFD047C216B82A0F15B.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/_xVcAbihsOrk/TKfDI5nfdOI/AAAAAAAAAS0/IrdatgltfNc/s400/A7E8FC893BFD047C216B82A0F15B.jpg" width="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você pode analisar esse filme centrando-se em (pelo menos) dois pontos de vista: 1 - a dinâmica absolutamente fria e calculista predominante no mercado financeiro; 2 – o antigo expert (e inescrupuloso) das bolsas de valores tentando mudar de estilo de via. Sob ambas as perspectivas, você terá um bom filme. Porém... tanto em uma quanto em outra o filme é relativamente previsível. Afinal, já sabemos um pouco sobre o funcionamento do mercado financeiro através de jornais e de outros filmes e “Wall Street” não vai muito além dos lugares conhecidos. Já sobre o segundo ponto de partida, o drama vacila algumas vezes mas consegue se sustentar; há momentos em que o filme consegue nos envolver bastante. Não há nada especificamente errado neste filme, o conjunto não decepciona mas também não sobressai muito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-3276828935073656375?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/3276828935073656375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/wall-street-o-dinheiro-nunca-morre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3276828935073656375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/3276828935073656375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/wall-street-o-dinheiro-nunca-morre.html' title='23. &quot;Wall Street: o dinheiro nunca morre&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_xVcAbihsOrk/TKfDI5nfdOI/AAAAAAAAAS0/IrdatgltfNc/s72-c/A7E8FC893BFD047C216B82A0F15B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4435492578655037390</id><published>2011-01-23T14:38:00.003-02:00</published><updated>2011-01-26T16:37:24.160-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>24. "Abraços Partidos"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.omelete.com.br/imagens/diversos/abrazosrotosposter.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://www.omelete.com.br/imagens/diversos/abrazosrotosposter.jpg" width="279" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Almodóvar e Penélope Cruz juntos novamente. Neste novo filme Penélope interpreta Lena, uma secretária de dia e acompanhante à noite que acaba se casando com seu chefe milionário numa troca de favores (sexo por dinheiro, é claro). Casada, Lena consegue alavancar a sua carreira como atriz e atinge o estrelato como protagonista de Garotas e Malas, dirigido por um bonitão com quem acaba tendo um caso. É claro, seu marido ultra-milionário e nada bobo descobre e começa uma grande confusão (aliás, cabe dizer que, se não me falha a memória, o filme começa de fato em tempos muito posteriores a esta confusão).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme como um todo convence e agrada. As atuações são boas, o roteiro é bom, as cores são ótimas. Mas, é claro, seria ainda melhor se conseguisse fugir dos lugares comuns que visita ao longo do roteiro. Praia, atriz, fama, dinheiro, sexo, casamento, traição, viagem, acidente, morte, pobreza, fracasso – quantos filmes já foram feitos utilizando esses elementos? É claro que “Abraços partidos” não deixa a desejar frente aos demais, mas para figurar no topo da lista, teria que ser melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4435492578655037390?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4435492578655037390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/abracos-partidos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4435492578655037390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4435492578655037390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/abracos-partidos.html' title='24. &quot;Abraços Partidos&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-2950433733786599297</id><published>2011-01-23T14:37:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T16:36:51.482-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>25. "Direito de Amar"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQI3kquu08Dl7Yg5YcCvMk_e95EsL24OMf1jBYWnSpIGFR5RzlL" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="244" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQI3kquu08Dl7Yg5YcCvMk_e95EsL24OMf1jBYWnSpIGFR5RzlL" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tom Ford está definitivamente empenhado a continuar mexendo com o nosso senso estético – das passarelas para as telas do cinema. Cada cena parece ter sido cuidadosamente preparada para ser uma ser eternizada em um clique fotográfico de uma obra de arte. As cores, as formas, as falas, as poses, tudo em perfeita harmonia. Talvez isso incomode pessoas que, como eu, preferem o conteúdo a embalagem. Não que o produto, neste caso, seja ruim. As atuações são ótimas, o roteiro segue a risca a proposta de mostrar um dia de luto na vida do professor: nenhum exagero no dia do professor – à exceção daqueles lugares incomuns que fazem aquele dia ser diferente dos demais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, a perfeição extrema que permeia as cenas joga por terra todo o esforço feito para naturalizar o roteiro. De fato, fica até difícil se concentrar na história quando há tanta beleza para se ver. É possível que essa seja uma escolha (por motivos óbvios, muito difícil) que Tom terá que fazer em seus próximos projetos cinematográficos: optar por um roteiro excessivamente luxuoso para competir com o luxo de suas imagens, ou optar por um roteiro mais simples e, para acompanhar, cometer alguns deslizes intencionais nas imagens.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-2950433733786599297?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/2950433733786599297/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/direito-de-amar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2950433733786599297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/2950433733786599297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/direito-de-amar.html' title='25. &quot;Direito de Amar&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-330352783420060928</id><published>2011-01-23T14:35:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T16:36:24.470-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>26. "A rede social"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTVszI8Efv_TfvM1c20cS2bKHCpMNNbd0JAB7c-2OqwIhJCqy9NMg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="239" src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTVszI8Efv_TfvM1c20cS2bKHCpMNNbd0JAB7c-2OqwIhJCqy9NMg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ganhou o globo de ouro e muitos outros prêmios. Figurou em diversas listas de “os mais aguardados do ano”. Fala sobre a história semi-oficial da rede social mais popular do mundo. Tem muitas intrigas dos bastidores, revela a personalidade ainda pouco conhecida do grande criador (ou não, para os que, após assistirem o filme, ficaram na dúvida). O roteiro, no entanto, não possui grandes revelações. Ok, existe uma batalha judicial sobre a paternidade da rede, e daí? Nem o PC conseguiu escapar dessa encrenca... Para aqueles que esperam encontrar o super-gênio fora do comum por trás do facebook, o filme guarda uma frustração: o rapaz é um super-gênio comum, com todos aqueles conflitos adolescentes que já conhecemos bem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o filme usa aquele já clássico método a partir de um evento presente mostrar o que aconteceu no passado. Funciona bem para mistérios policiais, como “Identidade”, mas facebook está longe disso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em suma, é um ótimo filme para fãs (do Facebook e do Justin Timberlake, admito que a atuação dele não deixa a desejar), um bom filme para os usuários que têm curiosidade de saber como o site começou, mas não será um filme que terei vontade de rever daqui a alguns anos, pois o principal atrativo do filme não é tanto a história em si, mas principalmente o modismo do facebook.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-330352783420060928?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/330352783420060928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/rede-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/330352783420060928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/330352783420060928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/rede-social.html' title='26. &quot;A rede social&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-4476857444927858420</id><published>2011-01-12T11:51:00.001-02:00</published><updated>2011-01-26T16:34:53.282-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicologia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>27. "Amor sem escalas"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.multiplan.com.br/data/files/499497CB2607FFE901262E9E6D9D7338/poster_Amor-sem-Escala.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://www.multiplan.com.br/data/files/499497CB2607FFE901262E9E6D9D7338/poster_Amor-sem-Escala.jpg" width="216" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Amor sem escalas” possui um grande mérito: atentar para o&amp;nbsp;desvirtuamento&amp;nbsp;da função de “outplacement”. Tradicionalmente, outplacement é uma função criada pelos serviços de Recursos Humanos onde se buscava auxiliar o funcionário demitido a se recolocar no mercado de trabalho. Porém, com o passar do tempo foram criadas empresas especializadas em outplacement as quais as companhias poderiam contratar para auxiliar o serviço de RH e mesmo os próprios funcionários isoladamente poderiam acioná-las para conquistar um novo emprego, estivessem eles desempregados ou não. O filme já está na terceira etapa dessa evolução do outplacement: empresas que se revestem do caráter humanista tradicionalmente associado ao outplacement para simplesmente auxiliar as empresas a fazerem demissões em massa sem grandes danos. Trata-se de um&amp;nbsp;desvirtuamento&amp;nbsp;completo da função: a empresa não está interessada em auxiliar os empregados a conseguir outro trabalho, mas sim em demiti-los sem que eles causem maiores problemas para a empresa. A dignidade e o respeito aqui são apenas superficiais: uma vez que o funcionário esteja com os pés fora da empresa, ele nunca mais será contatado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa inovadora e atualíssima temática é o cerne do filme, o que por si só já é capaz de fazer dele minimamente interessante. O problema é que, como todo filme hollywoodiano, tem uma série de clichês no meio. Um galã chato, insensível, que se apaixona. Uma menininha chata que se transforma num pé no saco. Ações que você espera que aconteçam e realmente acontecem. Em suma, o filme segue o roteiro clássico de apresentar um evento novo, um abalo estrutural, uma esperança de mudança, decepção e retaliação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse roteiro até funciona bem em filmes cuja premissa já é clichê logo de início, porém em filmes com certa originalidade se torna um grande empecilho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, deve ressaltar que a presença de uma protagonista tão irritante é um convite à fuga do cinema. Creio que o papel exigia realmente uma atuação irritante, mas a atriz cumpriu esse papel bem demais, tão bem que ficou difícil de se manter em frente à tela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acho que se o filme fosse centrado somente no protagonista do George Clooney, sem o romance bobo no meio, a protagonista chata e a necessidade de um final feliz, seria um filme melhor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-4476857444927858420?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/4476857444927858420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/amor-sem-escalas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4476857444927858420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/4476857444927858420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/amor-sem-escalas.html' title='27. &quot;Amor sem escalas&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-1667424474486479075</id><published>2011-01-10T13:19:00.002-02:00</published><updated>2011-01-26T16:31:25.658-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filme'/><title type='text'>28. "O escritor fantasma"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_aM3_TJ17K4Y/TAPqfmFO1gI/AAAAAAAAA_w/n7_Gku4m_s4/s1600/the-ghost-writer.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="233" src="http://2.bp.blogspot.com/_aM3_TJ17K4Y/TAPqfmFO1gI/AAAAAAAAA_w/n7_Gku4m_s4/s400/the-ghost-writer.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em primeiro lugar, devo salientar que se trata de um bom filme. Trata-se de um escritor contratado para terminar de escrever a autobiografia de um político importante que vivia recluso em uma ilha devido a acusações de envolvimento em crimes de guerra. Logo nos primeiros minutos descobrimos que a morte do primeiro escritor contratado ocorreu em situação atípica, o que leva a óbvia desconfiança de que se tratou de um assassinato. Daí o filme embarca em um trillher psicológico para descobrir como o primeiro escritor morreu e porque ele morreu. E, é claro, simultaneamente o escritor embarca na famosa luta pela sobrevivência, já que alguns perigosos imprevistos começam a acontecer.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O filme é bom, do início ao fim. Porém, não posso apagar toda as minhas experiências culturais até agora e transformar a minha visão do filme na de alguém que não tem vivência neste tipo de roteiro. “Budapeste” (Chico Buarque), uma história cujo protagonista também é um escritor fantasma, dá de 10 a 0 nessa nova empreitada do Polanski. Mas tudo bem, tratam-se de histórias com propósitos bem diferentes: “Budapeste” é uma busca a si mesmo, já “O escritor fantasma” é uma busca a quem matou o outro. Mas é óbvio que a temática de escritor fantasma, ainda recente na indústria cinematográfica, foi explorada desnecessariamente. O que me deixa frustrada, pois são tão poucos os campos ainda não muito surrados pelos filmes e o Polanski gasta um desses raros achados desnecessariamente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, deixando o motivo da minha frustração de lado, o filme cumpre bem o seu objetivo de ser um intrigante suspense. Porém, suspense por suspense, não há muitos elementos inovadores aí. Para todo bom iniciado em Agatha Christie, Hercule Poirot poderia ter desvendado esses mistérios tranquilamente. E o final...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:s_pslDNnIfXM_M:http://pipocacombo.com/wp-content/uploads/2010/05/escritor_fantasma-518x343.jpg&amp;amp;t=1" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:s_pslDNnIfXM_M:http://pipocacombo.com/wp-content/uploads/2010/05/escritor_fantasma-518x343.jpg&amp;amp;t=1" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bem melhor não comentar sobre o final, para não estragar o filme daqueles que ainda não viram. Porém, aqueles que já viram hão de concordar que também não há nenhuma inovação nele, não é mesmo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1424308881139641566-1667424474486479075?l=afugadeideias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://afugadeideias.blogspot.com/feeds/1667424474486479075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/o-escritor-fantasma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1667424474486479075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1424308881139641566/posts/default/1667424474486479075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://afugadeideias.blogspot.com/2011/01/o-escritor-fantasma.html' title='28. &quot;O escritor fantasma&quot;'/><author><name>Débora Ribeiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03034456104283123775</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_9EKA-JusCSU/S7vRfT2VR_I/AAAAAAAAA00/t4vAe2Cz4Bk/S220/DSC014344.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_aM3_TJ17K4Y/TAPqfmFO1gI/AAAAAAAAA_w/n7_Gku4m_s4/s72-c/the-ghost-writer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1424308881139641566.post-8255381137765000478</id><published>2010-12-23T10:14:00.001-02:00</publi
